31 de outubro de 2010

Nós que nos amávamos tanto

Sábado de ressaca. Véspera do dia da eleição. Em casa e sem muitas opções (nem vontade) de saída, resolvo “rever”, depois de muito tempo, um dos mais belos filmes que o cinema já produziu. Trata-se do “drama” italiano Nós que nos amávamos tanto, de Etore Scolla.

Não sei se a definição “drama” cabe tão bem para esta película, pelo menos não deveria ser chamado só assim, pois há outras possibilidades de percebê-lo.Cognoscentemente há diversas leituras ali.

O enredo gira em torno do encontro de Gianni, Nicola e Antonio, nos anos 70. Três amigos que lutaram juntos numa milícia guerrilheira contra os nazi-fascistas, na Segunda Guerra Mundial, e que através de lembranças de 30 anos atrás, incluindo o amor deles pela mesma mulher, percebem o mar de equívocos a que a realidade tende a nos arrastar.

A partir daí o diretor esmiúça com forma e graça a condição humana, tendo como pano de fundo a Itália pós-guerra, aonde os ideais e as paixões tornam-se o próprio sentido de viver para a grande maioria, quer sejam os indivíduos politizados ou não, de esquerda ou de direita, ricos ou pobres. As convicções tornam aquilo que o homem é, seria esta a constatação óbvia do enredo de Scolla.

Há ainda mais: o ser humano estaria sozinho nas suas debilidades e unido nas suas possibilidades, ou seja, o que nos torna úteis uns aos outros são nossa qualidades, nosso poder de contribuir com a vida, nossa completude em existir dependendo de nossa contribuição à luta contra as intempéries da realidade.


Numa das cenas os três amigos (um deles Gianni, o que tinha ficado rico) afirmam “Nossa geração foi um nojo”. Talvez fazendo uma auto-reflexão, Gianni tenha chegado à constatação de que seria melhor se tivesse morrido no campo de batalha, pelo menos assim seria lembrado como “algo melhor”.


Já o aloprado Nicola deixa um recado: Viver como gostamos custa pouco por que se paga com algo que não existe: A Felicidade !


Caso alguem se interesse em assitir clicke aqui e baixe o filme. Nota 10!

29 de outubro de 2010

CIAP oferece graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) e Sergio Alvez reafirma: 'primaremos pela excelência'

O CIAP (Complexo Institucional Associação Planetária) é uma organização da sociedade civil de interesse público, que tem como foco principal em suas atividades a educação de excelência em todos os níveis, a defesa do meio ambiente e as comunicações de forma democrática e interativa. Para este período o CIAP está trazendo através de diversas parcerias com Universidades e Faculdades de fora, um modelo educacional de excelência com graduações e cursos técnicos, além de pós-graduações strictu (mestrados e doutorados) e lactu senso. Além disso, a entidade estará com diversos projetos (alguns já implementados) na área de Educação Ambiental e saúde.

Conversei brevemente com o Coordenador do CIAP, o Prof. Sergio Alves, que nos deu um breve relato do caldeirão de idéias chamado CIAP:

Sergio neste momento quais são os objetivos do CIAP?

A principio implantaremos um modelo de educação de excelência para atender as necessidades da comunidade em geral, tanto local quanto regional e a seguir a busca pela defesa proteção e tutoria do meio ambiente por inteiro.

Como se dará este processo?

Olha só, em se tratando de educação neste momento já estamos com inscrições abertas para quase todas as áreas em educação nas dimensões do ensino superior. Então nós temos inscrições em curso de Tecnólogos nas áreas de Petróleo e Gás, Papel e Celulose, Mineração, Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho, além de outras que já estarão sendo alentadas.

Como se dará a estrutura organizacional destes cursos? Vocês já estão com parcerias com outras Instituições?

Bem as parcerias são atividades do Terceiro Milênio não é? Então nos primamos por isso e entendemos que é nosso grande objetivo trazer determinadas instituições de fora, que estão localizadas em várias partes do mundo, das Américas e do país e trazer para cá para colaborarem com os processos de desenvolvimento local e regional, fortalecendo com os processos de desenvolvimento geral, tecnológico e cientifico e mais especificamente educacional que é a dimensão hoje com maiores necessidades de promoção direcionada neste momento.

Quais Instituições já estão envolvidas?

