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14 de junho de 2019

News Leen: Greve !


Essa semana não tem News Leen.

Eu trabalho para mim mesmo. Mas estou em greve!

Contra os cortes da educação, o que imagino que não precise de muita explicação.

E contra a Reforma da Previdência, o que é um pouco mais polêmico.
Tenho muitos argumentos contra esta Reforma. Alguns deles estão neste texto. Clique aqui.

Aproveite a greve para ligar para alguém que você gosta muito e não fala tem muito tempo.

Eu vou aproveitar para tomar uma cerveja com um amigo com quem nos anos 90 eu andava de skate e discutia rock. E fumávamos cigarros e falávamos de meninas.


Amigo que não vejo tem uns seis meses. Como assim?!

A vida passa num piscar de olhos.

Pisque de volta.

Te vejo em sete dias!

Leia mais !

15 de maio de 2019

Bolsonaro sobre estudantes que protestam: “são uns idiotas úteis, uns imbecis”


Ao chegar aos Estados Unidos nesta quarta-feira (15) Jair Bolsonaro afirmou que as manifestações que estão ocorrendo no país em defesa de recursos para a educação são feitas por “idiotas úteis”, classificados pelo presidente como “militantes” e “massa de manobra”. 

Indagado sobre os protestos que acontecem nas capitais e grandes cidades do Brasil, o presidente disse que os alunos que estão nas ruas “não sabem nem a fórmula da água” e servem de instrumento político para “uma minoria espertalhona que compõe o núcleo das universidades federais”.


Grande ato político contra o desmonte da Educação hoje em Imperatriz




Hoje em Imperatriz(15), em sintonia com o movimento nacional de luta pela defesa da Educação, centenas de pessoas foram as ruas para lutar contra o desmonte promovido pelo atual governo Bolsonaro. 

No Brasil todo, milhares de Professores, estudantes, pais e mestres em geral se juntaram ao movimento puxado pelas universidades e institutos federais. E isso é só o começo. 

Para quem acha que o Governo Bolsonaro só está tirando recursos do ensino superior nas universidades federais e institutos tecnológicos federais, saibam que o corte é linear, de creches a pós doutorado. 

A área econômica do governo mandou cortar R$ 5.8 Bilhões do MEC. Até agora, foram R$ 2,2 Bi das universidades e institutos federais e (pasmem!) R$ 2,4 Bi do ensino fundamental e médio. Sem educação e pesquisa o Brasil vai aumentar em muito a sua miséria material e humana. 

Faz arminha não! Faz greve!!  

16 de abril de 2019

Professores do município realizam grande paralisação


Foi grande a manifestação hoje pela manhã (16) dos professores do município de Imperatriz. A categoria pede reajuste de 7% no vale alimentação, além do cumprimento do piso  que culmina em abril campanha salarial de 2019.

 A manifestação teve seu ponto alto na câmara de vereadores onde lideranças sindicais e politicas fizeram duras críticas ao Prefeito Assis Ramos, inclusive denunciando as razões que, segundo estes , estariam impedido a prefeitura de viabilizar as reivindicações da categoria.

 Após discursar na Tribuna da Câmara para falar aos professores, o vereador Bebé foi aplaudido por todos que estavam na galeria. Ele foi um dos que fez graves denuncias contra a gestão de Assis Ramos.

Segundo o Presidente da Câmara, José Carlos Soares o prefeito Assis Ramos faz a opção politica de gastar muito em áreas que não tem prioridade (aluguéis de automóveis), e por isso agora não pode querer sacrificar a educação.

Segundo o também Professor e Vereador Carlos Hermes a prefeitura abriu mão de maneira ilegal e imoral de recursos do Fundeb, que serviriam para atender as demandas da educação. .

Os vereadores da oposição podem fazer bastante esforço, mas o governo só recuará com a força da mobilização da categoria, que deve ganhar a opinião pública, ir à luta e marcar todos os vereadores em suas bases eleitorais. Quem votar contra os professores deve ser denunciado exaustivamente.

