4 de outubro de 2019
24 de abril de 2019
Senador Weverton entrega para ministro Marcos Pontes projeto que cria royalties do foguete
24 de agosto de 2016
POR UMA IMPERATRIZ MAIS PARTICIPATIVA E COM ACESSO AS INFORMAÇÕES
Pensemos nisso!
20 de junho de 2016
Governo convida Pepe Mujica para visitar Maranhão
2 de junho de 2016
IMPERATRIZ SERÁ SEDE DA SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA E O LANÇAMENTO ACONTECERÁ NO DIA 02 DE JUNHO NO AUDITÓRIO DO CESI-UEMA.
Há quase duas décadas Imperatriz vem se destacando regionalmente como pólo de educação universitária. Eu defendo a tese de que um dos fatores que impulsionaram a cidade a sair da estagnação econômica das décadas de 80 e 90, em que a economia da cidade era movimentada por atividades não sustentáveis, foi a chegada de milhares de alunos de outras cidades e de outros estados que aqui vinham em busca de conhecimento, capacitação profissional e um diploma.
Este grande número de pessoas impulsionou o comércio, a construção civil, o mercado imobiliário, restaurantes e diversos outros segmentos ligados de forma direta ou indireta à educação universitária, consequentemente vieram novas empresas, shoppings e indústrias. Portanto, no meu entendimento, nada mais do que justo do que a cidade ser sede em 2016, da SNCT - SEMANA NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA.
A SNCT tem como objetivo principal divulgar e tornar acessível a toda a população o conhecimento científico. A cada ano propõe-se um tema relevante e atual, para mobilizar a população a respeito de atividades sobre Ciência, Tecnologia e Inovação. Neste ano, o tema adotado será: "A CIÊNCIA ALIMENTANDO O BRASIL". O lançamento será no dia 02 de junho (quinta-feira) no auditório da UEMA, Campus de Imperatriz, às 18:30h.
Lembrando que hoje é apenas o lançamento. O inicio da SNTC acontece em outubro. Os interessados em enviar trabalhos para apresentação devem procurar o endereço eletrônico http://www.secti.ma.gov.br/
FONTE: Blog do Marcelo Lira
22 de outubro de 2013
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6 de setembro de 2011
EXPEDITO BARROSO RESPONDE AO JORNALISMO DE CARLOS GABY
Em resposta a uma máteria publicada no Blog de Carlos Gaby - Prenssa Libre - recebi o texto abaixo do Professor Expedito Barrosso. Fui procurar a dita máteria do colega blogueiro e ao que parece ele a retirou "do ar". Na materia Gaby faz sérias acusações e denuncias sobre a estrutura administrativa e tecnologica da UEMA e alguns professores:Carlos Gaby,
Dito isto, repilo sua postagem do dia 05 de setembro, estranhamente repetida três vezes, e exigr sua retratação postando esse e-mail no seu blog, por ser sua postagem uma ilação, inverídica, e atentar contra a honestidade científica e intelectual e a ética de vários professores pesquisadores que desenvolvem atividades de pesquisa utilizando a espectrometria de absorção atômica nas áreas das Ciências Naturais e Ciências Agrárias no Centro de Estudos Superiores de Imperatriz CESI/UEMA.
Adquirdo com recursos da FINEP, o equipamento citado de modo leviano por você como "enferrujando", foi instalado em 2008, e desde aquela data, o mesmo está em pleno funcionamento. Veja os indicadores: 21 projetos de pesquisa desenvolvidos ou em execução, 09 Bolsas de Iniciação Científica da UEMA, FAPEMA ou CNPq, para formação e capacitação de alunos de alunos na pesquisa, 03 trabalhos de Pós-Graduação.
Vários desses trabalhos inclusive, foram premiados em eventos estaduais como o SEMIC/UEMA e a FECITEC, e foram apresentados em eventos nacionais como Congresso Brasileiro de Agronomia CBA, da Associação Brasileira dse Química - ABQ e da Sociedade Brasileira de Química - SBQ e em eventos internacionais como a MILSET-Chile. Já foi realizado trabalho conjunto com pesquisador da UFMA, e até consultoria para a Defensoria Pública do Estado do Maranhão sobre a poluição hídrica da localidade Piquiá de Baixo foi feita usando o equipamento.
Atualmente, o Professor Dr. Jorge Diniz de Oliveira, principal usuário do equipamento, e Chefe do Departamento de Química e Biologia, órgão onde o equipamento está patrimoniado, tem um projeto de pesquisa financiado plea FAPEMA, e duas Bolsas de Iniciação Científica, uma BIC/UEMA e uma BIC/FAPEMA, que serão desenvolvidos e executados utilizando o Espectrômetro.
