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30 de novembro de 2020
21 de julho de 2020
Em breve estaremos em novo endereço
Ami@s e leitor@s que nos acompanham pelo nosso site de notícias: carlosleen.blogspot.com ou pela Coluna Sonar do Portal Correio:
Estamos melhorando nossa experiência por essas plataformas.
Após doze anos utilizando a plataforma Blogger para publicar nossas informações e textos, vamos migrar pra um domínio próprio no HotsGator e com isso profissionalizar mais ainda nossa interação nas redes.
Isso, óbvio demanda um tempinho pra ser concluído. Vamos ter domínio e design gráfico totalmente novos. Já estava mais do que na hora.
Obrigado pela audiência e pelos milhões de acessos que acumulamos ao longo do tempo.
Em breve estaremos também com outros novidades no site.
Estamos trabalhando pra isso.
27 de abril de 2020
Na era das "fake news", a verdade incomoda mais ainda
Em mais de dez anos atuando nas redes sociais no intuito de (in)formar opinião, gerando conteúdo critico e transparente, cometi alguns erros, deslizes.
Mas nunca os fiz por omissão.
Clique aqui e ouça Rádio Timbira
Faz parte da arte sagrada de transmitir os fatos, vez ou outra incorrer em notas nem sempre 100 % exatas. E isso ocorre não por má fé, mas por afã de noticiar em primeira mão.
Identificado o erro, resta ao profissional da comunicação dar o contorno mais exato da notícia. Admitir que errou não é feio contundo, permanecer no erro é completamente desonesto.
Na última quinta (23) noticiei a provável saída de Sérgio Moro do governo Bolsonaro. Nossas fontes em Brasília foram categóricas em afirmar que haviam indícios fortes sobre isso, porém nada confirmado ainda.
E aí como eu fiz ? Primeiramente relatei a situação de crise e o fato em si. Depois fiz um desenho do cenário em se constatando a veracidade dos fatos. O terreno ficou em aberto para que em não se concretizando a notícia, se pudesse fazer os links certos.
Foi o suficiente para a rede virtual de apoio ao atual presidente da república vociferar deboches e insultos, desdenhos e risadinhas histéricas. E como todos sabem, o nível deles é abaixo de qualquer nível.
Contudo o fato aconteceu. A saída de Moro é uma realidade. O gado bolsonarista (apelido de quem segue a manada, sem pensar) ficou caladinho por um tempo mas depois tratou logo de relativizar os fatos com saídas nada elegantes bem ao estilo deles. Moro foi chamado até de "comunista".
Sabe-se agora que Bolsonaro preocupado com os filhos, tenta nomear um compadre (claramente) seu para chefiar a Polícia Federal. Que o filho "zero dois" está implicado até o pescoço com indícios de ação criminosa por uso de "fake news".
Se as autoridades e o povo irão permitir, não se sabe ainda.
E a vida segue em meio a pandemia. Nosso trabalho nas "trincheiras virtuais" vem sendo cumprindo no limite da retidão. Por isso há reconhecimento e uma certa audiência. Sem ações judiciais e sem ofender a vida pessoal de ninguém.
Infelizmente a enganação parece rodar mais rápido que a verdade. As mentiras e a galhofa são expedientes só deles.
21 de abril de 2020
Luto: jornalismo maranhense perde Roberto Fernandes
O jornalismo no Maranhão está de luto. Morre o repórter Roberto Fernandes, um dos mais conhecidos e longevos profissionais do Sistema Mirante.
Apresentador de mão cheia, Fernandes era daqueles apresentadores que buscavam manter integridade junto com a notícia. Característica digna de nota nos dias de hoje .
3 de março de 2020
Sobre a entrevista de Flavio Dino ao programa “Poder em Foco”
O governador do Maranhão concedeu entrevista ao jornalista Fernando Rodrigues, apresentador do programa “Poder em Foco”.
Em falas ponderadas, Dino analisou as atuais circunstâncias que envolvem o avanço das forças civilizatórias no país diante de nítidos retrocessos, baseados em discursos de ódio.
Dino deve ter desagradado setores mais dogmáticos da esquerda em um trecho da entrevista ao afirmar que é preciso “retirar” o termo comunista da sigla por causa do preconceito ideológico e político que foi difundido em cima da questão.
“Todos podem, menos o PCdoB. Ou seja, cobram que nós sejamos dogmáticos. Às vezes nos criticam dizendo: ‘O PC do B está traindo o seu ideário’. Mas por quê? Uma atualização não é necessária? Claro que é necessária”, afirma.
Estratégias
No plano político este movimento deve abrigar todas as forças progressistas e civilizatórias de nosso país. Se a esquerda sectarizar e não for ampla e generosa, fazendo uma inflexão consciente para o centro, buscando estrategicamente isolar a extrema direita, não se combaterá com consequência o inimigo maior e mais perigoso.
