sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Biblioteca Pública Municipal cabe 15 pessoas no máximo, no entanto...
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
UEMA muda um dos locais de prova do vestibular. Fique atento
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
O apelo de um trabalhador da cultura em Imperatriz
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Carta aos verdadeiros comunistas
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Balanço geral da II Conferência Municipal de Cultura
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Testamento de um mártir: Caso do Padre Jósimo é prescrito pela justiça
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Estudantes de Enfermagem paralisam o campus da UFMA em Imperatriz
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
PSOL é a disputa eleitoral em 2010
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
[MST-Cutrale] As laranjas e o show
Na região de Capivari, interior de São Paulo, quando alguém exagera, tem uma expressão que diz: "Pare de Show!"
É patético ver alguns senadores(as) , deputados(as) e outros tantos "ilustres" se revezarem nos microfones em defesa das laranjas da Cutrale. Muitos destes, possivelmente, já foram beneficiados com os "sucos" da empresa para suas campanhas, ou estão de olho para obter "vitaminas" no próximo pleito. Mas nenhum deles levantou uma folha para denunciar o grande grilo do complexo Monções. As laranjas, e não poderia ser planta melhor, são a tentativa de justificar o grilo da Cutrale e de outras empresas daquela região. Passar por cima das laranjas é passar por cima do grilo e da corrupção que mantém esta situação há tanto tempo.
Não é a primeira vez que ocupamos este latifúndio. Eu mesmo ajudei a fazer a primeira ocupação na região, em 1995, para denunciar o grilo e pedir ao Estado providências na arrecadação das terras para a Reforma Agrária. Passados quase 10 anos, algumas áreas foram arrecadadas e hoje são assentamentos, mas a maioria das terras continua sob o domínio de grandes grupos econômicos. E mais, a Cutrale instalou-se lá há 4 ou 5 anos, sabendo que as terras eram griladas e, portanto, com claro interesse na regularização das terras a seu favor. Para tanto, plantou laranjas! Aliás, parece ter plantado um laranjal em parte do Congresso Nacional e nos meios de comunicação. O que não é nenhuma novidade!
Durante a nossa marcha Campinas-São Paulo, realizada em agosto, um acidente provocou a morte da companheira Maria Cícera, uma senhora que estava acampada há 9 anos lutando para ter o seu pedaço de terra e morreu sem tê-la. Esta senhora estava acampada na região do grilo, mas nenhum dos ilustres defensores das laranjas pediu a palavra para denunciar a situação. Nenhum dos ilustres fez críticas para denunciar a inoperância do Executivo ou Judiciário, em arrecadar as terras que são da União para resolver o problema da Dona Cícera e das centenas de famílias que lutam por um pedaço de terra naquela região, e das outras milhares de pessoas no país.
Poucos no Congresso Nacional levantam a voz para garantir que sejam aplicadas as leis da Constituição que falam da Função Social da Terra:
a) Produzir na terra;
b) Respeitar a legislação ambiental e
c) Respeitar a legislação trabalhista.
Não preciso delongas para dizer que a Constituição de 1988 não foi cumprida. E muitos falam de Estado Democrático de Direito! Para quem? Com certeza estes vêem o artigo que defende a propriedade a qualquer custo. Este Estado Democrático de Direito para alguns poucos é o Estado mantenedor da propriedade, da concentração de terras e riquezas, de repressão e criminalização para os movimentos sociais e para a maioria do povo.
Para aqueles que se sustentam na/da "pequena política", com microfones disponíveis em rede nacional, e acreditam que a história terminou, de fato, encontram nestes episódios a matéria prima para o gozo pessoal e, com isso, só explicitam a sua pobreza subjetiva. E para eles, é certo, a história terminou. Mas para a grande maioria, que acredita que a história continua, que o melhor da história sequer começou, fazem da sua luta cotidiana espaço de debate e construção de uma sociedade mais justa. Acreditam ser possível dar função social à terra e a todos os recursos produzidos pela sociedade. Lutam para termos uma agricultura que produza alimentos saudáveis em benefício dos seres humanos sem devastação ambiental. Querem e, com certeza, terão um mundo que planeje, sob outros paradigmas que não os do lucro e da mercadoria, a utilização das terras e dos recursos naturais para que as futuras gerações possam, melhor do que hoje, viver em harmonia com o meio ambiente e sem os graves problemas sociais.
