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4 de julho de 2019

CPI das Fake News já nasce polemizando


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), anunciou nesta quarta-feira 3 a criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigará ataques cibernéticos, perfis falsos e cyberbullying. O senador fez a leitura do requerimento da CPI em plenário.

Segundo Alcolumbre, a CPI das Fake News deve ser composta por 15 senadores e 15 deputados, e igual número de suplentes. Os líderes devem indicar os integrantes do grupo que vai apurar o caso. Se materializada, a CPI das Fake News é uma derrota acachapante para Jair Bolsonaro. Pairam muitos suspeitas acerca da sua vitória na eleição passada via Fake News. 

PSL entra com mandado de segurança no STF para impedir CPI sobre fake news nas eleições 

O deputado Filipe Barros, vice-líder do PSL na Câmara, informou que protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um mandado de segurança pedindo que a Corte suspenda a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, autorizada nesta quarta-feira (3) que visa investigar a disseminação de fake news durante a campanha eleitoral do ano passado. 

O pedido para a criação da CPMI foi feito pelo deputado Alexandre Leite (DEM-SP) e contou com o apoio de líderes na Câmara. Para o vice-líder bolsonarista, no entanto, a investigação sobre fake news nas eleições é uma estratégia da esquerda para prejudicar o governo de Jair Bolsonaro. 

Internautas têm interpretado anúncio do deputado com uma “confissão de culpa”.

3 de junho de 2019

Ascensão nacional de Flávio Dino causa incômodo no bolsonarismo


O crescimento do nome de Flávio Dino como provável candidato à Presidência do Brasil em 2022 tem causado desconforto no seio do bolsonarismo. 

O governador do Maranhão é um dos membros da esquerda que mais tem se destacado nacionalmente por suas posições políticas e pelo bom governo que faz à frente do estado. 

O incômodo está tão grande que a cúpula bolsonarista resolveu enviar ao Maranhão representantes do alto escalão para criticar Flávio Dino. Primeiro foi Léo Índio, primo de Carluxo, que veio ao estado com o único objetivo de tentar frear a ascensão do governador. 

Agora, a deputada Joice Hasselmann, líder do governo Bolsonaro no Congresso, ratifica que o objetivo da extrema-direita é minar o que é hoje a maior ameaça para as próximas eleições. Nas redes sociais, ela – que cobrou R$ 100 por pessoa para palestrar sobre a Reforma da Previdência – atacou veementemente Flávio Dino. 

Além dos bolsonaristas à nível nacional, o governador do Maranhão também é alvo diário de representantes do presidente no estado. Coronel Monteiro, que possui cargo no governo federal, e Maura Jorge, candidata do PSL derrotada em 2018, vivem somente para atacar o governo do Estado. 

Todas essas evidências mostram que Flávio Dino está incomodando o Palácio do Planalto.

Fonte: Marrapá

28 de maio de 2015

COMISSÕES ELEITORAIS SE REÚNEM PARA PREPARAR ELEIÇÕES PARA DIRETORES DE ESCOLA


Os membros das comissões eleitorais de diversas escolas da regional de Imperatriz debateram nesta tarde de quarta a dinâmica que pautará as eleições para gestores escolares.

O processo deve ocorrer em junho e será um momento histórico para todos que vivem a Educação. Historicamente o processo de escolha dos gestores escolares sempre teve implicações de favorecimento onde a comunidade escolar sequer era ouvida pelo governo.

Agora aprofunda-se o pensamento democrático na escola, onde de forma participativa pais, professores e alunos respirarão ares mais republicanos.

É uma vitória também da categoria dos educadores que por meio de seu sindicato lutava há muito tempo para implementar de vez a eleição para escolha dos diretores das Escolas.

Clicke aqui e veja o calendário completo da processo.

13 de outubro de 2012

A "DESPOLITIZAÇÃO" DAS ELEIÇÕES EM IMPERATRIZ


Trabalhando o conceito "democracia" para os meus alunos do ensino médio na disciplina de Filosofia, constatei o óbvio: as classes populares têm percebido as eleições como único meio legitimo para fazer política. 

A "despolitização" não acontece por acaso. Segundo o historiador Eric Hobsbawm nas democracias de massa, controladas pelo poder político e econômico da minoria, algum tipo de "manipulação" é necessário. As afinidades entre democratização e hipocrisia política são observáveis aqui em Imperatriz pelo discurso dos candidatos travestidos de heróis e a forte presença de profissionais em marketing na propaganda eleitoral. 

Isso por si só já seria muito ruim. O eleitor torna-se um mero "consumidor" e não agente ativo e participante de uma construção da cidadania. Um debate político que não coloque questões estruturais em pauta faz com que o eleitor deixe em paz o eleito após o período de votação. Afinal de contas quem é o dono do mandato? Ponto final. 