29 de janeiro de 2020
Coluna Sonar e as novas da Política
Deputados do MA visitam Sobral - CE
“Volto motivado e com muitas ideias que, somadas à competência de nossa gente, serão fundamentais para a elaboração do nosso plano de governo que será o nosso compromisso com nossas crianças, com os pais, com as famílias de Imperatriz”. Afirmou o Dep. Estadual Marco Aurélio sobre a comitiva de deputados do Maranhão (ver foto de capa) que visitaram a cidade de Sobral – CE. O município é referência em Educação Pública no país estando em Sobral cinco dos 10 melhores colégios públicos do Brasil nesse nível de ensino.
Assis Ramos
Alguns analistas políticos questionam por que o atual prefeito Assis Ramos vem sendo o pré-candidato mais queimado nestes momentos iniciais de ano eleitoral e, já que é assim, por que o atacar todos os dias? A resposta me parece bem simples. O atual gestor é ele, portanto, o alvo natural já que responde diretamente pela máquina pública. Como diria o ditado: “Rei morto, reis posto”
E....
Tem circulado um vídeo em que Assis palestrava em uma escola da rede municipal sendo bastante questionado por alunos da comunidade. Uma professora gravou um áudio afirmando que possui fotos onde os alunos têm que levar a própria água para beber pois a escola não teria água potável, dentre outros problemas. A Coluna está aberta a esclarecimentos.
Fake News
É falsa a notícia de que o Porto do Itaqui poderia ser porta de entrada do mais novo problema de endemias do planeta: o coronavírus. Todos os navios que chegam ao porto são monitorados pela Anvisa e só atracam se a Declaração Marítima de Saúde estiver de acordo com o protocolo vigente. Se depender da boa gestão da Emap, não vai ser pelo Porto do Itaqui que o coronavírus entrará no Maranhão.
O PT em São Luis
O petista ludovicense, Marcio Jardim, vem tendo o nome ventilado para a disputa na capital. Outro nome é o do deputado estadual Zé Inácio. O PT é o partido com um dos maiores tempos de TV, além de ser uma das maiores siglas do país.
Nacional
O PT Nacional sinalizou a possibilidade de ter o governador do Maranhão Flavio Dino como cabeça de chapa em 2022 não sendo necessariamente obrigatório filia-se a sigla. Dino agora sob a plataforma do “Movimento 65” iniciará uma série de viagens pelos estados do Brasil com o objetivo de atrair apoio de pessoas e lideranças do chamado centro político.
23 de janeiro de 2020
Flávio Dino se define como “militante antibolha” e afirma que é necessário abrir o diálogo
O governador do Maranhão tem feito uma maratona de entrevista e reuniões durante as semana iniciais de 2020.
Desta feita Flávio Dino concedeu entrevista a TV Folha/UOL, as jornalistas Thais Arbex e Constança Rezende. Caso você seja assinante, clicke aqui e veja na integra.
Ou leia abaixo um breve resumo:
Empenhado em construir uma frente ampla, que reúna a esquerda e partidos de centro, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), diz que, hoje, "ninguém tem força hoje para conter, sozinho, essa avalanche que está aí".
Segundo ele, para que a esquerda vença as eleições, é preciso "sentar com quem pensa diferente de você". "E não tem nada de pecaminoso."
Por isso, o governador, que se define como um "militante antibolha", diz preferir o apresentador Luciano Huck dialogando com ele do que com o presidente Jair Bolsonaro.
"O Brasil vive uma conjuntura de trevas. Nós temos uma ameaça objetiva à vida democrática, à dissolução da nação. O nazismo está entronizado como política de Estado daqui e de acolá. O vídeo desse secretário [Roberto Alvim] não é algo isolado. É preciso ter responsabilidade", afirmou ao programa de entrevistas da Folha e do UOL, em estúdio compartilhado em Brasília.
Dino se refere ao vídeo com referências ao nazismo protagonizado pelo então secretário e que levou à sua demissão.
"Eu tenho responsabilidade com o Brasil e, por isso mesmo, não fico olhando preconceitos e rótulos, porque eu sei o tamanho dessa ameaça. O que estou procurando fazer é não deixar essa tal dessa bolha se cristalizar. Isso seria ruim para o Brasil."
DEMISSÃO DE ROBERTO ALVIM
"É importante assinalar que o episódio traz uma conquista civilizacional e democrática importante.
Por outro lado, é também importante destacar que a demissão do secretário é insuficiente, na medida em que não houve a revogação da concepção que embasou os anúncios que foram feitos pelo próprio presidente da República.
É fundamental que, em complemento a essa necessária atitude de demissão do secretário, que fez, na prática, apologia de um dos piores momentos da história da humanidade, haja também a revisão da política cultural no sentido de que ela não seja extremista, não seja excludente, não seja ontologicamente violenta."
FABIO WAJNGARTEN
"Nós temos claramente uma situação em que há uma confusão entre o papel próprio do agente público e transações no mercado. E isso não é possível porque distorce um dos valores da nossa Constituição, que é a chamada livre concorrência.
Ora, se você tem um agente público comprometido com algumas empresas, naturalmente isso significa dizer que há objetivamente, independentemente de intenções, uma política de favorecimento de uns e prejuízos a outros.
Ou ele se livra das empresas privadas, hipótese número um, deixa de atuar no mercado diretamente ou por interposta pessoa, ou sai do governo.