Nós temos nas áreas de cursos de tecnólogos a FATECE, que é uma faculdade de São Paulo, temos também a UNIMES que é a Universidade Metropolitana de Santos, temos o SEG Internacional, o Instituto Idéia e temos a FUMEC que é uma instituição de nível superior que trabalha com mestrados e doutorados. Nós já estamos com inscrições abertas para os cursos de graduações e licenciaturas, especializações, além de mestrados e doutorados, já quase todas disponíveis no portal do CIAP.

Bem neste terceiro milênio vemos aí uma discussão urgente na área de meio ambiente. Nesta área ambiental o que o CIAP está ou estará oferecendo a população de Imperatriz e região?

Sobre esta atividade do meio ambiente nós já temos uma parceria com o IBAMA, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Cível, Sindicato dos Policiais e diversas outras entidades. Por exemplo, nós desenvolvemos o Projeto “Animal Amigo”, que é um projeto voltado pra os cuidados aos animais abandonados como cães gatos e cavalos, além disso, nós estamos implementado agora todo um trabalho voltado pra consultória e a educação ambiental e para isso nos estamos fechando uma parceria com o pessoal do Hotel-Fazenda onde o espaço será consentido a partir de sexta feira agora dia 29.

Contatos:

Telefone: 99 3524-6974

Site: http://www.ciaposcip.org.br/v1/

27 de outubro de 2010

ONU pede que EUA encerre embargo contra Cuba

É a décima nona vez que a ONU se posiciona contrária ao embargo. O governo norte-americano não admite a cultura cubana.

A Assembléia Geral da ONU aprovou hoje (26) por grande maioria uma resolução que volta a pedir o levantamento do embargo econômico e comercial que os Estados Unidos decretaram contra Cuba há 50 anos.
O documento teve apoio quase unânime dos 192 países que integram a ONU, já que 187 membros votaram a favor, dois contra (EUA e Israel), além de três abstenções (Ilhas Marshall, Palau e Micronésia).

Esta é a 19ª ocasião consecutiva em que a Assembléia Geral das Nações Unidas se pronuncia a favor da resolução apresentada, nesta ocasião, pelo chanceler cubano, Bruno Rodríguez, para pedir o fim das sanções contra a ilha.

Pouco antes da votação, o ministro cubano de Relações Exteriores criticou em seu discurso o presidente dos EUA, Barack Obama, por manter intacto o embargo apesar da promessa de "um novo começo" na política em direção a Havana.

"Os fatos confirmam que nada mudou, nem utilizou suas amplas prerrogativas para flexibilizar o bloqueio. As sanções contra Cuba permanecem intactas e aplicadas com todo rigor", disse.

Rodríguez citou vários casos de remédios e produtos farmacêuticos que estão fora do alcance da saúde cubana por essas sanções.

Também minimizou a importância da ampliação dos intercâmbios culturais nos dois últimos anos, já que considerou que continuam sujeitos a "a severas restrições".

"É evidente que os Estados Unidos não têm intenção alguma de eliminar o bloqueio", ressaltou o chanceler cubano, para quem a Casa Branca ignora o desejo da maioria dos americanos de que se levante o embargo aos "interesses especiais" de uma minoria partidária de manter as sanções.

"A política dos Estados Unidos contra Cuba não tem sustento ético ou legal algum, credibilidade, nem apoio. Isso ficou demonstrado nos mais de 180 votos nesta Assembleia Geral das Nações Unidas que nos últimos anos reivindicou o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro", indicou.

Rodríguez mencionou em seu discurso as reformas econômicas do Governo cubano nos últimos meses, que "respondem ao desejo dos cubanos e a decisões soberanas de nosso povo".

Por sua parte, o representante americano, Ronald Goddard, ressaltou que o embargo é um "assunto bilateral" que se inscreve no direito soberano de seu país de estabelecer a política comercial que ache adequada.

Além disso, lamentou que o chanceler cubano tenha voltado a equiparar as sanções com um "ato de genocídio" e lembrou que os Estados Unidos são, atualmente, o quinto parceiro comercial de Havana.

Goddard assinalou que a troca comercial entre EUA e Cuba foi de US$ 533 milhões em 2009 e ressaltou que Washington não põe limites à ajuda humanitária enviada à ilha.