Lutas populares? Nem pensar, basta que votem (em mim, claro). Há de se questionar de fato a possibilidade de "poder do povo" nas escolha eleitorais. 

As mudanças advindas pela crise econômica mundial certamente  mais cedo ou mais tarde chegarão por aqui. Isso no médio prazo provocará engessamento fiscal cada vez maior nos municípios. Sem recursos para se investir nas políticas sociais novamente teremos o povo responsabilizado a pagar pela conta.  

Será  imprescindível a partir de agora inventar novas formas de participação popular na política e isto só é possível se reinventarmos nosso modelo de educação e sociedade. Podiamos começar a tarefa de casa reforçando os "conselhos municipais" que ainda estão desativados na cidade.    

11 de agosto de 2012

O CENÁRIO ELEITORAL EM IMPERATRIZ


Há uma dupla dimensão simbólica rondando as mentes dos eleitores imperatrizenses. Por um lado o "boom" de negócios graças as variadas empresas que por aqui se instalaram chamam atenção dos mais desavisados que podem creditar esta nova realidade a atual gestão de Sebastião Madeira.

Por outro, a cidade despreparada logisticamente quando precisou de novos investimentos em infraestrutura, saneamento básico, cultura, educação e saúde, viu-se com parca chances de desenvolver-se. 

Os recursos sumiram e ninguém sabe pra onde foram.

Isso leva possibilidades de ascensão a um novo nome no legislativo imperatrizense. Nos bairros afastados é claramente possível identificar esse clamor de mudança.

No cenário eleitoral nove nomes disputarão a vaga. Os perfis cabem a todos os gostos e desejos. Há inclusive uma candidatura tida como “laranja”. Dos que estão postos, no entanto, somente três possuem projetos reais para Imperatriz.

Major Melo, Adalberto Franklin e Carlinhos Amorin representam neste contexto uma opção inteligente que o eleitor poderá vir a fazer. Os demais possuem interesses variados e caso cheguem ao poder terão dificuldades em governar.

Não se trata de quem é melhor ou pior intelectualmente. Todos nós somos iguais. Mas com a prefeitura da segunda maior cidade do Estado do Maranhão não se pode vacilar. Eu não confio em Rosângela Curado, na verdade nem a conheço direito. Por mais que seja honesta e tenha boas intenções só isso não basta. È preciso transformar o paradigma econômico que vivemos, aprofundar os valores democráticos e pegar firme com as mãos no cotidiano da batalha que será árdua nos próximos quatro anos.

Imperatriz está grávida do tempo e logo terá que parir as mudanças que precisa. Ou isso ou seu povo poderá amargar novamente um quadriênio de incertezas, frustração e desigualdade social. 

23 de maio de 2011

Eleições na UFMA: Sirliane e Cláudia Durans para a Reitoria

Uma vez mais a UFMA passa por eleições para a reitoria. Uma vez mais dois blocos se articulam em posições antagônicas.

Um, apegado ao poder a qualquer custo (se precisar mudar as regras do jogo para ganhar a consulta, como já se fez, muda-se!), à bajulação do governante de plantão (seja FHC–Lula–Dilma, seja Roseana Sarney–José Reinaldo–Jackson–Roseana Sarney), à gestão obscura das fundações Sousândrade e Josué Montelo, à gestão antidemocrática da universidade, à concepção fast food da educação superior, voltada para os interesses do mercado.

Outro conjunto de forças comprometido com a resistência ao processo neoliberal que se alastra dos organismos internacionais às universidades brasileiras, defensor de uma consulta universitária que se encerre em si mesma, de gestão participativa-transparente-democrática da universidade, que não aderiu às benesses do poder Lula-Sarney, que constrói a universidade de qualidade no cotidiano da produção científica, que não se deixa cooptar e mantém a autonomia de suas entidades representativas.

Não há meio termo. Não há conciliação entre essas duas concepções de universidade. A eleição de reitor não pode ser uma dívida a ser paga do processo eleitoral externo à UFMA ou pelas bolsas estudantis recebidas do reitor ou pelo apoio a projetos de pesquisa, obrigação de uma instituição que se pretende referência na construção do conhecimento. Um bloco é expressão da aliança tucano-roseanista, sob apoio de setores lulistas. O outro bloco, é a afirmação das forças da autêntica esquerda universitária.

A próxima administração superior da UFMA NÃO PODE ATRELAR O FUTURO DA UNIVERSIDADE À ILUSÃO DO REUNI, como faz a atual administração. A implementação do projeto do governo federal para a universidade pública escamoteia o debate de seu desmonte com o projeto de expansão das vagas via REUNI, sem a previsão de recursos suficientes que acompanhe esse processo, resultando em salas superlotadas, quadro de professores insuficiente, falta de assistência estudantil etc. Esse quadro tende a se agravar, uma vez que, com o corte de mais de R$ 50 bilhões anunciados pela presidente Dilma, não se terá recursos suficientes para sanar os problemas da universidade pública brasileira, como também haverá dificuldades de concluir as obras iniciadas. Nesse contexto, O ENSINO À DISTÂNCIA NÃO PODE SER A BASE DA EXPANSÃO DA UNIVERSIDADE.