O que o blogueiro cita como incompetência, má vontade e má gestão, é facilmente constatado como leviandade, desconhecimento e preguiça intelectual pelos dados apresentados acima, acrescidos ao fato de o CESI/UEMA ter sáido de 06 Bolsas de Iniciação Científica em 2006 para uma média de aproximadamente 20 por ano nos últimos 05 anos, trabalho coletivo liderado por essa Direção. Além, de ter sido por mim viabilizado com Deputados Federais cerca de seiscentos mil reais do OGU, para aquisição de equipamento para o CESI, de ter sido viabilizada a cessão de 5 hectares do Sindicato dos Produtores Rurais de Imperatriz - SINRURAL, para a construção e implantação do campus de Ciências Agrária com recursos do orçamento da União de 2011 via emenda da bancada federal maranhense, da viabilização de publicação de livros, de atividades de extensão, de participação junto à sociedade como Conselhos os mais diversos, etc. Tudo disponível nos sítios do governo [CGU, MEC, Câmara], na plataforma Lattes, no sítio da UEMA, nos anais dos congressos, na UFMA, na Defensoria Pública do maranhão e noticiários.
E concordo com você que é vergonhoso usar da futrica política, principalmente para atacar o trabalho de professores, pesquisadores e gestores da UEMA. E mais: é descreditório.
Quanto à sua "fonte" docente, não sei se se trata de algum colega da Universidade Estadual. Sei que ela é imprópria para o consumo, pelo menos dos homens e mulheres que tem na verdade, no trabalho, no compromisso social e na decência algumas das virtudes de vida e de conduta.
Quanto a tentar macular a imagem do IFMA da forma como foi escrito, assim como em relação à UEMA, é uma aula às avessas: de total ausência do fazer jornalístico. Mais uma barrigada: o CETECMA não está funcionando precariamente, está fechado.
Repelindo de forma convicta uma vez mais, e esperando sua dignidade em publicar o que escrevi da forma com você fez com seu post, seria bom para a Educação em Imperatriz que o blogueiro contribuísse com uma atitide proativa, séria e responsável na cosnolidação da nossa cidade como Polo de Ensino Superior, em vez de fazer o que faz.
Como cantou o poeta Gilberto Gil: "Se oriente rapaz.
Prof. M.Sc. Antonio Expedito F. B. de Carvalho
Diretor CESI/UEMA
13 de janeiro de 2011
Cuba registra primeira vacina terapêutica contra câncer

11 de dezembro de 2010
Manifesto por uma Universidade Sul do Maranhão
O presente artigo busca viabilizar através do debate com a população da região sul do Maranhão, em especial a região Tocantina, subsídios teóricos e práticos para articulação de uma nova universidade pública, de caráter federal ou estadual, que possibilite responder aos anseios da sociedade em termos de tecnologia,desenvolvimento e preservação dos recursos naturais, flora e fauna.
Vivemos a chamada “era do conhecimento”. As novas relações econômicas (setor terciário ou de serviços intangíveis) potencializam a importância da tecnologia de informação para o conhecimento de todos os processos produtivos. Nos países desenvolvidos e nas grandes metrópoles esses serviços já superam em larga distância os setores da indústria e da agricultura, antes tradicionais motores da economia. Segundo o renomado economista Ladislau Dowbor, em seu livro “O que acontece com o trabalho?” (2006), essas mudanças na configuração econômica representam uma verdadeira revolução, não mais como “revolução da infra-estrutura”, como a ferrovia ou o telegrafo, ou de maquinas, mas de sistemas de organização do conhecimento, ou seja, é a própria forma de se inovar tecnologicamente que está sendo revolucionada. Essa mudança surge de forma sensivelmente ligada à necessidade de se apresentar novas relações econômicas, de se vencer os desafios ligados à condição do homem na natureza e na sociedade. Que seja capaz de produzir e gerar riqueza de forma sustentável, que apresente um desenvolvimento social e vença os diversos desafios que são impostos pela ciência. Afinal o mundo mudou muito desde a era da Revolução Industrial, não dá mais pra se poluir tanto com outrora, só pra citar um exemplo. Inicio este texto com algumas dessas considerações para ilustrar e sustentar a tese que mais adiante tratarei melhor. Vamos agora a segunda parte da analise, e que servirá também de arcabouço teórico.