Também assegurou que o Governo de Obama iniciou nos últimos 21 meses mudanças na política em direção a Cuba, citando a eliminação das restrições às visitas dos cubano-americanos à ilha e ao envio de ajuda a seus parentes.

De todas as formas, advertiu que os países não poderão abrir totalmente uma nova etapa até que os cubanos "desfrutem" dos direitos que contempla a Carta das Nações Unidas.

Como em exercícios anteriores, o projeto de resolução de condenação apresentado pela delegação cubana contou com o apoio da maioria dos grandes grupos regionais que formam a Assembleia Geral.

Os países da União Europeia (UE) voltaram a manifestar rejeição aos efeitos das sanções dos EUA, que entre outras coisas afetam empresas europeias com presença em Cuba.

Ao mesmo tempo, o embaixador belga na ONU, Jan Grauls, expressou em nome dos 27 membros satisfação pelas recentes libertações de presos políticos na ilha, mas insistiu que o regime cubano deve libertar todos os presos de consciência e garantir que os cubanos possam desfrutar das liberdades básicas.

O embargo americano sobre Cuba começou de maneira oficial no dia 7 de fevereiro de 1962, no Governo de John F. Kennedy, mas os Estados Unidos já haviam imposto certas sanções desde 1959.

Segundo o Governo cubano, o embargo supôs danos econômicos diretos ao povo de US$ 100,154 bilhões a preços correntes, que equivalem a US$ 239,533 bilhões tomando como base a inflação de preços no varejo dos EUA ou de US$ 751,363 bilhões se medido pela cotação do ouro no mercado internacional. EFE

Com informações do yahoo notícias !

Boletim ê-maranhão n° 16



Boletim Eletrônico do Projeto “Nós de Rede”. Nº 16 - 27/OUT/2010

VIAS DE FATO
Chorei quando tive consciência da primeira fraude eleitoral, quando soube da segunda e da terceira, quando tomaram na marra o primeiro mandato de um governador eleito pela oposição, quando “venderam” o Banco do Estado para cobrir rombos, “venderam” a Cemar e o povo passou a pagar a conta de energia elétrica mais cara do mundo, eu também chorei. Principalmente quando vi aquelas cédulas todas no escritório da Lunus e o dinheiro público sendo desovado no Convento das Mercês e nas rodas de Pif, eu chorei (leia mais)

BLOG DO CONTROLE SOCIAL
A nota, que é igual a uma cédula de verdade, foi criada por uma ong para tentar envergonhar os funcionários públicos corruptos. A ideia é que, quando um funcionário público pedir caixinha ou propina, o cidadão responda "molhando a mão" do corrupto com a nota de zero rúpia. (leia mais)

BLOG DU BOIS
Gregory Issacs é um dos nomes mais fortes nos salões de reggae do Maranhão. Por duas vezes esteve em São Luís para fazer show. Na primeira, aguardado por milhares no Nhozinho Santos, Gregory desceu do avião já na madrugada do show.



BLOGUE DE ZEMA RIBEIRO
Depois do sucesso do show dos Scorpions alardeou-se que a capital maranhense havia definitivamente entrado na rota dos shows internacionais. Mais atrações chegam agora em novembro. A produção local, através das propagandas, no entanto, deveria deixar as coisas mais claras, para que os fã-clubes locais não comprem gato por lebre: a Creedence Clearwater Revisited está sendo divulgada apenas como Creedence e em Abba The Show as duas últimas palavras parecem as letras miúdas que em geral não lemos ao assinar contratos. (leia mais)

ARTIGO – JOSÉ REINALDO TAVARES
Decididamente não da para entender a cabeça e o raciocínio do presidente e a sua estranha lealdade a Sarney. Eleição no Maranhão, este pobre e pelo poder central tão esquecido estado, só vale se Sarney ganhar? E porque desprezar qualquer outro aliado, por mais leal e correto que seja? (leia mais)
TWITTER.COM
@joaobrant: Não se engane pelas matérias sobre o Conselho de Comunicação do CE. Leia o projeto em http://bit.ly/9gtvIj e tire suas próprias conclusões

@agenciaadital: La verdad es que Cuba encara reformas económicas para mejorar el socialismo -http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=ES&cod=51582

@lluckiano: Sociedade civil exige regulação de artigos constitucionais da comunicação. Ação foi ajuizada no STF - http://bit.ly/cfWJQM

26 de outubro de 2010

Grupo de Lamarca da resistência armada adquiriu terras em Imperatriz


A história é pra lá de interessante. O Capitão Carlos Lamarca foi um ex-combatente das Forças Armadas brasileiras que indignado com os rumos que o Exército ia tomando em favor de interesses norte-americanos no Brasil, rebelou-se e desertou para cair na clandestinidade. Lamarca, através do choque com a realidade brasileira e os estudos marxistas, havia se tornado comunista.