A próxima administração superior da UFMA NÃO PODE SILENCIAR ANTE À CORRUPÇÃO INSTALADA NA CONCESSÃO DE BOLSAS DA FAPEMA; NÃO PODE SER FICHA SUJA, com suas contas rejeitadas; NÃO PODE GESTAR OS RECURSOS PÚBLICOS A SEU BEL-PRAZER, sem consulta à comunidade acadêmica; ser intransigente e interditar o debate democrático dos rumos da UFMA ou intervir nas organizações representativas da comunidade, buscando sua cooptação; NÃO PODE MANTER ESSE PROCESSO DE ESCOLHA ANTI-DEMOCRÁTICO DE SEUS DIRIGENTES, ainda resquício da Ditadura Militar, sob o voto de uma consulta que pode simplesmente ser desconhecida pelo Conselho Universitário, como já ocorreu na UFMA pouco tempo atrás.

Diante de tudo isso, não há o que titubear. Para garantir a continuidade da luta e a resistência na UFMA, O PSOL MANIFESTA SEU APOIO ÀS CANDIDATURAS DAS PROFESSORAS SIRLIANE E CLÁUDIA DURANS. Para o PSOL, votar em uma delas é votar pela UFMA comprometida com a mudança na educação superior maranhense. Pela força da mulher, um caminho autônomo e de resistência à gestão da UFMA!

11 de dezembro de 2010

Expedito Barroso vence eleição para Direção de Centro da Uema/Cesi

Acabo de receber a ligação (00:48) de um companheiro do movimento estudantil bem conhecido da classe acadêmica de Imperatriz e da militância mais dedicada, nosso amigo Eiderson “Kbecinha”.

Kbecinha nos informa que o resultado final da eleição está praticamente encerrada, faltando apenas os votos do alunado para fechamento do processo de contagem.

Entre os professores a votação deu o seguinte resultado: 87 votos válidos para Expedito Barrosso e 37 votos válidos para o restante dos quatro candidatos, tendo o Prof. Paulo Catunda, ficado em segundo lugar. Entre os funcionários Expedito obteve grau máximo de votação, sendo que nenhum destes votou em outro senão no atual diretor.

Portanto os três primeiros colocados são pela ordem: Expedito Barroso, Paulo Catunda e Siney Ferraz.

Parábens ao companheiro Expedito pelo reconhecimento de seu trabalho. A luta continua....

29 de novembro de 2010

O abaixo assinado pela anulação da eleição de governador do Maranhão


As denúncias contra o resultado da eleição que deu a apertada vitória a Roseana Sarney no primeiro turno são tantas que já motivam a criação de um abaixo assinado pedindo a revogação da mesma. A idéia deverá se posta em prática nos próximos dias e promete movimentar a vida política do estado.

Nas palavras do escritor Victor Asselin, autor de um dos mais memoráveis trabalhos na área de pesquisa em grilagem no Maranhão, “Não sei que falta para você e os companheiros e companheiras iniciar um abaixo-assinado via internet para exigir a anulação das últimas eleições no Maranhão?”. Afirmou Asselin a um dos criadores do projeto ê-maranhão, rede de blogs progressistas o militante social Felipe Klant.

“Na verdade, todos estão prontos para dar o grito de enfrentamento, sabemos que o judiciário desta terra está composto na sua grande maioria de membros indiferentes a molecagem cometida pelo grupo dominante. Por interesse ou medo, tanto faz, eles não servem para defender a nossa população.” Afirmou Klant em seu blog.

Roseana mesmo com um volume de campanha excepcional, com duzentas prefeituras em seu bolso e um valor de gastos declarados em torno de 24 milhões só conseguiu míseros 0,08 pontos percentuais de vantagem em relação ao segundo colocado. Técnicos em marketing e propaganda avaliam que na verdade os gastos de campanha da atual governadora podem chegar a 200 milhões, uma diferença e tanto. Inclusive credita-se ao caos da administração pública atual e demais falta de repasses, a este escandaloso esquema eleitoral de uso indevido da maquina pública.

Em Açailândia era flagrante a distribuição de CD’s e outros brindes a eleitores, há denúncias de pagamento de contas de energia em diversos locais do estado, outras denuncias apontam que em alguns locais de votação os mesários pró-Roseana orientavam previamente o voto dos populares menos informados. Na baixada afirma-se que algumas seções foram encerradas as 21: 00. Um verdadeiro escândalo eleitoral.