Imperatriz representa hoje não apenas a segunda cidade do Estado do Maranhão. Sabe-se claramente que além de um ser um dos principais pólos econômicos do Nordeste, entre os 20 municípios nordestinos com o maior PIB, a cidade possui o diferencial de ter seu mercado alargado a mais de 80 municípios, segundo o historiador Adalberto Franklin, Imperatriz exerceria sua influência direta num raio onde residiria cerca de 1,6 milhões de habitantes. Com 157 anos de emancipação (bem completados agora), a cidade é um grande centro comercial e distribuidor, atacadista e varejista, possuindo um elevado consumo de bens e serviços, onde as pessoas visitam para comprar, vender, tratar-se medicamentosamente, utilizar serviços jurídicos e outros. Não obstante a tudo isso, a cidade sofre com a falta de projetos verdadeiramente ligados com as potencialidades econômicas que lhe compete. Os entraves peculiares são na maioria ligados a falta de uma “intelligentsia”, que perceba a necessidade de demandas para melhor aproveitamento de seu potencial produtivo. Isso por que Imperatriz possui em seu entorno (além de parcerias com as cidades vizinhas) terras agricultáveis de qualidade, um rio fértil e ainda não totalmente poluído, (mas que se encaminha para isso) e principalmente, a vocação comercial e a estrutura necessária para as atividades econômicas semelhantes as grandes metrópoles, como os setores de conhecimento, da tecnologia, do assessoramento, da intermediação e do gerenciamento e comunicação. Ainda segundo Franklin, em seu livro Historia Econômica de Imperatriz:
“A baixa produção agrícola e agroindustrial, porem, é responsável por uma elevada evasão financeira, fazendo com que o comercio local seja essencialmente, um entreposto comercial de mercadorias produzidas em outras regiões [...] O investimento necessário em tecnologia, subsídios e disseminação de conhecimentos, em médio prazo, seriam muito mais baixos que os dispêndios e concessões dados aos grandes empreendimentos que se instalaram no Estado”.
Explico melhor: a região possui uma agenda própria no que diz respeito a varias dessas questões. Os impactos sócio-ambientais dos grandes projetos, do saneamento, os produtores do terceiro setor nos municípios, quer seja pela siderurgia ou pela indústria da celulose, da agricultura de escala, enfim, todos poderiam utilizar da estrutura da Universidade, no sentido mais amplo que este termo possa ser entendido. Alem disso o setor educacional no nível superior, ganharia mais celeridade, já que não dependeria de uma administração fora da região, diminuindo assim a burocracia estatal e de acesso ao ensino superior. Infelizmente UEMA e UFMA não podem ter essa AUTONOMIA devido a sua própria dinâmica interna, que possui seu maior contingente de mestres e doutores
21 de novembro de 2010
Usinas Nucleares estão previstas para o Nordeste
A localização das próximas duas usinas nucleares é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro e será assunto no primeiro "encontro de negócios" da área, na próxima terça-feira, dia 23, em São Paulo. Na ocasião, será debatida a possibilidade de a iniciativa privada construir e operar essas novas instalações, por meio de concessões, como já acontece com usinas hidrelétricas. Sabe-se de certo que as duas próximas usinas nucleares brasileiras serão construídas no Nordeste, às margens do rio São Francisco, a localização exata depende de uma decisão política do futuro governo Dilma Rousself. Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe disputam a central.
Segundo noticia veiculado no Jornal O Estado de São Paulo, estudos da estatal Eletronuclear sobre a localização das próximas quatro usinas, programadas para entrar em funcionamento até 2030, levantaram obstáculos técnicos à construção de instalação nuclear no Sudeste. Grandes concentrações populacionais, pouca disponibilidade de água e, paradoxalmente, a presença de grande reservatório subterrâneo, o aquífero Guarani, são quesitos que desaconselham o funcionamento de uma central nuclear em São Paulo, por exemplo, de acordo com avaliação realizada pela estatal.
Não está descartada a ampliação das instalações de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, cidade que já abriga as duas primeiras usinas brasileiras. Angra 3 teve as obras retomadas recentemente, depois de mais de 20 anos de paralisação. Minas Gerais e Espírito Santo também têm áreas que são avaliadas pela empresa.
O Brasil é signatário do acordo internacional da Não-Proliferação de bombas atômicas e armas nucleares em geral, no entanto, vêm demonstrando através de seu governo que domina tecnologias de peso no assunto. Será?