A grande política exige grandes homens e mulheres, não os diminutos políticos - não no sentido do porte físico - da atualidade; a grande política exige grandes projetos e uma subjetividade rica - não no sentido material - que permita planejar o futuro plantando as sementes aqui e agora. Por mais otimista que sejamos, é pouco provável visualizar que "laranjas" possam fazer isso. Aliás, é nas crises, é nos conflitos que se diferencia homens de ratos, ou, laranjas de homens.
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[1] Integrante da coordenação nacional do MST.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Cultura e desenvolvimento sustentável
domingo, 4 de outubro de 2009
Estado de saúde de Mercedes Sosa se agrava, diz jornal
Sosa, de 74 anos, é uma das intérpretes mais conhecidas da música regional latino-americana e a mais famosa artista argentina depois de Carlos Gardel e Astor Piazzolla.
Ela foi internada semanas atrás depois de sofrer uma complicação renal, mas seu estado piorou nos últimos dias por causa de uma falha cardiorrespiratória. A artista está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas seu prognóstico é reservado.
Na sexta-feira (2), um sacerdote que a visitou para lhe ministrar o sacramento da extrema unção no hospital de Buenos Aires onde ela está internada. O padre católico Luis Farinello disse que a cantora recebeu a unção dada aos doentes que é administrada normalmente a pessoas que estão na iminência de morrer, em cumprimento a um pedido da família e da própria Sosa. "Esperamos um milagre", afirmou o religioso.
O estado de saúde de Sosa era acompanhado por numerosos artistas, incluindo alguns que a visitaram no hospital, e por fãs, que encheram de mensagens o site oficial da cantora na Internet. Ela segue no hospital acompanhada pela família e a expectativa é que receba mais visitas nesta tarde.
"São instantes de oração. Isto tem a ver com uma situação de vida em que ela viveu plenamente seus 74 anos, fez praticamente tudo o que quis, viveu uma vida muito plena", disse na quinta-feira a jornalistas Fabián Matus, o único filho da cantora. "Mercedes sempre foi um símbolo de liberdade", acrescentou.
'La Negra'
Sosa, apelidada carinhosamente de "La Negra", por causa da cor de sua pele, ficou fora de cena por algum tempo anos atrás por um problema de saúde, mas retornou em 2005.
Neste ano, ela lançou um disco em dois volumes denominado "Cantora", em que canta em parceria com artistas como Joan Manuel Serrat, Caetano Veloso e Shakira, razão pela qual está indicada a três prêmios Grammy Latino.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
“Povo hondurenho não está disposto a deixar-se vencer”, afirma Zelaya
Após pouco mais de uma semana na embaixada do Brasil, Manuel Zelaya, ainda não viu as negociações com o governo golpista avançarem como gostaria. Para vencer a situação, afirma a necessidade de paciência e continuar as mobilizações por todo país. Tossindo muito e com uma voz cansada, ele concedeu por telefone entrevista exclusiva ao Brasil de Fato da embaixada brasileira em Tegucigalpa.
Existem negociações com os golpistas?
Há muitas aproximações, mas até o momento nenhuma deu fruto. Mas, sim, há negociações.
Como estão as mobilizações no país?
As mobilizações estão tendo bastante expressão, mas nossa comunicação está comprometida, nossos celulares foram cortados. Mas estamos resistindo com muito estoicismo, muita paciência, porque o bem supremo tem um custo e esperamos conseguir restituir o sistema democrático. As mobilizações continuam em todo país, mas estão sendo muito reprimidas pelas forças armadas e pela polícia. Há um estado de ingovernabilidade que creio que deve ser solucionado nas próximas horas. Creio que um país não pode viver em convulsão, a não ser que queiramos viver como no Afeganistão. A América Latina não merece isso, o povo hondurenho não merece.
Reverter o golpe de Estado em Honduras vai ser uma vacina contra os golpes de Estado em todos países da América, incluindo Brasil, reverter vai ser parte da história do Brasil e da América Latina por sociedades mais democráticas que respeitem a soberania popular. Estamos escrevendo história junto com o Brasil.
Como avalia a postura do governo brasileiro?