Conforme disse Klant: A minha caneta e do Padre Victor Asselin está pronta, quem mais assina?


26 de novembro de 2010

Eleições na Uema são anuladas por denúncias de irregularidade

Acatando solicitação do Sindicato dos Servidores da Uema, a Justiça determinou a suspensão da eleição realizada na quarta-feira para reitor e vice-reitor daquela universidade. A decisão liminar foi expedida agora no período da tarde pela juiza da Primeira Vara da Fazenda Pública, Luiza Medeiros.

A mesma magistrada havia dado liminar na segunda-feira cassando a candidatura do atual reitor José Augusto Oliveira por ele concorrer a uma terceira eleição consecutiva.

Na madrugada de quarta-feira, foi dada entrada no plantão do Tribunal de Justiça pedido em favor da permanência da candidatura de Oliveira. Pela manhã, fora do plantão, a desembargadora Nelma Sarney atendeu ao pedido e cassou a liminar da juiza.

Ocorre que os advogados do reitor entraram com um mandado de segurança, que no cabe no caso específico. Deveria ser um agravo de instrumento. Por essa razão, o processo foi redistribuído e caiu nas mãos da desembargadora Maria das Graças Duarte Mendes, que revogou a decisão da colega Nelma Sarney e manteve a decisão da juiza Luiza Medeiros.

Agora, com a nova liminar concedida ao Sindicato, a eleição permanece suspensa até que seja julgado o mérito da questão se José Augusto Oliveira pode ou não se reeleger pela tercerira vez. Pela liminar dada hoje, estão proibidos a divulgação de resultados, e contagem de votos.

Além disso, surgiram denúncias de que a lista de eleitores foi fraudada na última hora.

Só um exemplo: em Açailândia, pela lista dos eleitores, votaria apenas um professor. Apareceram 18 votos. Segundo os denunciantes, o processo eleitoral foi todo direcionado para eleger ou o atual reitor ou um candidato de sua simpatia, conforme pôde ser comprovado durante a campanha.

Para isso, a estrutura pessoal e material da Uema teria sido usada sem parcimônia.“Tenho certeza que a comunidade acadêmica, constituída dos alunos, do professorado e do corpo técnico-administrativo não compactua com isso, mesmo alguns se prestando para fazer moldura ao papel desempenhado pelo atual corpo dirigente da Uema”, diz, indignado, o candidato a reitor Professor Pós-Doutor Hamilton Jesus Almeida Santos.

Segundo ele, o Governo do Estado, o Ministério Público e o Judiciário e toda a sociedade maranhense devem ser informados sobre o que está acontecendo com a sua universidade. “Com certeza, não vão gostar de saber dessas mazelas”, avisou

25 de novembro de 2010

Comunidade acadêmica preconceituosa desabafa: 'Jamais Roseana escolheria um negro para ser Reitor da Uema'.

Ontem, quarta feira, foi o dia da eleição para o processo de escolha que definirá os três nomes que comporão a sagrada lista tríplice a reitoria da Uema. Segundo as regras do jogo a governadora escolhe um destes para ocupar o magnífico cargo, objeto de sonhos e ambições de muitos (as) que desejam controlar a maior receita do Estado em uma instituição.

Desde o inicio do processo era claro para mim a visão preconceituosa que alguns, de forma velada, tinham em relação a um dos candidatos, o Prof. Juca, por conta não de suas idéias, que muitos até achavam interessantes, mas sim por conta de sua aparência. Juca é negro, possui um cabelo rastafari e anda como qualquer cidadão normal que viva numa região tropical, quente.

No entanto se esse preconceito durante a campanha era muitas vezes feito de forma “eufemistica” por parte de professores e até colegas estudantes, no dia de ontem, ele aflorou de vez. Quem disser que no Brasil não existe preconceito de cor é um mentiroso, um salafrário, um pilantra.

“Ah, mas você acha mesmo que a governadora vai escolher um NEGRO pra ser reitor”, me diziam alguns quando eu me dirigia a sala de votação. Uma professora doutora chegou a me chamar “doido”: “Esse menino aí ta é doido, Roseana nunca vai escolher o pobrezinho do Juca, só porque ele é tição”.

Retruquei dizendo: “Olha professora ela (Roseana) até pode fazer isso, não escolher Juca mesmo eles sendo o mais votado, mas afirmo-lhe que será um grande desgaste pra todos, principalmente pra ela.”

“Ah e você acha que ela liga pra isso!”. Foi à resposta.

Nos últimos anos tem sido padrão dos gestores do executivo de todo país sempre escolher o mais votado no processo de votação que segue as regras da lista tríplice. No Maranhão não tem sido diferente, pois fica muito feio colocar alguém no poder maior da universidade, sem densidade eleitoral, sem o voto das pessoas que fazem a universidade.