Vivia-se a época de uma Ditadura Militar de direita, feroz, onde todos os direitos políticos e sociais não existiam mais, e era tido como subversivo, sujeito a prisão e tortura, todo aquele que ousasse a criticar o governo ou os EUA na America Latina.

Lamarca abandonara o Exército ao fugir do quartel de Quitaúna, em Osasco, levando um caminhão com armas/munições e junto com outros companheiros fundou uma das organizações mais importantes da luta armada, a Vanguarda Popular Revolucionária (VPR). Na foto acima ele aparece treinando militantes.

Pois bem, numa das primeiras ações da VPR junto com outra organização, realizada em 1969, consta o famoso assalto à casa do ex-governador de São Paulo, Adhemar de Barros, um dos políticos mais corruptos de sua época, é dele a famosa frase: “Roubo, mas faço”!

A maior parte do dinheiro expropriado do cofre de Adhemar, foi utilizada para fins de logística do movimento, e uma outra parte foi usada para comprar terras em locais que pudessem dar segurança e guarita aos militantes. Conta-se que um desses locais foi uma chácara na distante Imperatriz do Maranhão

Quem nos conta esta História é o um dos que viveu a época de terror do Regime Militar. Hoje professor da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, prefere o anonimato da sala de aula, aos holofotes da política. Diferentemente de ex-companheiros seus da luta como Gabeira, Dilma Rousself, Carlos Minc.

E muitos não tiveram a sorte de escaparem vivos. Trinta e seis anos após o assassinato de Lamarca pelas tropas repressoras do regime, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça sob supervisão do Ministro da Justiça Tarso Genro dedicou sua sessão inaugural a promovê-lo a Coronel do Exército e a reconhecer a condição de perseguidos políticos de sua viúva e filhos.

Não se tem certeza se o esconderijo em Imperatriz foi utilizado e pela descrição do professor, a chácara ficaria próxima ao atual IFMA, nas proximidades da Vila João XXII.

Só lembrando que a Semana Acadêmica do curso de História, terá como tema "A Guerrilha do Araguaia", o evento será realizado agora em novembro. Em breve mais detalhes dessa e de outras histórias.

25 de outubro de 2010

Festival da Música de Imperatriz abre inscrições

Já estão oficialmente abertas as inscrições do V Festival da Música de Imperatriz, o V FMI. O evento que agremia talentos de diversos estilos musicais da região é organizado pela ASSARTE (Associação Artística de Imperatriz) e pelos músicos e artistas Neném Bragança e Zeca Tocantins, bastiões da música local.

As inscrições vão até o dia 07 de dezembro, nos informou Nenen Bragança, e serão feitas gratuitamente no Teatro Ferreira Gullar. Para este ano todos os estilos poderão concorrer, menos sertanejo e gospel.

Segundo Neném devido a grande procura de artistas e por entender que já existem espaços demais para estas “modalidades” musicais, o FMI deste ano deverá primar por canções inéditas nas apresentações dos estilos: rock, MPB, reague, hip hop, xote, baião e afins.

O FMI acontecerá entre os dias 13, 14 de dezembro, quando ocorrerão as etapas classificatórias, e 20 de dezembro com a grande finalissíma. Com premiações para os 03 primeiros lugares e para um escolhido por júri popular será muito bom ver nossos talentos da musica se organizando novamente. A cultura imperatrizense agradece.