O que não pode é ter a chamada porta giratória, em que o mesmo cidadão ora está dentro ora está fora.
Na medida em que até o presente momento, após a revelação dos fatos, não houve nenhuma atitude por parte de quem deveria tomar, no caso o presidente da República, é que claro que pode se configurar uma conivência com uma prática ilegal. "
RELIGIÃO E POLÍTICA
"A religião é algo positivo para a sociedade, é algo inerente à vida humana, desde os seus primórdios.
Eu, particularmente, tenho a minha crença religiosa e a prático e a defendo, mas claro que não é possível, em nome da chamada laicidade do Estado, que eu transforme a minha concepção religiosa em uma imposição para as outras pessoas.
Por isso, a laicidade é um mecanismo de proteção da liberdade religiosa de todos os cidadãos e de todas as igrejas.
O que estamos vendo é uma fronteira sendo ultrapassada na medida em que, por parte de alguns segmentos extremistas, há uma ideia de colonização da esfera pública por concepções religiosas unilaterais. Isso acaba sendo antidemocrático e uma violação à liberdade religiosa."
UM COMUNISTA NA PRESIDÊNCIA
"Os mesmos que diziam que eu não posso concorrer à Presidência pelo PC do B são aqueles que achavam que eu jamais seria governador do Maranhão pelo PC do B.
E nós vencemos duas eleições em primeiro turno em um estado em que tive apoio de católicos, evangélicos e outras religiões. Está muito longe de ser uma verdade objetiva que isso constitui um obstáculo, e eu já testei empiricamente.
Não é verdade, nos dias de hoje, que o PC do B seja um partido antirreligioso.
Se hoje, lamentavelmente, esse preconceito ainda é repetido é por um terrível eco das heranças ditatoriais que o Brasil infelizmente carrega.
São os ecos do Doi-Codi, da Operação Bandeirante e da tortura que fazem com que esse preconceito seja alimentado. Mas ele é destituído de base objetiva."
FRENTE AMPLA
"O que eu tenho defendido com a ideia da Frente Ampla é a compreensão de que, quando você está num quadro de defensiva estratégica, que é o que nós vivemos em 2013, e mais acentuadamente desde o impeachment, você tem de reunir forças para retomar as condições de apresentar o seu programa, transformá-lo [em] vitorioso e implementá-lo.
Quando você não consegue fazer isso sozinho, você busca alianças, como nós fizemos no Maranhão.
Eu reuni nove partidos em 2014 para enfrentar o político mais longevo da vida brasileira, o ex-presidente e ex-senador José Sarney [MDB].
E agora, [em 2018], para enfrentar a ex-governadora Roseana Sarney [MDB], reunimos 16 partidos exatamente porque reconhecemos que era necessário reunir forças para continuar mudando a realidade do nosso estado.
Às vezes, a gente fica preso a rótulos e esquece o conteúdo. Nós temos que olhar o conteúdo e, no conteúdo, é claro que eu vejo uma ameaça, minha gente.
O Brasil vive uma conjuntura de trevas. Nós temos uma ameaça objetiva à vida democrática, à dissolução da nação.
O nazismo está entronizado como política de Estado daqui e de acolá."
LULA
"É a maior liderança popular da vida brasileira. Você pode fazer cem pesquisas e, em cem pesquisas, dará o ex-presidente Lula [PT] como, se não o melhor na visão de alguns, como um dos três melhores presidentes da vida brasileira.
Não é pouca coisa, é muita coisa. E ele está vivo. Graças a Deus.
É claro que o meu campo político se referencia na liderança do ex-presidente Lula, e por isso ele tem um papel muito grande, e espero que ele faça os movimentos necessários e cabe a ele, mais do que a mim ou qualquer outra pessoa, cabe a ele, sem dúvida, liderar esse rearranjo de forças.
2022
Só haverá uma chapa unificada [da esquerda] se a gente construir uma unidade desde já de outra forma. Não pode ser um processo atropelado em 2022.
Eu coloco como premissa, como pré-condição: nós temos que agora, em 2020, nas eleições municipais, atuar juntos no maior número de cidades quanto possível, seja em primeiro, seja em segundo turno.
Isso me refiro ao campo da esquerda, mas também à vertente liberal social-democrata da vida brasileira. Ou seja, em segundos turnos nós queremos o apoio do centro, e também apoiá-lo nas cidades em que ficarmos fora do segundo turno. "
LUCIANO HUCK
"Acredito que não há nenhum muro que deva ser visto como um intransponível. Agora, é preciso que as pessoas queiram.
E eu, particularmente, não tenho medo de crítica. Não preciso ficar disputando torneio de valentia.
Eu tenho coragem, tenho perspectiva, tem um lado, eu tenho seriedade, sei o que eu represento, o que eu defendo.
Sou militante da esquerda brasileira, defendo uma perspectiva social, os mais pobres, a soberania do país. Outras pessoas querem se somar a isso? É nosso papel trazer.
Eu prefiro Luciano Huck dialogando comigo do que dialogando com Bolsonaro.