Em primeiro lugar espero que o Prof. Juca vença no voto. Finalmente espero que a governadora use de bom censo e respeite a democracia. Esta estória de lista tríplice é uma triste herança de um tempo em que amarrava cachorro com lingüiça. Quando os coronéis faziam do voto de cabresto sua única forma de diálogo com o povo.

22 de novembro de 2010

Por que voto em Prof. Juca para reitor da Uema

Para ver a cara de decepção da supra “intelligentsia” neo-conservadora que assolou boa parte do sistema administrativo da Uema. Para ver as dondocas e doutoras-madames com seus xiliques esganados terem que engolir ver um negro, rastafari, de chinelas de couro conduzir os rumos da universidade que não se restringirá somente a formar cidadãos para o mercado, mas também transformadores dessa sociedade.

E principalmente, meu voto em Prof. Juca é ideológico. Com ele na reitoria teremos mais chances de ver a tão sonhada descentralização acadêmica e administrativa sair do papel.

Voto em Juca para que ele inicie sem vacilar as articulações com o poder político para programar o PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) dos servidores.

Eu voto em Juca para que os Diretores de curso e os Chefes de Departamento possam exercer suas responsabilidades acadêmicas junto ao sistema de controle acadêmico, ou seja, a descentralização da gestão do sistema acadêmico.

Eu voto em Prof. Juca para nunca mais ter que ver uma Universidade Estadual do Maranhão servir de trampolim político de candidaturas sem compromisso com os rumos da educação superior no estado. De gente que não almeja outra coisa há não ser o poder pelo poder, que desvia milhões inadvertidamente enquanto os estudantes vêem-se obrigados a comer “sticks” de frango no RU por uma semana, com as bolsas de estudos atrasadas.

Autonomia acadêmica e administrativa para a Universidade, rompimento ideológico e físico dos muros que separam academia e sociedade, superação total dos interesses coletivos frente aos interesses imediatos e individualistas de grupos, apropriação da estrutura da universidade para fins sociais e ambientais e não somente mercadológicos com dignidade para os trabalhadores (as) e estudantes da instituição. Estas e tantas outras pautas é que me fazem declarar abertamente o voto em Professor Juca.

16 de novembro de 2010

Entrevista com o Prof. Henrique Mariano, candidato a Reitor da Uema.


Professor lotado no Departamento de Engenharia Mecânica, da Universidade Estadual do Maranhão, Henrique Mariano é candidato ao cargo maior na hierarquia acadêmica desta universidade. A disputa promete ser acirrada visto que outras candidaturas de peso já entraram em campanha. Sabe-se ao certo que os termos para à escolha final do nome se darão através da pouco democrática "Lista Tríplice", onde os três nomes mais votados irão para apreciação da governadora, que indica um escolhido para o cargo.

Quais os principais problemas que o senhor percebe hoje em dia na Uema?

São tantos (risos). Mas eu acho que o grande problema nosso hoje em dia é o problema de gestão, a partir desse problema nos temos os problemas de ordem estrutural, a questão dos recursos humanos, as estruturas físicas, a questão da qualidade do ensino, das bibliotecas etc. São grandes desafios que existem pela frente.

O Sr. acha que a Uema enquanto universidade vem cumprindo seu papel social junto à comunidade maranhense?

Não, eu não acho que a Uema tenha cumprindo seu papel 100%. Ela tem cumprindo em partes e eu sou candidato exatamente por que acho que essa parte é ainda muito pouca em relação aquilo que ela realmente pode fazer.

Sua relação com a governadora é boa? Quer dizer, o senhor poderia ser o candidato preferido dela?

Eu não mantenho relações de amizade com a governadora, então eu não tenho resposta objetiva para esta pergunta.

Se digamos o Sr. entrar na lista tríplice em primeiro lugar e a governadora não o escolher como Magnífico Reitor, o senhor se manifestaria de alguma forma, ou não?

A regra do jogo está estabelecida e quando eu entrei sabia a regra desse jogo. Na lista Tríplice não tem mais votado: é uma escolha do governo. Então eu tenho que aceitar até o final.

12 de novembro de 2010

O desafio nas eleições da Uema

Com a aproximação da data, leia-se bastante atrasada, para a escolha do próximo reitor e vice-reitor da Uema, aos poucos as peças do jogo estão sendo montadas. Os candidatos já estão dando o ar da graça nos campi do interior e a campanha oficialmente está nas ruas, salas de aula e departamentos.

O atual reitor José Augusto tenta se candidatar mais uma vez, porém terá que enfrentar uma batalha judicial e tanto para obter êxito em seu intento. Zé Augusto era vice de Waldir Maranhão quando se lançou a primeira vez, na condição de vice-reitor. Eleito Reitor logo após, agora tenta um novo mandato, alegando dentre outras coisas que sua condição de vice no primeiro momento não pode ser contada como postulante a vaga maior ao posto da universidade. No entanto o art. 19 do Regimento da Reitoria estabelece que: Será de quatro anos o mandato de reitor e do vice-reitor, permitida uma única recondução.