29 de maio de 2018

A greve dos caminhoneiros e a luta de classes


O aumento abusivo dos combustíveis do país provocou um drama nacional. Com a paralisação dos caminhoneiros a coisa tende a se agravar com falta de produtos básicos nas prateleiras e, claro, escassez nos postos de gasolina.
A grande mídia e o governo federal "suspeitam" que tudo esteja sendo orquestrado pela articulação entre empresas transportadoras e os motoristas de caminhão. Ontem o prefeito da cidade de Betim - MG e presidente da Cooperativa de Transportadoras Mineiras, fez um vídeo parabenizando o movimento. Prova maior que essa, só o fingimento da ingenuidade do governo.
Claro que a alta dos combustíveis fere de morte toda a atividade produtiva. Desde as grandes empresas transportadoras até aquele autônomo que possui um único caminhão.
Diesel e gasolina são insulmos incontornáveis para atividades fins. O caos começa a se instalar. Se dizia que o Brasil não poderia se tornar uma "Venezuela" e, vejam só, aqueles do Pato da FIESP devem estar se perguntando "onde foi eu que errei".
E por falar no país vizinho da América, vale lembrar que por lá eles sofreram um embargo econômico cruel por anos a fio , assim como Cuba , promovido por forças capitalistas ocidentais, mais notadamente EUA e comunidade européia. Nós estamos sentindo um pouco deste gostinho disso tudo agora. Assunto pra outro texto.
*Luta de classes*
A atividade de caminhoneiro é uma das mais precarizadas do mundo. Os motoristas proletariazam-se passando sono e tempo longe de suas famílias. E são trabalhadores importantíssimos para a engrenagem do Capital. O setor de transportes parando, para-se o Brasil como estamos vendo.
O governo ilegítimo do vampiro Temer sofre sua primeira grande pancada diretamente incidida sobre o setor produtivo. As contradições são flagrantes e tem na mira este desgoverno pós - impeachment. Uma GREVE GERAL pode e deve ser levada a cabo pelos setores que disputam a atual quadra histórica. Sem arrodeios , a luta de classes nunca esteve tão viva.
Setores políticos da esquerda deveriam se envergonhar de afirmarem "desconfianças" e absurdos como "isso tudo é coisa da direita" . Deveriam sim, saírem do Facebook e irem para dentro do movimento, apontar fatos políticos e contradições. Parar de disputar apenas sindicatos improdutivos e não entregar de mão beijada para os liberais a direção deste movimento que é legítimo.
Está claro que os rumos da greve dependerão dos diretamente envolvidos. Por isso é necessário menos análise de conjuntura e mais ação.
Todo apoio a paralisação dos caminhoneiros.

29 de junho de 2017

A mobilização nacional é contra as reformas trabalhista e da Previdência propostas por Michel Temer, do PMDB.


Em Imperatriz, bancários, urbanitários, professores municipais e estaduais, MST, movimentos sociais e trabalhadores das mais diversas categorias foram mobilizadas para aderirem à paralisação no dia 30 de junho, quando ocorre uma nova greve geral. 

A mobilização nacional é contra a reforma trabalhista e da Previdência, propostas pelo governo golpista de Michel Temer, do PMDB. Os sindicatos já demonstraram apoio à paralisação convocada pelas centrais sindicais. 

O Diretor Regional do Sindicato dos Bancários, João Signês, reafirmou a participação da categoria, na tentativa de reverter a posição do governo federal em manter a tramitação das reformas. “Nós entendemos que a nossa categoria tem um papel estratégico na realização da greve, até porque movimenta o sistema bancário da cidade, milhares de usuários por dia. É uma categoria extremamente importante para participar desta mobilização.” As centrais sindicais e os movimentos populares unificaram o calendário de ações, o chamado “Junho de Lutas”, que vai culminar na greve geral. 

O sindicalista, Jorge Furtado, representante da CUT(Central Única dos Trabalhadores) e dirigente dos Urbanitários, afirma que a construção desta greve em repúdio à agenda de retrocessos é resultado da articulação permanente das entidades. “Embora seja um período onde, por exemplo, a educação esteja em um período em que todo mundo vai estar em recesso, esse desejo de ganhar as ruas vai se alimentando também à luz de uma eclosão de atividades que vêm acontecendo em todo o país. 

A recente denúncia crime do Janot (procurador geral da República) contra o presidente golpista Temer, acende mais uma chama de revolta na população em geral . 