Isso é elementar porque, se ele está dialogando com o outro campo, significa dizer que nós estamos alienando não apenas ele, mas, sobretudo, nós estamos afastando segmentos sociais que se sentem representados por ele.
Quando me reúno com o Fernando Henrique [Cardoso, ex-presidente], com o Luciano Huck, com o Rodrigo Maia [presidenta da Câmara e deputado pelo DEM-RJ], não estou reunido com o indivíduo. Estou mostrando que o segmento social que eu represento pode e deve dialogar com o segmento social que eles representam."
18 de dezembro de 2019
Flávio Dino é o entrevistado do Ponto e Vírgula desta quarta-feira (18)
O governador Flávio Dino será o entrevistado do programa Ponto e Vírgula, da Rádio Difusora, desta quarta-feira (18), às 18h.
Ele fará um balanço dos seus cinco primeiros anos de governo à frente do Maranhão, além de comentar sobre assuntos nacionais, principalmente o presidente Jair Bolsonaro.
7 de outubro de 2019
Pr Alex rasga elogios a Flávio Dino em entrevista
"O Estado tem sido uma mão forte aqui pra nós em Imperatriz. Votei em Flávio Dino duas vezes (...) ", declarou o prefeito em exercício Alex Nunes Rocha em entrevista repleta de falas entusiasmadas.
O Pr. Alex diz que vai tentar fazer três anos em trinta dias.
A pergunta foi enviada por este jornalista ao colega Leandro Miranda no Programa Ponto&Virgula.
Faltou Alex comentar se Assis Ramos concorda integralmente com suas palavras.
Para quem não lembra, Assis e boa parte de seu stafe das redes sociais são duros e até injustos com o governo do Estado.
Então, como será que o Prefeito Assis Ramos está se sentindo em relação a esta resposta de seu vice?
Em tempo: Assis está licenciado do cargo, segundo fontes oficiais para cuidar da saúde familiar.
22 de julho de 2019
Entrevista: ‘É meu dever defender o estado para que o Governo Federal respeite o Maranhão e o Nordeste’, diz Flávio Dino
Não é a opinião isolada do presidente da República, movido por ódio e preconceito, que vai afetar minha atuação. (…) Não tenho medo de ditador, de subditador, de projeto de ditador”, conta o governador Flávio Dino sobre a fala do presidente da República, Jair Bolsonaro, direcionada a ele e ao Nordeste. Em entrevista exclusiva a O Imparcial, o governador maranhense criticou a quebra de decoro de Bolsonaro e disse que a atuação do governo é pautada por “sentimento de sectarismo”, “perseguição política” e “preconceito regional”.
Entrevïsta reproduzida d'O Imparcial
Na sexta-feira (19), durante café da manhã com jornalistas, Bolsonaro disparou: “daqueles governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão. Tem que ter nada com esse cara”. A fala era direcionada ao ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, mas acabou tomando proporções maiores por ter sido dita ao microfone ligado. Após grande repercussão, o presidente afirmou, no sábado (20), ter sido “mal interpretado”: “a crítica que eu fiz foi aos governadores, nada mais”.
“Seria mais digno ter se desculpado, mas o ódio impede um gesto de respeito e grandeza”, rebateu Flávio Dino em sua conta do Twitter, logo depois de o presidente ter se defendido. A O Imparcial, o governador maranhense disse ter interpretado o ataque como um comportamento de praxe do atual Governo Federal: “nós infelizmente confirmamos que o presidente da República é movido por um sentimento de sectarismo, de divisão do país, de extremismos e de busca de conflito e de confronto permanente como instrumento de exercício do governo”.
“Mesmo na ditadura militar, se lembrarmos do último presidente, João Figueiredo, ele conviveu com Leonel Brizola, Franco Montoro, Tancredo Neves, Zé Richa, entre outros governadores, que eram de partidos de oposição. Eu poderia mencionar todos os governos: Sarney, Collor, Lula, Dilma.”
Para Flávio Dino, entretanto, o mais preocupante não foi a crítica pessoal – a ela, o governador responde: “não embalou meu sono, pois não é uma opinião que altere a minha vida”. O mais grave, segundo ele, “foi o ataque à região e a todos os cidadãos e cidadãs dela; e o anúncio de uma determinação de perseguição contra um conjunto de governadores”. Em relação a isto, assegura: “é meu dever defender o estado para que o Governo Federal respeite o Maranhão e respeite o Nordeste”.
Leia a entrevista:
O Imparcial – Bolsonaro se referiu ao senhor como “o pior” dentre os governadores “de Paraíba”. O que o senhor acha disso?