24 de outubro de 2010

Boletim ê-maranhão n 15



Boletim Eletrônico do Projeto “Nós de Rede”. Nº 15 - 23/OUT/2010

CONEXÃO BRASÍLIA-MARANHÃO
O blogue Conexão Brasília-Maranhão seleciona 27 capas que mostram como Veja retratou o período de Fernando Henrique Cardoso à frente da Presidência da República. (leia mais)

COM CONTINUAÇÃO
Movimentos sociais continuam ativos, determinados e principalmente destemidos no enfrentamento ao grupo dominante. Sabendo do seu papel de fiscalizador do bem público e ciente da incapacidade do atual governo em promover políticas que possam garantir os direitso básicos das comunidades resolveram organizar o Movimento Liberdade Liberdade. (leia mais)

BLOG dO CARLOS LEEN
Diante dos quadros políticos nada agradáveis que têm surgido no seio da Universidade Estadual do Maranhão e que têm disputado o poder dentre e fora da instituição, surge o Coletivo Autonomia e Luta, que traz a pauta das grandes tarefas históricas, tanto no Estado quanto no país. (leia mais)

BLOGUE DO ED WILSON
Raposo fritado na Secretaria de Educação
Está subindo a temperatura do óleo onde será tostado o secretário estadual de Educação, Anselmo Raposo, indicado para a pasta no pacote de entrega do PT ao esquema Sarney
. (leia mais)

ARTIGO – ROBISON PEREIRA
No primeiro turno, votei em Plínio e Saulo, ambos do PSOL, para presidente e governador, respectivamente. Como milhares de brasileiros, iria, desacreditadamente, apenas votar no segundo turno, em razão do governo petista, dentre outras questões, corroborar com a reestruturação das oligarquias regionais - a exemplo dos Sarney no Maranhão. (leia mais)
TWITTER.COM

@marciojerry: Repercutindo muito mal a declaração de Lula no Estado de São Paulo dizendo que denúncia de fraude no MA é choro de perdedor.



@wagner_cabral: Denunciar a FRAUDE ELEITORAL e o ABUSO DE PODER nas eleições do Maranhão é TAREFA DEMOCRÁTICA!!! Não é choro de perdedor, sr. Presidente!!!


@xicogoncalves: Lula, democracia não rima com fraude. Exigir apuração de suspeita de fraude não é choro de perdedor, é respeito pelo voto do eleitor


@oifranklin
: Tal Chico Buarque, voto Dilma para Brasil não falar fino com EUA e não falar grosso c/ Bolivia eParaguay(embora Lula fale fino c/ Sarneys e grosso c/ PT-MA)

22 de outubro de 2010

Vêm aí a Era dos Grandes Festivais no Espaço do Zuzinha

Os Festivais de Música Popular Brasileira eram apresentados como um programa, competitivo e musical, realizados por várias emissoras da televisão brasileira (TV Excelsior, TV Record, TV Rio, Rede Globo) a partir de 1965 até 1985.

Grandes nomes da MPB e do Pop Rock seriam revelados nestes eventos e a assim chamada “Era dos Festivais” marcou época nos corações e mentes de diversos segmentos da sociedade brasileira.

Canções que seriam imortalizadas tais como ”Pra não dizer que não falei das flores” de Geraldo Vandré e “A banda” de Chico Buarque, trazem em seu bojo a marca de uma época onde as paixões políticas, filosóficas e existências estavam a mil no imaginário do jovem brasileiro, afinal de contas a musica como expressão artística sempre foi um catalisador dessas realidades e condições.

Uma boa iniciativa de relembrar esse conjunto de “sensações” e “imagens” dos grandes festivais estará acontecendo nesta quinta feira próxima, dia 28, no Espaço Cultural do Zuzinha, localizado na Fundação Cultural de Imperatriz.

O produtor cultural Axel Brito (foto), um dos coordenadores do projeto, afirma que a idéia de reunir artistas e músicos imperatrizenses para interpretar os grandes momentos da “Era dos Festivais” é uma forma de movimentar artisticamente o “Espaço do Zuzinha” e, além disso, promover na classe cultural, bem como ao público de modo geral, as descobertas e as raízes da musica brasileira.

Vale lembrar que o Espaço do Zuzinha é um projeto formidável e autêntico. Várias edições já aconteceram neste formato, sempre trazendo grandes idéias e propostas musicais de resgate e memória da musica brasileira. Artistas como Cazuza, Roberto Carlos e Chico Buarque já tiveram tributos realizados pelos músicos e compositores de Imperatriz e região. Parabéns ao Axel Brito pela iniciativa e vida longa ao Espaço do Zuzinha.

21 de outubro de 2010

Marcha da família em Imperatriz: fundamentalismo e política juntos são um perigo para democracia


Noticias em alguns blogs dão conta de quê setores da igreja na cidade de Imperatriz farão uma marcha em nome da “família, por deus e pela vida”. O pretexto maior é conscientizar os ditos cristãos a votar no candidato José Serra.

