2 de dezembro de 2019

Rock leva ao aborto e ao satanismo diz novo presidente da FUNARTE


O rock ativa as drogas, que ativa o sexo, que ativa a indústria do aborto”. A fala é do novo presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), Dante Mantovani, um maestro de Londrina que foi nomeado nesta segunda-feira 02 ao cargo por Jair Bolsonaro. 

A análise está em um vídeo publicado no canal do Youtube de Mantovani que traz, além da associação em escala feita pelo novo presidente, outros pontos de uma indústria cultural que busca destruir a moral. 

No vídeo, Mantovani comenta longamente sobre a Escola de Frankfurt e a relação dos filósofos com a cultura, em especial, a música. Para isso, exemplifica usando a banda inglesa The Beatles. “Eles precisavam destruir as famílias americanas porque elas eram a sustentação do capitalismo”, diz, relacionando os quatro britânicos a um plano da União Soviética de dominação global. 

Na análise que dura 11 minutos, Mantovani, que é doutor em música pela Universidade de Londrina, costura uma narrativa que aponta nomes como Elvis Presley como parte de um experimento soviético para “destruir a juventude”. 

“Nos anos 50, apareceu um tal de Elvis Presley, que fazia todo mundo cantar, sacolejar, balançar o quadril, né. Todo mundo ama esses caras. Começam a ser introduzidos certos comportamentos… o Elvis Presley morreu de overdose, né”, fala. 

Depois, Dante passa a associar a CIA, a agência de inteligente norte-americana, à distribuição de drogas no Festival Woodstock, evento de 1969 que tinha como lema “Três dias de paz e música” em meio ao período da Guerra do Vietnã. “Existem certos indícios que a distribuição em larga escala de drogas foi feita pela CIA – pelos infiltrados soviéticos”, diz o maestro. 

“Para fechar o raciocínio da associação do vídeo, Mantovani crava: “O rock ativa as drogas, que ativa o sexo, que ativa a indústria do aborto”. Finalmente, o aborto, para ele, está ligado ao satanismo, que também está presente, segundo a análise, nos álbuns dos Beatles e nas falas de John Lennon.

Fonte: Carta Capital
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