Flávio Dino – Em primeiro lugar, é muito lamentável que o presidente da República se dirija a uma parte do país de modo depreciativo, utilizando uma expressão marcadamente preconceituosa e que embute essa visão de superioridade de alguns sobre outros. Então, nossa primeira atitude é de defesa do nosso estado, da nossa região e, portanto, de repúdio, protesto e indignação a esse tipo de tratamento, que pode ensejar inclusive medidas de ordem judicial. Em segundo lugar, nós infelizmente confirmamos que o presidente da República é movido por um sentimento de sectarismo, de divisão do país, de extremismos e de busca de conflito e de confronto permanente como instrumento de exercício do Governo, que constitui uma anomalia – algo indesejável, pois atrapalha o desenvolvimento do país. Em terceiro lugar, do ponto de vista pessoal, fica uma indignação por uma agressão injusta, desrespeitosa em relação ao trabalho sério que é feito no nosso estado. Somente na sexta-feira, inauguramos três obras – mostrando que, apesar da crise e dos constrangimentos fiscais que o Brasil atravessa, nós conseguimos ter resultados. O que ele considera pior deriva de preconceitos ideológicos e políticos, levando a uma orientação administrativa inconstitucional e ilegal, que é aquela segundo a qual ele dirige ao ministro chefe da Casa Civil e determina uma perseguição. Então, nós, os governadores do Nordeste estamos, a essa altura, esperando esclarecimentos sobre isso, porque é extremamente grave.
Existe a possibilidade de o presidente sofrer consequências legais por esta declaração?
Tenho me manifestado sempre pelo diálogo. Quando tomei posse, era a presidente uma aliada, a Dilma. Em seguida, veio o processo de Impeachment, no qual me posicionei firmemente contrário. Infelizmente perdemos no Congresso, assumiu Michel Temer e nós mantivemos uma atitude de diálogo administrativo e, inclusive, com resultados. Eu era um governador de oposição, mas o presidente Michel Temer e sua equipe respeitavam minha posição política e diferenciavam o que era posicionamento daquilo que o federalismo determina. Em relação ao governo Bolsonaro, minha expectativa era a mesma – de que houvesse respeito à democracia e de que os diálogos fossem possíveis. Por isso tudo, recebi com espanto esse nível de ódio e agressividade. De um lado, é algo incompatível com a Constituição e com o princípio federativo; de outro, constitui uma ruptura unilateral, por parte dele, do clima respeitoso que sempre houve no Brasil.
Mesmo na ditadura militar, se lembrarmos do último presidente, João Figueiredo, ele conviveu com Leonel Brizola, Franco Montoro, Tancredo Neves, Zé Richa, entre outros governadores, que eram de partidos de oposição. Eu poderia mencionar todos os governos: Sarney, Collor, Lula, Dilma. [A ruptura do clima respeitoso] é algo estranho à tradição brasileira e enseja em consequências políticas e jurídicas, sob a ótica do crime de preconceito regional, de ameaça – já que configura uma perseguição política -, enfim, há múltiplas possibilidades. Claro que isso não depende só de mim, mas é uma reflexão que nós [governadores do Nordeste] temos feito.
O senhor acha que essas constantes quebras de decoro do presidente podem ser motivo de um Impeachment?
Nós temos o artigo 85, da Constituição, que é regulado pela lei 1079. Permanentemente, ele vem se aproximando da incidência desses dispositivos normativos. É uma reflexão que, algum momento, vai se colocar na Câmara e no Senado. Não cabe a mim tratar desse assunto, pois é de outras competências. Mas, aparentemente, vai se construindo um caminho em que ele [Bolsonaro] vai, cada vez mais, governando para poucos, de modo agressivo. Sem dúvida, é um debate que, infelizmente, vai se colocando por conta desse conjunto de atitudes e declarações.
Recentemente, o senhor foi considerado pelo Congresso o melhor governador do Brasil [segundo pesquisa Congresso em Foco], o que contradiz a opinião de Bolsonaro, que diz que o senhor é o pior. Esse contra senso pode pesar para o presidente?
O conjunto da obra, no que se refere à relação dele com o Congresso, é o que realmente pesa, pois não é uma relação produtiva. É uma relação marcada por uma visão contra a política, contra políticos e instituições democráticas. Esse episódio reforça isso, pois, longe de ser algo específico, individual a mim, foi algo dirigido a uma região do país. O que eu percebi nas redes sociais de ontem para hoje foi uma onda de indignação política e social muito ampla. Isso é um complicador e esperamos que ele se retrate, pois piora um ambiente que já é ruim.
O senhor mencionou uma possível denúncia à Procuradoria Geral da República por racismo. Vai em frente?
Nós [os governadores do Nordeste] solicitamos e estamos esperando explicações da presidência da República. Teremos uma reunião no dia 29, em Salvador, e provavelmente este tema estará na pauta. Eu não tomarei nenhuma atitude individual, porque acho que não me cabe, na medida em que, embora eu tenha merecido um “destaque” – de, na ótica dele, ser o pior governador -, eu sempre coloco na frente o que achei de mais grave, que foi o ataque à região e a todos os cidadãos e cidadãs dela; e o anúncio de uma determinação de perseguição contra um conjunto de governadores. Nós vamos aguardar o que ele dirá para decidir providências jurídicas que iremos tomar.
Como o senhor vê ser considerado o pior governador no ponto de vista do Bolsonaro?