Ora bolas já vimos esse filme antes.

Coisas desse tipo já aconteceram antes no Brasil. Setores conservadores da igreja em nome da "familia" "deus" e "vida" fizeram a uma marcha que deu suporte a tomada do poder pelos militares nos anos 60 e uma ditadura violenta foi instaurada em nome dos interesses norte-americanos.

Serra "alinhado com valores cristãos"? Pelo amor de meu "Padim Padi Ciço" que sandice, o Brasil é um país laico, não tem essa de quem é cristão, muçulmano ou macumbeiro deva ser melhor.

Não voto em Dilma, não sou petista e muito provavelmente anularei meu voto, agora dizer que se Serra vencer vai ser melhor aqui pro Maranhão é uma farsa total. Ainda mais sob o domínio de Sarney. Mandei até um recado pra Élson Araújo: pra mim você não é bobo, quem quer ganhe isso aí não muda nada aqui pra gente, basta lembrar a administração Jomar Fernandes, que na época teve Lula como presidente e deu no que deu pra nós.

Esse debate sobre sexualidade e aborto na verdade esconde o debate principal que é de uma política econômica que absorve quase a metade do PIB para pagamento de juros da dívida e favorece a concentração do capital, de privatização e sucateamento do patrimônio público, de total apoio às grandes empresas desenvolvimentistas e anti-ecológicas, de nenhum apoio para a realização de uma reforma agrária massiva sob o controle dos trabalhadores. Tanto Serra quanto Dilma são parte dessa política.

Só pra fechar. Esses setores xiitas da igreja, em nome de deus já queimaram gente na fogueira, apedrajaram, e muito provavelmente gostariam de ver os homossexuais num campo de concentração. Na foto acima imagem da klux Klux Klan.

20 de outubro de 2010

Agostinho Noleto e as velhas práticas da falta de diálogo no MA

É impressionante. No Maranhão e em especial um grupo político que sempre esteve à frente no poder, não se possui o costume de dialogar com quem lhes interpela ou questiona. Um dos motivos para tanta incomunicabilidade deve-se ao fato de quê sempre lhes faltou em seus quadros militância conscientizada para cumprir tarefas em nome de algum ideal que não o do próprio interesse financeiro.

A relação entre povo e gestores públicos é articulada muito semelhantemente à relação de suserania e vassalagem medieval. Nesse sentindo o vassalo (servidor) entraria nas benesses do poder mediante um juramento de fidelidade com o seu senhor suserano (secretário ou governador(a)). A grande diferença do Maranhão pra o feudalismo europeu reside no fato de quê nem sempre estas relações de fidelidade são seguidas a risca, vez ou outra sabe-se dos “tapetes puxados” neste emaranhado de finas relações de poder. Falta-nos, portanto um sentido mais democrático das relações políticas especificas.

E isso os deixa loucos por vezes! Os seguidores da oligarquia sabem que não adianta só comprar as pessoas. Afinal de contas as paixões humanas não são mercadoria.

A ultima peripécia que ilustra bem essa condição se deu ontem numa suposta capacitação de professores realizadas no Colégio Estadual Dorgival Pinheiro de Sousa. No Blog de Samuel Sousa temos os detalhes.

Um detalhe que muitos não se atentaram: Quanto deve estar custando esta singela capacitação aos cofres públicos?

Uma fonte de dentro da gerência regional de educação nos informa que a “brincadeira” está saindo por nada mais nada menos do que quinhentos mil reais. Isso mesmo R$ 500.000,00.

A quantia vultuosa chama a tenção pelo fato nada pitoresco da estrutura do evento. Os professores alegam entre outras coisas comida estragada servida em marmitex e lanche regado a uma fatia de bolo e river cola.

Fica aqui uma reflexão: em termino de campanha política onde os gastos flagrantemente são enormes, não há, por assim dizer compromisso nenhum dos gestores em demonstrar as claras de onde vieram os recursos financeiros? Não seria direito nosso saber?