O prof. do departamento de Física Joaquim Teixeira Lopes, o “JUCA”, já entrou com o pedido oficial de impugnação da candidatura de Zé Augusto Oliveira junto a Comissão Eleitoral das eleições 2010 na Uema. Juca é o candidato do Coletivo “Autonomia e Luta” e vêm fazendo história sempre trazendo e participando de debates imprescindíveis para a universidade.

Um ponto importante e que infelizmente não têm sido muito bem alencado, já que estamos falando de universidade, é a autocrítica quanto ao que diz respeito à democracia na Uema. Uma reflexão aberta e responsável (coisa que não vêm acontecendo nas ultimas gestões) sobre o que a Uema faz (e, especialmente o que não faz) com os recursos públicos. Eis a tônica do debate.

Grupos ligados a fundações acusadas de desviar milhões "inadvertidamente" ou que estão ligados aos projetos políticos deste ou daquele deputado, deste (a) ou daquele (a) governador(a), não podem imbuir seus interesses frente aos anseios da Uema e de sua classe acadêmica.
Educação pública, gratuita e de qualidade: direito da população, obrigação do Estado!

1 de novembro de 2010

Petistas e tucanos quase juntos em Imperatriz

Que a política possui diversificadas nuances em sua dinâmica nas sociedades que como a nossa buscam democracia, isto não é nenhuma novidade. A relação dirigentes/base nem sempre é harmoniosa e o critério de aumentar as forças internas custe o que custar muito vezes é a única estratégia visualizada.

O ano aqui é 2007, e em Imperatriz uma frente política começou a ser discutida, provavelmente com origens políticas na Frente de Libertação do Maranhão, que teve o nome de Jackson Lago vitorioso na recente eleição de 2006.

Fica o registro aqui não apenas como mera curiosidade, mas como objeto de avaliação das estruturas políticas, da dinâmica partidária e da História Política do Partido dos Trabalhadores, que um dia representou os anseios da esquerda brasileira.

O trecho abaixo foi retirado do Blog de Isnande Barros, na época Presidente do Diretório Municipal do PT.


Quinta-feira, 5 de julho de 2007

MADEIRA E JOMAR


PT, PSDB, PCdoB, PDT, PPS, PCB...

Pode ser assim, menos, ou mais... o tempo dirá. Quem se viabilizar terá apoio do outro. O almoço realizado no Boi na Brasa no último sábado mostra a aproximação e a consolidação da aliança.


Madeira prefeito - Terezinha vice
Jomar prefeito - Lula almeida vice

Tudo pode acontecer.

O Eleitorado em Imperatriz manda o recado

Com a vitória da candidata do PT Dilma Rousself em Imperatriz estão postos os elementos estruturais para se compreender minimamente o que pensa o eleitorado de nossa cidade.

Ressalto que esta avaliação mereceria um estudo antropológico e tanto, pois as diversas tendências culturais que estão absortas em nosso raio de vivência em Imperatriz transbordaram de vez neste resultado eleitoral de 2010.

Senão vejamos: O mesmo eleitorado que chegou a dar 70% (número aproximado) para Jackson Lago do PDT, candidato abertamente anti-Sarney, propiciou expressiva votação a nomes como Léo Cunha e Davizinho. Este mesmo eleitorado no segundo turno votou em sua maioria para a candidata Dilma, que apoiou Roseana Sarney no primeiro turno.

Os eleitores imperatrizenses mandam um recado para o prefeito Sebastião Madeira e os vereadores da Câmara Municipal: “Não somos bobos, estamos de olho!”.

A certeza de quê o imperatrizense sabe muito bem em quem deve confiar foi demonstrado nas urnas. Madeira e cia. agora devem passar por uma auto-avaliação e tanto, caso tenham projetos para 2012. Ou isso ou estarão subestimando o nosso eleitorado.

Por outro lado pode-se dizer que já existem especulações acerca do nome que irá representar a oligarquia na sucessão municipal em 2012. Com esse claro desgaste da gestão atual em torno da confiança eleitoral de nosso povo, Roseana Sarney deverá subsidiar mais ainda projetos de ordem política, “cacificando” já alguns nomes para o próximo pleito.

Vale lembrar que neste caldeirão fervilhante de conjecturas, consta em várias afirmações, inclusive de lideranças ligadas ao prefeito Madeira, que este não apoiou o candidato Jackson Lago como deveria no primeiro turno, preferindo se “esconder na moita”.

No mínimo o que já está posto é a tendência clara que os tucanos enfrentarão cada vez mais dificuldades nas eleições em 2012. Que isto sirva pelo menos para que estes avaliem a forma de fazer política.