O governo brasileiro e o presidente Lula têm demonstrado sua vocação democrática ao aceitar que seja feito um diálogo a partir da embaixada, e que quem deve fazer parte desse diálogo é o presidente que eles reconhecem, o governo eleito pelo povo. Isso fala muito da estatura moral e política continental que tem o presidente do Brasil. Nós queremos que esse processo dure o menor tempo possível para devolver à América Latina a certeza de que não serão permitidos golpes de Estado no século 21.
Quais são as alternativas, caso não se consiga uma saída diplomática?
A alternativa que temos é manter a luta. O povo hondurenho não está disposto a deixar-se vencer e ajoelhar-se diante de uma ditadura militar. Então, por agora, mantemos as mobilizações e também contamos com o apoio da comunidade internacional.
No Brasil existe uma especulação a respeito de se Lula participou de algum plano para sua volta. O governo nega e diz que foi avisado uma hora antes. O senhor confirma essa informação?
Nem o presidente Lula, nem Marco Aurélio [Garcia], nem o chanceler [Celso] Amorim sabiam da minha chegada a Tegucigalpa com antecedência. Quando cheguei tinha várias opções. Mas escolhi o Brasil. Falei com o Amorim, expliquei que queria tentar algum diálogo a partir daqui, também por motivos de segurança, por temor a represálias ou de ser sacrificado pelo regime. E me disseram que podia ir. Mas só souberam nesse momento.
www.brasildefato.com.br
domingo, 27 de setembro de 2009
SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO DO ESTADO E SUAS VELHAS PRATICAS
O Secretário de Educação do Estado, deputado César Pires é do tipo que dá o tapa e esconde a mão. A pouco mais de um ano para as eleições, ele realiza 19 conferências no Estado ao custo de 700 mil ao cofre do governo.
O que significa R$ 36.842,105 por Conferência. Agora imagine onde que se gasta esse dinheiro todo, já que é servido apenas um lanche aos participantes e os palestrantes já são do quadro de funcionários do Estado. Onde é que está indo o restando do nosso dinheiro?
Em compensação verba pra aumentar o minguado salário dos professores e outros servidores da educação,não tem. Verba pra melhorar a estrutura das escolas estaduais, não tem.
TE CONHEÇO DE OUTROS TEMPOS
Cesar Pires foi Reitor da UEMA, na época em que eu coordenava o Diretório Central dos Estudantes do CESI-UEMA. Me lembro que o orçamento da universidade era sempre maior do que se via de investimento.Fizemos muitas greves por uma melhor universidade, enquanto ele fazia política com a estrutura pública.
2010 está chegando e não tenham dúvidas, o bigode de óculos estará com grande estrutura de campanha, ou pra reeleição a deputado estadual ou a federal.
sábado, 26 de setembro de 2009
A Idade Antiga
1. Aspectos comuns das civilizações antigas As civilizações antigas foram caracterizadas pela diversidade lingüística, cultural, política, social e econômica, sendo difícil enquadrá-las em um único modelo de sociedade. Mas é possível identificar nas civilizações da Antiguidade, de uma maneira geral, alguns traços comuns presentes também nos Estados indígenas do Novo Mundo (as chamadas civilizações pré-colombianas) e nas sociedades medievais. Entre as características comuns das civilizações antigas destacam-se seus aspectos pré-modernos e pré-capitalistas.