Olha, realmente, eu dormi bem a noite toda. Não embalou meu sono, pois não é uma opinião que altere a minha vida. Eu me preocupo muito com a opinião das pessoas, pois sou político e cidadão aberto a opiniões e sugestões, mas sobretudo à opinião do povo maranhense, que me elegeu e reelegeu. Então, não é a opinião isolada do presidente da República, movido por ódio e preconceito, que vai afetar minha atuação. Acredito nos valores democráticos e republicanos e não afasto um milímetro da minha atuação. Não tenho medo de cara feia, de grito, não tenho medo de nada disso. Não tenho medo de ditador, de subditador, de projeto de ditador. Então, vou manter a minha atitude sempre respeitosa, sempre no plano político e ideológico, como faço, nunca no plano pessoal, e pronto a colaborar com o Governo Federal naquilo que interessar ao meu estado. É meu dever defender o estado para que o Governo Federal respeite o Maranhão e respeite o Nordeste.
A declaração de Bolsonaro acabou servindo para o seu nome crescer ainda mais entre a oposição. Isso poderia contribuir para uma possível candidatura à presidência em 2022?
Eu tenho os pés sempre muito firmes no chão. [A candidatura à presidência] não é algo que eu planeje, porque está muito longe. É irreal. Hoje, a minha prioridade é fazer com que o Maranhão sobreviva às crises brasileiras. Mas claro que estou muito grato por tantas manifestações de solidariedade. Isso é positivo no sentido de mostrar que há respeito pela administração que eu tenho. Quando me refiro à eleição presidencial, sempre destaco que, para que a esquerda possa ter competitividade efetiva em 2022, precisaremos de muita união. Não serei eu a colocar um pleito individual, porque isso causaria mais divergências. O que destaco é esse espírito de unidade, de solidariedade ampla que recebi, que muito me tranquilizou. Vi que não era uma batalha em que estivesse solitário. É uma batalha em que estou muito bem acompanhado e, sobretudo, pela maioria da população do Maranhão.
30 de abril de 2019
Lula fala !
O ex-presidente soltou o verbo pela primeira vez após um ano de sua prisão em Curitiba. Impressionou sua altivez , entusiasmo e otimismo com relação ao futuro. Nada de se ver um homem amargurado, entristecido pela vida , mas sim , um lider político com disposição pra voltar ao tatame da vida.
Inimigo nº1 de Bolsonaro
“O inimigo central do Bolsonaro, além do PT, é o seu vice-presidente” O ex-presidente diz que o Brasil está governado por “um bando de malucos” e que quem dita as regras de verdade é o ministro Paulo Guedes
“O inimigo central do Bolsonaro, além do PT, é o seu vice-presidente” O ex-presidente diz que o Brasil está governado por “um bando de malucos” e que quem dita as regras de verdade é o ministro Paulo Guedes
Sobrou pra Moro e Dallagnol
Um dos pontos altos da entrevista aos jornalistas Florestan Fernandes Jr e Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, foi o desafio de Lula ao ex-juiz Sérgio Moro , a quem se referiu como alguém que "não dorme direito preucupado com as mentiras que se envolveu" . Sobre Delta Dallagnol, Lula insinuou interesses em recursos da Petrobrás do procurador da república . Ambos ainda não se pronunciaram.
Flávio Dino
Lula citou o governador do Maranhão como um grande nome do campo progressista. “Você tem o Ciro Gomes, que é uma figura importante no Brasil. Você tem o Flavio Dino, que é uma figura importante no Brasil”, disse Lula.
O ex-presidente ainda cita o governador Flávio Dino em outra ocasião durante a entrevista, em uma clara demonstração de que o vê como potencial presidente.
Chico Caruso
O chargista Chico Caruso, do jornal O Globo, apresenta Lula como um super-herói na prisão.
Rede Globo
A Globo passou recibo de seu compromisso com o verdadeiro jornalismo e com a censura à imprensa. Entrevista de Lula repercute em todo mundo, menos no O Globo e na TV Globo. Tempos estranhos.
4 de abril de 2017
Maranhão é destaque na imprensa nacional
O Maranhão é destaque hoje em dois dos principais jornais do país, a ‘Folha de S.Paulo’ e ‘O Estado de S. Paulo’, que abordam os investimentos no Porto de Itaqui e o potencial turístico do estado.
A Folha publica que o porto vai receber R$ 1,3 bilhão em aportes nos próximos dois anos, segundo estimativa da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap). A informação é o destaque do ‘Mercado Aberto’, principal coluna de economia do jornal paulista.
A coluna conta que a maioria dos investimentos (75%) será da iniciativa privada, que gerencia cinco terminais no porto. A Folha diz ainda que vai haver licitação para reformas de modernização geral, ampliação de docas e novos radares, no valor de R$ 300 milhões.
O Porto de Itaqui vai ser destaque hoje na edição 2017 da ‘Intermodal South America’, a maior feira de logística, transporte e comércio exterior da América Latina. O Governo do Maranhão vai apresentar a executivos, empresários, imprensa e público especializado as vantagens e diferenciais do porto.
Turismo
O Estadão dá a capa do caderno de turismo para os Lençóis Maranhenses. São várias dicas e sugestões para aproveitar as dunas, as lagoas e diversas outras atrações.