9 de outubro de 2010

Eleições na UEMA mexe com o brio das ratazanas de plantão


O atual Reitor da Universidade Estadual do Maranhão, Prof. José Augusto Oliveira (foto), comumente chamado de “reitor balaio” pelo time de víboras jornalísticas do grupo político da atual governadora Roseana Sarney, está literalmente vivendo o que se pode chamar de um “inferno astral”.

E que com o inicio da campanha que deve escolher o próximo ocupante do magnífico cargo, até agora ainda não ficou claro se José Augusto poderá ou não concorrer novamente. Na época que assumiu pela primeira vez ao posto maior da UEMA, Zé Augusto era vice de nada mais nada menos que Waldir Maranhão, que abdicou do cargo para assumir uma vaga na Assembléia Legislativa Federal. O Estatuto da UEMA prevê o seguinte: “Parágrafo único O docente que exerceu ou estiver exercendo o cargo de reitor ou vice-reitor da UEMA, poderá reeleger-se por igual período, para o mesmo cargo.”.

O imbróglio reside no fato de não se saber ao certo se os primeiros nove meses em que o atual reitor esteve no cargo – quando Waldir Maranhão deixou a instituição para disputar vaga na Câmara – deve ser contado como mandato ou apenas como tampão.

Na berlinda agora José Augusto vai transitando entre os aliados e formando entre os seus, prováveis candidatos para compor a famigerada Lista Tríplice, onde, segundo o Artigo 40, a governadora poderá escolher entre os três mais votados. A comunidade acadêmica nos últimos anos tem pressionado bastante para que seja escolhido aquele com mais votos, no entanto, sabemos que o ideal mesmo é derrubar de vez qualquer possibilidade de um menos votado vir a assumir.

É sabido por todos também que a UEMA tem sido um ótimo negócio para quem deseja se lançar na política ou mesmo enriquecer de forma rápida. Os escândalos via Fundações são como fantasmas que assombram velhos e novos gestores e enchem de revolta estudantes, professores e técnicos administrativos.

Nos corredores conta-se que Waldir Maranhão e Anselmo Raposo já investem pesado na campanha do obscuro Henrique Mariano, cria direta de Waldir e títere de marca maior.

Fica a reflexão de quê não podemos aceitar pessoas comandando a Universidade da Câmara Federal ou da Secretária de Estado. A UEMA tem que ser maior que essas pessoas que sucatearam a Universidade nas gestões anteriores, usada para usos pessoais e político.

Os vampiros continuam afiando os dentes na calada.........

5 de outubro de 2010

PSOL aumenta a bancada federal e elege dois senadores


Após seis anos de fundação, o Partido Socialismo Liberdade passou pela sua segunda eleição para cagos federais e estaduais com um saldo bastante positivo e a conquista de grandes vitórias. Apesar da tristeza de não termos conseguido eleger nomes importantes como Luciana Genro a deputada federal (RS), Heloisa Helena ao Senado (AL) e Raul Marcelo como deputado Estadual (SP), o partido agradece todos os votos obtidos e se orgulha do resultado. Durante a campanha, mesmo com poucos recursos, sem receber financiamento de empresas privadas, candidatos e militantes mantiveram a coerência e a independência, trabalharam de forma transparente e ética e, como consequência dessa atitude, sensibilizaram novos eleitores em todo o país.

Nossa maior alegria se deu no Rio. Chico Alencar foi o segundo candidato a deputado federal mais votado do Estado, com 240.724 votos. Com isso, conseguimos eleger ainda Jean Wyllys. A Câmara federal também continuará contando com a presença e a luta de Ivan Valente, que se reelegeu com 189.014 votos em São Paulo.

A Região Norte mostrou a força e confiança no PSOL elegendo Randolfe como o senador mais votado do Amapá. No Pará, além da vitória de Marinor Brito para o Senado, comemoramos o grande resultado de Edmilson Rodrigues, o deputado estadual que recebeu o maior número de votos da população.

As Assembleias Legislativas do Rio de Janeiro e São Paulo também permanecerão com a presença do PSOL. No primeiro Estado, Marcelo Freixo se reelegeu como o segundo deputado estadual mais votado e terá a companhia de Janira Rocha. No segundo, Carlos Giannazi, poderá dar sequência à sua luta pela educação pública de qualidade com sua reeleição ao cargo.

Foto: Da esquerda para a direita, de cima para baixo, Chico Alencar, Ivan Valente, Jean Wyllys, Randolfe, Marinor Brito, Marcelo Freixo, Carlos Giannazi e Edmilson Rodrigues.

4 de outubro de 2010

Oposição mobiliza metade do Maranhão: Roseana reúne outra metade usando (e abusando) o poder econômico

Por Franklin Douglas

As oposições deixaram de vencer as eleições eleitoralmente por míseros 0,08% (zero vírgula zero oito por cento). Perdemos ganhando. Mas será que a oposição perdeu mesmo?