1.1 Sociedades pré-modernas e pré-capitalistas As sociedades antigas podem ser classificadas como tradicionais ou arcaicas, quer dizer, pré-modernas (pré-industriais ou agrárias, patriarcais, com forte religiosidade), e pré-capitalistas (maioria da população formada por camponeses que não dependem se salários, intenso uso do trabalho compulsório pela classe dominante)
(a) Economia agrária ou pré-industrial Apesar do desenvolvimento urbano e comercial, a terra era a principal riqueza e a agricultura e o pastoreio eram as atividades economicamente mais importantes da Antiguidade. De uma maneira geral, a sociedade antiga era mais rural do que urbana. A maioria da população vivia no campo (aldeias) ou, quando residia na cidade, trabalhava em lavouras próximas do centro urbano. Havia uma grande limitação tecnológica na produção, armazenamento, transporte e comunicações. A maquinofatura (indústria mecânica) não existia e predominava o trabalho manual/braçal e o uso da energia humana ou animal. A maioria da população rural combinava a agricultura e o pastoreio com o artesanato rústico. As cidades eram o centro da administração, do comércio, do artesanato especializado (metalurgia, cerâmica, tecelagem e utensílios de luxo) e da cultura erudita, mas eram um “prolongamento do campo”, dependentes da riqueza agrária. As elites dirigentes normalmente residiam nas cidades, mas grande parte de suas riquezas vinha do meio rural (venda de produtos agrícolas e pecuários). Os recursos financeiros do Estado antigo eram obtidos, principalmente, de impostos dos agricultores. Estratificação social mais rígida do que no capitalismo. Além da divisão em classes sociais (a partir de diferenças de renda e propriedade), havia nas sociedades antigas, em muitos casos, uma estratificação formalizada por uma divisão estamental em ordens (grupos sociais hierarquizados com privilégios/direitos baseados no parentesco ou na função reconhecidos pelos costumes e leis), resultando em uma mobilidade social relativamente mais baixa do que nas sociedades capitalistas. Hegemonia das elites agrárias. O poder político das elites dirigentes era baseado, sobretudo, no controle das terras, em geral acompanhado por privilégios de nascimento e pelo monopólio das funções burocráticas ou religiosas. Os mercadores que viviam apenas da atividade comercial, mesmo os mais ricos, raramente conseguiam superar o poder e a influência das elites agrárias, embora em algumas cidades fenícias, gregas e romanas tenha sido possível a um grupo de comerciantes compartilharem o aparelho de Estado com os grandes donos de terras. Ampla utilização do trabalho compulsório e predomínio do trabalho não-assalariado. Na Antiguidade, a classe dominante obtinha suas riquezas explorando, principalmente, a mão-de-obra de trabalhadores compulsórios (com várias modalidades de servidão e de escravidão) e, em menor escala, de trabalhadores livres dependentes, formados por diversos tipos de camponeses arrendatários. Havia também uma variedade de grupos sociais intermediários entre as elites dirigentes e os trabalhadores forçados: uma “camada média” de pequenos proprietários independentes e de artesãos enriquecidos, e uma “camada baixa” de trabalhadores rurais e urbanos pobres livres. O trabalho livre e assalariado existia, principalmente nas cidades, mas não predominava.
(b) Forte religiosidade Nas sociedades antigas, a separação entre política e religião era inexistente ou pouco desenvolvida. De uma maneira geral, o poder político tinha uma justificativa religiosa, quer dizer, era legitimado pela religião, como nas monarquias teocráticas (rei sagrado ou divino). As interpretações religiosas também predominavam na explicação dos fenômenos da natureza e da história. As grandes exceções foram a Grécia e Roma nos séculos VIII-I aC. Nessa época, a religiosidade foi relativamente menos acentuada na política grega e romana, cujos governos eram considerados representantes do povo e não dos deuses, embora muitas ações do Estado dependessem da consulta às forças divinas. Também entre os gregos e os romanos, ou ao menos entre suas elites, desenvolveu-se um pensamento de base mais racionalista que, ainda que não tenha rejeitado a religião, buscou compreender o mundo e a sociedade por meio de uma abordagem não-religiosa.
2. Antiguidade Oriental e Antiguidade Clássica A Idade Antiga costuma ser dividida em Antiguidade Oriental e Antiguidade Clássica.