O jornal conta que é possível aproveitar as belezas do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses até na baixa temporada: “Fato é que, mesmo em menor quantidade e com níveis mais baixos, os oásis de tons esverdeados, azuis ou amarronzados cristalinos estão lá, cavando seus espaços em meio a uma paisagem predominantemente bege. Além disso, algumas lagoas nunca chegam a secar, caso da Espigão e do Peixe”.
26 de março de 2017
Nota de falecimento: Conor Farias
Conheci pessoalmente o então radialista Conor Farias quando este trabalhava na antiga Rádio Imperatriz de propriedade do empresário Moacir Sposito. Eu na época era apenas um "projeto de estagiário faz tudo" e que havia se encantado com o ramo da comunicação desde então. Acabei me tornando historiador, professor, militante político mas que sempre teve uma proximidade muito grande com o jornalismo escrito e falado.
E querendo ou não, para o bem ou para o mal, Conor Farias era um daquelas referências do jornalismo imperatrizense. Que ajudou a formar inúmeros profissionais práticos no ramo. Foi um desbravador. Seu legado sempre será lembrado.
A comunicação da região tocantina perde um dos grandes pioneiros Vai com Deus Conor Farias, meus pêsames a toda família.
1 de março de 2017
Jornal Correio Popular completa seis anos de existência hoje
O Jornal Correio Popular é uma grande aquisição para Imperatriz e região pois dialoga com nosso tempo e permite opções na hora de avaliar as noticias. O monopólio da comunicação só beneficia um lado. A pluralidade de vozes deve ser sempre cultivada. Desta forma o Correio representa vida inteligente no jornalismo impresso e digital pois seu compromisso com a noticia é a síntese do que deve ser a Comunicação Social: formar e informar as pessoas para o bem comum em sociedade, a cidadania e a vida republicana.
Espero que essa essência, nunca mude.
Vida longa para o Correio Popular.
1 de junho de 2014
JORNAL "4 BOCAS", UMA ALTERNATIVA NA PAUTA
Mais uma edição do Jornal "4 Bocas" chega as bancas. O noticioso traz o pensamento crítico e a independência em pautar as informações. Coisa rara em se tratando de um jornal impresso na Imperosa.
Na capa uma alfinetada daquelas no Prefeito: "Madeira se esquiva de conversar com os professores". Jornalismo é isso. Deve incomodar sempre, só não deve ser obtuso, ver só um lado.
Já comentei outras vezes sobre ser confundido com um "jornalista" e o que acho dessa importante profissão. Releia aqui. Uma dica: Com a internet bombardeando nossas cabeças temos visto mudanças nos jornais impressos. O tradicional JB pediu arrego e, assim como vários outros, só na versão web agora. A equipe do "4 Bocas" precisa reforçar mais a versão digital.
Me agrada poder chegar na banca e dar de cara com distintas sensibilidades sobre os processos políticos, sobre o que é a ideia de desenvolvimento sustentável, etc. Formar opinião é o que há. Como diria Nelson Rodrigues: "Toda a unanimidade é burra".
É o curso de Comunicação Social da UFMA fazendo a diferença na cidade. Turma nova chegando as redações, gente de cabeça arejada, menos preconceituosa e com melhor leitura de mundo. Aos poucos vão dar o tom na esfera jornalística e por para escanteio os t-rex's sem ética que têm por aí. Notadamente na TV vide porta-de-cadeias.
Vida longa ao 4 bocas. Que venham outros.
16 de abril de 2014
LANÇAMENTO DO JORNAL "QUATRO BOCAS"
Hoje participei do lançamento de um noticioso local. O periódico [não sei se será mensal, semanal ou diário] "Quatro Bocas" promete trazer mais informação alternativa e de opinião a Imperatriz.
Com boa diagramação [bem melhor que a do Progresso, leia-se] e um time de colaboradores com certo ar de independência, vale a pena dar uma conferida no jornal.
Os textos são enxutos também. Destaque para a análise feita pelo colunista Johnny Santos, que de forma cirúrgica, descreveu um panorama da atual configuração politica eleitoral em 2014. De forma sintonizada e bastante desafiadora, o texto, provoca.
Acho que Jornalismo deveria ser isso. Não sou jornalista mas escrevo na blogosfera há cinco anos. Aprendi empiricamente que em comunicação não é o que você diz que importa, mas o que o outro [ou outros] entendem.
Não reconheço o tipo de jornalismo que faz copy-past, reproduz somente o que assessoria manda. Que não incomoda, não provoca. Isso não é jornalismo. É outra coisa.
Por aqui em Imperatriz temos muito que avançar na democratização dos meios de comunicação e os grandes jornais estão a serviço dos governos, torço para que mais alternativas como o "Quatro Bocas" apareçam.
16 de maio de 2013
HÁ QUEM INTERESSAR POSSA "EU NÃO TENHO DIPLOMA DE JORNALISTA"...
...mas sei muito bem que jornalista que é jornalista mesmo corre atrás de fontes antes de escrever/dizer baboseiras em alguma coluna. Que não precisa escrever de forma barata e sensacionalista pra vender jornal.
Tem muitas pessoas com [e sem] diploma que são incapazes de criar coisas de valor. Anti-éticos, pulhas e vendilhões, como diria Marcos Franco, "vão para onde lhe estendem uma nota de dez reais".