O uso e abuso do poder econômico não pode passar em branco pela Polícia Federal, pelo Ministério Público, pela Receita Federal, pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). São inúmeráveis os abusos, mas ficaram fortemente três casos:

(1) do uso do campus da UEMA para carreata;
(2) do uso de ambulância e cestas básicas em Urbano Santos;
(3) da compra de votos em São Luís para Roseana e Ricardo Murad, devidamente documentada junto ao MPE e PF, através do pagamento de 500 contas de água e luz pagas em lotérica do bairro do Lira, totalizada no valor de R$ 28 mil (só aqui tem-se a diferença dos 0,08% de votos).

As oposições deveriam denunciar ao Brasil todo esses fatos aqui acontecidos. Manter o embate político. Com tudo que teve a oligarquia (Lula, Dilma, R$ 12 milhões de Duda Mendonça, abuso do poder econômico, etc etc) a seu favor e, ainda assim, ficar roendo unha até o último 1% de apuração das urnas, evidencia que o Maranhão real não engole a oligarquia.

Representam bem esse sentimento a reeleição do deputado federal Domingos Dutra (PT), em embate direto com o Futi/José Sarney. Firmou-se entre os eleitos pela coragem e coerência política. A eleição do jovem vereador Edvaldo Holando Junior (PTC) para deputado federal (mais votado na cidade, com 72 mil votos) e Bira do Pindaré (com 14 mil votos na capital, mais votado do PT), também no campo oposicionista, mostra que São Luís clama por lideranças novas. E, sobretudo, Flávio Dino firma-se como a principal liderança de um projeto alternativo para o Maranhão, tem uma avenida pela frente a percorrer. Esse foi apenas o primeiro passo.

Recompor as oposições com os que realmente ficam para continuar o embate, sob um novo patamar de unificação dos partidos como PCdoB, PDT, PSB, PTC, PCB, Psol, PSTU e a esquerda petista anti-oligárquica, na denúncia do abuso de poder econômico é o caminho a percorrer, porque mais do que nunca o povo maranhense espera de suas lideranças populares que A LUTA CONTINUE!

3 de outubro de 2010

Primeiros tumultos na eleição em Imperatriz

Só fiscais da Roseana no Parque Anhanguera

Num colégio estadual do Parque Anhanguera, Imperatriz-MA, cujo singelo nome é Edson Lobão, fiscais oficiais das coligações de Jackson Lago e Flavio Dino foram impedidos de permanecerem no local de votação, Somente fiscais roseanistas teria sido “autorizados” pelos agentes do TRE/MA a acompanharem o dia de votação. A confusão (por volta das 8:30) logo começou a se instalar e o bate boca foi enorme até que a acessória jurídica da coligação “O Maranhão é de todos nós” chegou ao local e segundo nossa fonte por lá, admoestou a responsável do TRE pela sandice. Os demais fiscais foram prontamente liberados a trabalharem. É cada uma!.

Compra de Votos no assentamento Califórnia

Um homem por nome Wanderley estaria neste exato momento com sete mil reais no assentamento Califórnia município de Açailândia, para pagamento de votos. A informação nos chega pelo estudante de jornalismo e morador antigo do local, José Luis, via telefone. Durante toda a semana reuniões teriam acontecido para executarem a melhor estratégia para pagar os eleitores. É muito cinismo.

Confimado: TSE derruba transporte de eleitores no MA

Decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) derrubou a recomendação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) que autorizava o transporte de passageiros em todo o Estado. A proibição partiu do ministro Aldir Passarinho, que acatou ações impetradas pelas coligações “O povo é maior”, de Jackson Lago (PDT), “Muda Maranhão”, de Flávio Dino (PCdoB) e do Ministério Público Eleitoral do Maranhão (MPE).

Ontem, o TRE maranhense, por meio da recomendação nº 01/2010, autorizou a realização de transporte de passageiros da zona rural através de veículos previamente cadastrados pela corte e com roteiros de conhecimento do tribunal. Nessa determinação, o TRE afirmou que a medida visava preservar o direito de voto das comunidades carentes.

O desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos, corregedor do TRE-MA, responsável pela expedição da medida, criticou a decisão do TSE. Ele alegou que os “responsáveis por essa determinação, assumam essa responsabilidade”. “O que nós fizemos é que eu entendia e entendo que diante de uma indefinição da egressa corte e diante de uma recomendação contrária a uma prática costumeira no Estado do Maranhão, que nunca beneficiou partido A ou B”, declarou. “Baixei uma recomendação não em desrespeito á lei eleitoral, mas para que nós tivéssemos uma eleição tranqüila. A realidade do MA é totalmente diferente das realidades do sul e sudeste do país”, complementou.

Fonte: Central de notícias
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