2.1 A Antiguidade Oriental A Antiguidade Oriental foi constituída pelas antigas civilizações do Oriente Próximo (Ásia Ocidental e Egito), do Paquistão-Índia e da China. Na Mesopotâmia, no Egito e no Paquistão surgiram as primeiras sociedades com cidades, Estado e escrita da história, resultado dos desdobramentos da revolução urbana ocorrida no final da Pré-História. Essas três civilizações, especialmente, desenvolveram-se sob uma forte dependência de canais de irrigação e de outras obras hidráulicas associadas às cheias de grandes rios (Tigre Eufrates, Nilo, Indo). Por essa razão, ficaram conhecidas como civilizações de regadio. De uma maneira geral, as sociedades do Oriente Próximo organizadas em Estados territoriais e em impérios caracterizaram-se pelo sistema oriental. O sistema oriental foi mais típico nos dois principais centros de civilização do Oriente Próximo – o Egito e a Mesopotâmia – mas ele também existiu em outras sociedades da Ásia, da África e da América Pré-Colombiana. Politicamente ele foi caracterizado pelo Estado despótico (o “despotismo oriental”), combinando política e religião, e em termos econômico-sociais pelo modo de produção estatal-aldeão. O Estado despótico teocrático. Um reino centralizado encabeçado por um monarca absolutista e teocrático (rei divino ou sagrado), considerado responsável pela organização de obras públicas e pelo bem-estar do povo, apoiado por uma burocracia de funcionários administrativos, militares e sacerdotes. Não havia separação entre política e religião – as duas esferas estavam combinadas, com os sacerdotes e templos fazendo parte do aparelho de Estado. A religião legitimava o poder despótico do monarca. O modo de produção estatal-aldeão. Chamado também de modo de produção tributário ou asiático, foi caracterizado pelo dirigismo estatal, pela existência de uma classe dominante burocrática e pela servidão coletiva.
2.2 A Antigüidade Clássica A Antiguidade Clássica foi constituída pelas civilizações da Grécia, Etrúria, Roma e outras cidades latinas, as bases da moderna civilização ocidental. O Ocidente herdou dos gregos e dos romanos uma série de idéias, valores e padrões culturais, como as noções de cidadania e de república, o racionalismo, a filosofia, o estudo da história, o direito e expressões artísticas na escultura, na literatura e no teatro.
(a) Aspectos gerais das civilizações clássicas Enquanto os grandes centros de civilização do Oriente Próximo costumam ser descritos em termos de um sistema oriental, as civilizações da Grécia, Etrúria e Roma são caracterizadas, em suas linhas gerais, pelo sistema clássico, que alcançou o apogeu nos séculos VII-I aC. Seus principais elementos são: a maior importância econômica das cidades e do comércio, o maior desenvolvimento da propriedade privada, o uso mais intenso do trabalho escravo (o chamado modo de produção escravista) e uma organização política baseada nos ideais de cidadania e de governos eleitos e representativos, sem a legitimação religiosa típica das civilizações orientais.
(b) A estrutura econômica e social clássica A economia clássica era pré-capitalista e agrária, com um grande desenvolvimento das cidades, do comércio e do conceito de propriedade privada. A sociedade costuma ser definida como escravista, mas a maioria da população era de camponeses livres – pequenos proprietários rurais ou arrendatários. As relações sociais estavam baseadas na posse de riquezas, no parentesco, nos direitos políticos e no direito de liberdade. A aristocracia. A aristocracia era a classe dominante, constituída pelas famílias tradicionais patriarcais, com mais privilégios políticos, grandes proprietárias de terras e de escravos, liderando contingentes de agregados e dependentes (empregados livres, protegidos). O chefe dessas famílias era o pater (o pai natural ou seu herdeiro masculino), com poderes quase ilimitados. As famílias aristocráticas aparentadas (“clãs”) ou unidas por um culto comum formavam associações conhecidas como genos (em grego, plural genoi) ou gens (em latim, plural gentes). Os escravos. Eram a principal mão-de-obra da aristocracia em grande parte dos Estados clássicos (em Esparta o trabalho compulsório era uma modalidade de servidão), mas não eram necessariamente a maioria da população, nem dos trabalhadores. (c) A estrutura política clássica A civilização clássica foi baseada, inicialmente (séculos VIII-I aC), na cidade-Estado clássica (polis em grego, civitas em latim), um Estado constituído por uma comunidade de cidadãos controlando um pequeno território, que manteve a Grécia e a Itália fragmentadas politicamente durante séculos. Os cidadãos eram os indivíduos com direitos e deveres políticos (poder votar, ser eleito e ser proprietário de terras, dever de lutar pela comunidade). Não eram cidadãos as mulheres, os escravos e os estrangeiros. Regimes republicanos. As cidades-Estados clássicas eram repúblicas (governos eleitos pelos cidadãos e limitados pela lei) com oligarquias e democracias, em uma situação de relativa secularização da política (menor presença da religião na política). Em épocas de crise política e de guerra civil na cidade-Estado surgiam governos pessoais autoritários, as tiranias, muitas vezes com apoio popular.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Fundação Cultural de Imperatriz
domingo, 13 de setembro de 2009
A matriz de todos os problemas
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
COMITÊ PRÉ-SAL EM IMPERATRIZ
Do Blog do CinquentinhaItz:
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Nota do DCE JM a sociedade sobre o resultado do ENADE recente
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
IV Festival de Musica de Imperatriz
Intocáveis e invisíveis
domingo, 6 de setembro de 2009
CAMPANHA: “ATINGIDOS POR MADEIRA”
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
José Anselmo dos Santos, Cabo Anselmo
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Heloisa Helena é ou não candidata ?