A verdade é que quem tem diploma, não admite que possam exercer seu ofício, mesmo sendo gênio, autodidata ou simplesmente exercendo a profissão melhor do que qualquer um que tenha passado 5 anos numa faculdade.
É uma heresia suprema para certas profissões.
Não vejo problema em que não tem diploma atuar nas áreas das ciências sociais e afins, desde que seja REALMENTE bom naquilo que faz [exemplo: Jacob Gorender].
No caso de Imperatriz há um deficit enorme de profissionais diplomados no mercado e isso torna as coisa piores.
Sou a favor do bom profissionalismo, da autonomia, do valor a pessoa humana em detrimento do capital e dos interesses financeiros medíocres. Jornalista que é jornalista deveria em primeiro lugar abdicar do individualismo em nome da verdade e da ética.
Como eu já havia dito aqui antes: Copiar o que a assessoria de imprensa mandou não é jornalismo. Ecoar o consenso que compen$a não é jornalismo. Se esconder no que “pega bem” não é jornalismo. Copy-paste não é jornalismo e ponto final.
Um recadinho aos jornais impressos e apresentadores de tevê paga-paus: o povo sabe quem são vocês. Viva a internet.
14 de maio de 2013
COM DIPLOMA OU SEM DIPLOMA? JORNALISTA IMPERATRIZENSE É DESTRATADA NA ABERTURA DO SALIMP
Do Facebook da Jornalista Alda Queiroz, extraio a declaração-desabafo abaixo. Pelo visto tem muito profissional da impressa com medo da nova geração de bons profissionais com diploma em Imperatriz.
"Não sei até quando os profissionais da imprensa de Imperatriz serão indiferentes aos jornalistas COM diploma. Esse mimimi já passou do prazo de validade, minha gente!
Ontem, durante a abertura do Salimp, fui destratada por um senhor. Ele e tantos outros devem entender que a população precisa ser informada e, quanto mais profissionais estiverem no mercado, melhor. Penso que, assim, haverá uma pluralidade de discursos e diferentes olhares sobre o mesmo tema. Somos todos crias do trabalho desenvolvido por estes precursores. Mas isso não quer dizer que não possamos desempenhar um trabalho de qualidade e independente. As turmas de Jornalismo da UFMA já fazem diferença na Comunicação da cidade.
O que nos falta é respeito!"
11 de março de 2013
REVISTA CAROS AMIGOS DEMITE EQUIPE DE REDAÇÃO EM GREVE
A equipe de redação da Revista Caros Amigos, que realizava uma greve desde a última sexta-feira (8), foi demitida. Em reunião nesta segunda-feira (11) com os editores, jornalistas e designers gráficos, o diretor-geral da publicação Wagner Nabuco argumentou “quebra de confiança” nos profissionais em greve.
A jornalista Gabriela Moncau afirma que os integrantes da redação foram convocados por Nabuco através de um e-mail, no domingo (10), para a reunião desta segunda. “A gente tinha a perspectiva de que fosse uma reunião para conversar sobre a situação da revista, mas não foi isso que aconteceu, ele demitiu a todos”, conta.
A paralisação foi iniciada após o anúncio de um corte de 50% na folha de pagamento da redação, que passaria de R$ 32 mil para R$ 16 mil. Segundo a jornalista, o anúncio foi uma surpresa para todos da equipe. “Foi um comunicado, não foi um convite à conversa para falar sobre a situação financeira da revista e ver como coletivamente a gente podia resolver essa situação”, afirma.
22 de novembro de 2012
QUEM SERÁ O PROPRIETÁRIO DO CANAL DE TV EM IMPERATRIZ RICO, SONEGADOR E NA MIRA DA POLICIA FEDERAL?
Tem repercutido em alguns blogues a denuncia sobre a ação da Policia Federal investigando o patrimônio de um conhecido dono de emissora de tv local.
Segundo a matéria em questão o empresário do ramo das comunicações é um homem muito rico e construiu seu vasto “império” sob uma rede de sonegação, lavagem de dinheiro, propinagem e diversos outros crimes contra a ordem tributária.
Eu já havia há muito me indignando com o aparelho ideológico dos meios de comunicação nesta cidade. Por favor leia aqui.
Parece que a justiça irá sendo feita. Pelo menos aos poucos. Talvez pela metade. O monopólio dos meios de comunicação é responsável por uma significativa parcela das desencontradas informações que vemos desfilarem diariamente na rádio, tv e jornais impressos.
Jornalistas que entendem um pouquinho de economia, de politica, de cultura e de sociedade escrevem/falam sobre um pouquinho de nada, contribuindo para a desinformação do nosso povo.
Com o curso de Comunicação Social da UFMA, o quadro aos poucos (muito pouco) vem mudando. Que bom!
Para quem que saber mais sobre o caso do escândalo acima citado veja mais detalhes no Blogue do Samuel Sousa.
Ganha um guaraná River e uma coxinha de frango na Praça de Fátima quem advinhar o "artista" por trás desta história de sonegação, mídia e comunicação.

