18 de outubro de 2010

Conferência Municipal de Cultura: Um ano depois e nenhum avanço ainda

Dia 20 de outubro do ano de 2009 foi realizada a II Conferência Municipal de Cultural de Imperatriz e o que deveria ser um marco regulatório das Políticas Públicas de inclusão e participação democrática na esfera cultural, se mostrou na verdade infértil

A Fundação Cultural de Imperatriz apesar de possuir nomes de peso em seu quadro, tais como Lilia Diniz, Zé Geraldo e Zeca Tocantins até agora tem apenas se pautado em eventos casuais do calendário da cidade, portanto, sem avançar nos reais problemas que a esfera cultural necessita, por vezes repetindo a fraquíssima gestão anterior, comandada por Erasmo Dibel.

Convênios sem serem assinados com o MinC por perca dos prazos legais, conflitos internos entre os egos da gestão, falta de recursos e dotação orçamentária e tantos outros problemas parecem emperrar de vez o que no inicio se mostrou competente e promissor. Aos poucos os agentes culturais que fazem à cultura na cidade vão se virando sozinhos, afinal não dá pra esperar por ali.

O Conselho Municipal de Cultura nunca foi empossado e uma das vagas continua ociosa: a de Patrimônio Histórico. O Núcleo de Estudos Afro-Indigenas da UEMA, que no inicio reivindicou a vaga para si pelo visto desistiu até de encaminhar o nome para este fim. Motivo: Segundo a Profa Maristane Rosa, “nunca houve boa vontade do município em encaminhar as coisas”. Muita calma nessa hora.

De resto ficamos todos nós trabalhadores e trabalhadoras da cultura sem perspectivas de mudança qualitativa deste quadro. Onde está nosso Sistema Municipal de Cultura, nosso Museu e Casa de Memória, nossa tradicional Feira de Artes? Ficaram pra trás, re-lembradas apenas nas nossas mentes.

17 de outubro de 2010

Coletivo Autonomia e Luta: A luta se organiza na UEMA


Diante dos quadros políticos nada agradáveis que têm surgido no seio da Universidade Estadual do Maranhão e que têm disputado o poder dentro e fora da instituição, surge o Coletivo Autonomia e Luta, que traz a pauta das grandes tarefas históricas, tanto no Estado quanto no país.

Autonomia acadêmica e administrativa para a Universidade, rompimento ideológico e físico dos muros que separam academia e sociedade, superação total dos interesses individualistas e imediatos de grupos frente aos interesses coletivos, apropriação da estrutura da universidade para fins sociais e ambientais e não somente mercadológicos, dignidade para os trabalhadores (as) da instituição. Estas e tantas outras pautas estão sendo debatidas neste exato momento na formação do Autonomia e Luta.

Os governos do Maranhão têm repetidas vezes sangrado de morte a UEMA, quer seja na negação dos 5% dos recursos que deveriam ser repassados (garantidos em lei), quer seja na transferência das decisões orçamentárias e administrativas para as secretarias de governo. O fato é que nos últimos anos alguns ex-reitores têm se utilizado flagrantemente da estrutura para fins pessoais-eleitoreiros, deixando a pesquisa, o ensino e a extensão em segundo plano e sucateando nossa universidade.

Para o cargo de reitor, o Autonomia e Luta poderá vir novamente com o nome do Prof. Juca ( na foto o do meio) que, em fase de término de seu doutorado, já aceitou o desafio. Juca disputou a reitoria na eleição passada ficando em segundo lugar. Em Imperatriz o nome a direção de centro deverá ser o de Expedito Barroso, que tentará a reeleição.

Nos bastidores conta-se que Henrique Mariano deve ser o candidato a reitoria do grupo de Anselmo Raposo, que recentemente teve a orelha puxada pela governadora Roseana Sarney, que não quer ver seu nome aparecendo como apoiadora desta candidatura.

Os outros nomes aos poucos vão saindo da moita. O prof Abyssai, do Departamento de Veterinária, já se declarou candidato, mas não se sabe ao certo qual será seu grupo político. Waldir Maranhão anda sumido mas não está quieto. É outro ex-reitor famoso por perípecias mil.

O atual reitor Jose Augusto, não confirma se poderá disputar a reeleição (releia aqui) e “namora” um eventual apoio do deputado César Pires, ex – reitor e figurinha pra lá de carimbada nas manobras políticas envolvendo a UEMA. Zé augusto já teria escolhido alguns nomes para sua curriola.

O Autonomia e Luta já é uma opção real nestas eleições na UEMA, marcadas para novembro.Estaremos observando de perto todo o processo.

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