Sim e não. Sim ela deverá por o nome a disposição, mas não, não será ao pleito presidencial. As pessoas costumam me indagar sobre isso e a analise que eu faço é a de que a nobre companheira Heloisa Helena não deverá disputar a presidência do Brasil. Com certeza ela sai para disputar o senado em Alagoas, e garantir assim o projeto de ficar oitos anos no cargo. Dessa forma ela sairia à disputa (presidencial) pra valer em 2014 e sem ter o desgaste de que se caso perca, não ficar no limbo completo. quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Veja quantas mentiras...
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Fenômeno solar desperta curiosidade de imperatrizenses
domingo, 30 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Brasil teria ajudado o golpe que derrubou Allende no Chile
Uma bela chance...
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Belchior desaparecido?
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
A invenção Marina
domingo, 23 de agosto de 2009
Duas Luas no céu ?
sábado, 22 de agosto de 2009
PSOL e PCB reúnem-se hoje para debater conjuntura política
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
O que está acontecendo com a realidade?
Realidade enquanto conceito histórico, ou seja, temos que entender por que as mais diversas contradições do real, objetivo, estão sendo atualmente trabalhadas do ponto de vista da classe historicamente dominante. Por que o projeto Lula/PT falhou desastrosamente e quais suas reais conseqüências para esquerda nesse país chamado Brasil e no mundo. É preciso a priori, questionar nas origens onde esse projeto político entrou em contradição, provocando assim uma reflexão que nos possibilite perceber sua trajetória de concepção e decadência, ao qual logrou desastroso resultado para toda a classe trabalhadora. Lógico que ai não descartaremos a analise cultural, das representações e das mentalidades, impostas por uma cultura ligada proeminentemente ao modo de produção capitalista, e aos meios de comunicação de massa, que escamoteiam a real perspectiva dos trabalhadores e legitimam a exploração de uma minoria, sobre a maioria. Lembrando que a idéia de decadência do mundo ocidental sempre esteve presente nos debates historiográficos e filosóficos, o que significa que em termos de dados analíticos não nos faltará fundamentação teórica para afirmar categoricamente que de certa forma “o fim do capitalismo está próximo”. Mas não é intenção deste texto ter caráter determinista, mas tecer, costurar elementos que possibilitem uma leitura de conjuntura ampla, que ajude a visualizar as diversas possibilidades da razão e do pensamento a encontrarem saídas para a humanidade. Isso por que, atualmente:
1)Temos a vitoria proeminente de José Sarney, oligarca-mor do Estado mais pobre da federação, penúltimo em IDH, onde reina a lógica do salve-se quem puder e do trogloditismo capitalista por parte das grandes empresas.
2)Temos aliados a esse projeto o assim chamado Partido dos Trabalhadores, e sua cúpula dirigente que através da manipulação, mente e desnorteia sua base, que numa fase de inocência deixou-se ainda levar por algum tempo pelo projeto “neo-petista”.
3)Nesta fase, teremos ainda os Movimentos Sociais mais combativos de certa forma alijados e impedidos de manifestarem seus conteúdos programáticos para a base. Não obstante a tudo isso, há uma descriminalização tímida por parte de alguns setores do governo “neo-petista”, o que ainda provoca certa fúria na direita.
4)A vanguarda de lutadores, intelectuais orgânicos e defensores dos interesses contra o capital, começam a criar outras instâncias de luta, mas ainda de forma tímida, devido ao refluxo causado pela crise da esquerda, por sua vez causada pela articulação tucano x petista que se reveza no poder e assusta, pois joga no limbo toda discussão política, fazendo valer a máxima de que “todo político é ladrão”.
Esse episódio reforça a necessidade do avanço da organização classista e independente dos trabalhadores. É preciso reconstruir um real movimento de massas, capitaneado pelo proletariado, visando á denúncia das mazelas do regime político, econômico e social vigente. Além da denúncia, é indispensável realizar o trabalho de elucidação das causas da corrupção do regime e de suas instituições e a premente necessidade de construir outros instrumentos para avançar nos aspectos políticos, ideológicos e organizativos que resultem na mudança estrutural da sociedade brasileira. Continuo logo mais......
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
DCE/UEMA, Casa das Artes e Ocuparte exibem hoje documentários sobre Mata Grande
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Eleições 2010 ( Presidente)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
É presiso explicar por que o mundo de hoje, que é HORRÍVEL, é apenas UM momento do longo desenvolvimento histórico
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Vereador Rildo Amaral cassado?
domingo, 16 de agosto de 2009
20 anos sem Raul Seixas
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
INAUGURAÇAO DE BIBLIOTECA - CASA DAS ARTES
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Os desafios....
..... Outro fato que chamou a atenção foi á discussão recente entre dois companheiros (que acredito ainda serem de luta) sobre a política do governo Lula em relação ao meio ambiente. O pano de fundo: o fato de Marina da Silva, estar possivelmente indo pro PV, para uma possível disputa eleitoral a presidência em 2010. Eu sempre acreditei que Marina sairia candidata, mas pelo PT, e não pelo PV, partido que aglutina ao redor de si, setores abertamente de direita (no sentido de reacionários mesmo) e que vez ou outra vira partido de aluguel para quem quiser pagar mais. Pois bem, a discussão dos companheiros se dava pelo fato de Marina já ter tido uma militância que não condizia com esse pressuposto e que o que estava acontecendo era uma aliança de caráter fisiológico, ou seja, do toma lá da cá. Tenho pena dos companheiros que ainda ousam achar que o PT representa a luta por uma política mais transparente e coletiva. O PT virou um mar de lama, um esgoto pelo qual passa todos os dejetos, mas que ainda existe vida e que pode ser reaproveitada,mas em outras circunstâncias. Há bem da verdade não adianta de nada moralismos na política do atual sistema que aí está, desde que o Brasil deixou de ser colônia de Portugal, a nação entrou em um processo de extrema turbulência e de conflito, entre uma elite burguesa estúpida, e a senzala, que não entendia por que tanto sofrimento, as estruturas mudaram um pouco mas a lógica perversa continua a mesma.
TERRAS DA AMAZÔNIA: Muito na mão de poucos
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
PSOL recorre de arquivamento de ações contra Sarney
terça-feira, 4 de agosto de 2009
..."tudo em família"...
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Sem Terra sofrem despejo violento no Maranhão
sexta-feira, 31 de julho de 2009
II Congresso Estadual do PSOL
terça-feira, 28 de julho de 2009
Trabalhadores receiam despejo violento no Maranhão
EMISSORA: Oligarquia Sarney poderia perder a Mirante...?
segunda-feira, 27 de julho de 2009
MST ocupa a fazenda do juiz acusado de manter trabalhadores escravos no MA
Por uma frente classista e socialista nas eleições de 2010!
"As eleições de 2010 já começam a centralizar a vida política do país. Por um lado, o governo, fazendo todos os esforços para adiar os piores efeitos da crise econômica e se apoiando na popularidade que ainda tem para emplacar Dilma Rousseff como continuidade do projeto petista. Do outro, a oposição burguesa (PSDB e DEM), buscando capitalizar o possível desgaste de Lula em função da crise, fazendo críticas as corrupções do governo petista e apostando na falta de memória do povo, tentará voltar ao poder com Serra ou Aécio.No entanto, o mesmo programa capitalista une esses dois campos. Todos defendem a continuidade do plano econômico de Lula, que era o mesmo de Fernando Henrique Cardoso.
O petista era amigo de Bush e é “o cara” de Obama. FHC era também o queridinho dos governos imperialistas. Esses dois pólos burgueses se juntam também na corrupção, como se manifestou no mensalão de Lula e na farra das privatizações de FHC. Agora mais um exemplo: Sarney se mantem no cargo pelo apoio direto do governo, mas por que tanto o PSDB como o DEM também se beneficiaram dos atos secretos no Senado.A dura luta é para ver de quem é a vez de assaltar os cofres públicos. Já está armada, portanto, mais uma falsa polarização eleitoral entre dois setores burgueses com o mesmo projeto para o país.
Os governistas (PT, PCdoB, PDT, PSB) vão se utilizar do medo da “volta da direita” ao poder. Na verdade, eles também fazem um governo de direita, com vantagens para a burguesia, mas os trabalhadores se iludem pensando que está do seu lado.A oposição de direita vai querer apostar na falta de memória do povo, no esquecimento do desastre que foi FHC. Dessa forma, José Serra ou Aécio vão aparecer como novidade.A tragédia é que esses dois campos podem continuar majoritários nas eleições de 2010. O governo já demonstrou que pode seguir ganhando, apesar da crise econômica. As eleições europeias mostraram também que o desgaste de partidos social-democratas, como o PT, pode ser capitalizado pela direita e não pela esquerda.É fundamental, portanto, articular com todas as nossas forças um terceiro campo, dos trabalhadores. A fragmentação da esquerda pode favorecer essa falsa polarização. O PSTU chama o PSOL e o PCB, junto com os ativistas do movimento sindical, popular e estudantil, a compor uma frente eleitoral classista e socialista para as eleições de 2010..."
O texto acima me chegou pelo e-mail, enviado pelo companheiro Italo Bolcho, da Secretaria de Juventude do Pstu Nacional. Otima ideia.
É hora de unir os socialistas na luta e nas eleições.
domingo, 26 de julho de 2009
Da greve ao mundo: carta das vítimas da Vale no Canadá
sábado, 25 de julho de 2009
Em breve na cidade o site PRAÇA DA CULTURA
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Programações culturais da UFPA são canceladas por morte de estudante
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Por uma Universidade da Região Tocantina
quarta-feira, 15 de julho de 2009
“Temos guardado um silencio bastante parecido com a estupidez...”
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Os sonhos não envelhecem: DCE/JM
O FANTÁSTICO MUNDO DE BOBY
terça-feira, 7 de julho de 2009
Banda Mortos - Rock Pesado Made in Imperosa
Conversei com um dos integrantes dos Mortos (esse tava bem vivo), Bruno Aguiar, baterista e um dos fundadores da banda. Foi uma conversa rápida pelo MSN mesmo, já que não tivemos tempo de nos encontrar pra um bate-papo. Pelo visto o show do dia 10, na Broadway, com participação de bandas internacionais e dos veteranos bahianos do HEADHUNTER DC, deve ta super corrido pra os organizadores.
CL: Quanto tempo já tem de banda Mortos?
Bruno: Esse ano a Mortos esta completando sete anos
CL: O que vc acha que mudou em relação a sua musica de lá pra cá?Se vc's continuam fazendo o mesmo estilo ou acha que houve uma mudança..?
Bruno: Em 2002 a banda inicia suas atividades buscando fazer música própria, sempre com a intenção de executar um Death Metal tradicional. Com a saída de membros da banda e um comprometimento maior desses novos membros, a Mortos buscou uma melhoria no seu trabalho, vendo atravéz dessa perspectiva a banda apesar de não mudar o estilo, mudou muito sua sonoridade.
CL: E quanto ao publico, vc acha que melhorou o numero de fãs do estilo?
Bruno: Acredito que a cada dia o Death Metal, e isso incluído a Mortos, mais pessoas se interessam por essa sonoridade mais agressiva, juntando uma musica bem trabalhada, agressiva, técnica e com letras que possa passar algo legal pra galera.
CL: O Festival Metal Chaos tá em sua décima primeira edição e dessa vez traz bandas de fora do Brasil, como ta sendo a luta pra realizar este que é um evento de peso?
Bruno: Na verdade estamos na nossa décima segunda edição e vamos contar com bandas internacionais. Pra gente é um desafio muito grande, pois fazer um evento alternativo em uma cidade que sua cultura gira em torno do forró e sertanejo. Muita dificuldade durante todos esses anos mais sempre buscando lutar para que a cena local possa estar prestigiando eventos de qualidade.
CL: Qual sua opinião sobre o trabalho dos já historicos bahianos da banda Headhunter DC ?
Bruno: Puta banda, que esta na cena a mais de 20 anos representando o death Metal brasileiro em terras extrangeiras de forma muito competente.