Para o representante da "Unidade Classista", Gato Felix, também participante ativo do Fórum da Previdência, grupo de dirigentes de movimentos sindicais e sociais que reúnem-se todas as terças para organizar os encaminhamentos da mobilização, disse que a decisão da Comissão de Assuntos Sociais do Senado que rejeitou, na terça-feira, dia 20, o parecer do relator do projeto de lei sobre a reforma trabalhista deu fôlego e otimismo ao movimento. 

Outras categorias de trabalhadores ainda vão decidir em assembleias o posicionamento sobre a greve geral do dia 30 de junho, como o setor da construção civil , saúde e comerciários.

28 de abril de 2017

Avaliação do movimento grevista em Imperatriz

Foto: Jesus Marmanillo

O movimento que de certa forma parou Imperatriz hoje demonstrou vigor. Populares em geral, professores, estudantes, lideranças políticas percorreram as principais ruas da cidade e paralisaram o trânsito em vários pontos da cidade.

A greve geral, que teve mais ares de protesto pois não alcançou o comércio em absoluto (por motivos óbvios tendo em vista a dificuldade de mobilizar estes setores), parou escolas, transportes públicos, agencias bancárias e instituições públicas em sua totalidade.

Nas grandes cidade como Rio de Janeiro (RJ) e Recife (PE) o comércio parou em sua totalidade.

Não há como negar a força do movimento. Todos os jornais presentes fizeram coberturas e os organizadores estimam que três mil pessoas compareceram a passeata.

Segundo o sindicalista Willas de Moraes o ato  foi "muito positivo, principalmente a leitura dos nomes dos deputados que votaram na última votada da CLT".  Neste momento um turbilhão de vaias acompanhava a chamada dos nomes dos deputados.

O recado que fica é: Minha gente, alguém pode ser contra Temer, ou contra o PT,  mas por favor, não seja contra a própria aposentadoria digna!


27 de abril de 2017

Greve geral paralizará atividades nesta sexta feira em Imperatriz



Por Hyana Reis

Esta sexta-feira (28) promete ser marcada pela Greve Geral em todo o país, que protesta contra as reformas da Previdência, trabalhista e a Lei da Terceirização. E Imperatriz também aderiu a mobilização nacional e realiza ato público pelas ruas da cidade. 

A mobilização em Imperatriz inicia às 8h, com concentração na Praça Brasil, e segue pelas ruas da cidade, passando pela Dorvigal Pinheiro e Avenida Getúlio Vargas, encerrando na sede do INSS, na rua Simplício Moreira. Devido à Greve Geral, categorias como os bancários e professores devem paralisar suas atividades. 

O Sindicato dos Bancários do Maranhão anunciou que não haverá atendimento em Imperatriz durante toda a sexta-feira (28). "Para o Sindicato dos Bancários do Maranhão é de suma importância que os bancários participem da paralisação, mobilizando colegas e familiares, com o intuito de derrubar estas medidas nefastas do Governo, que visam acabar com os direitos dos trabalhadores do Brasil", diz nota do sindicato.

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos Públicos de Ensino de Imperatriz (Steei) também anunciou adesão ao movimento. "Todos os trabalhadores da educação são convocados, bem como os pais, alunos, gestores, coordenadores, supervisores, orientadores, auxiliares de magistério, vigias, zeladores, agentes operacionais entre outros que fazem parte do segmento educacional", informou o sindicato.

Outros movimentos sociais, entidades e sindicatos de Imperatriz também irão aderir e participar da Greve Geral. "Nós do Sindicato da Saúde estaremos lá participando do ato público, mas, infelizmente, não há um respaldo legal para os trabalhadores aderirem à greve e paralisar completamente", informa Janete Oliveira, presidente do SindSaúde.

Mobilização Nacional - Diversas cidades já anunciaram à adesão a Greve Geral, que promete parasilar aulas, transporte público e atendimentos por todo o país.
Segundo o movimento, a Paralisação Nacional é uma forma de alertar ao governo que a classe trabalhadora não aceitará as novas medidas relacionadas a Previdência Pública e o projeto de terceirização aprovado pela Câmara dos Deputados.


26 de abril de 2017

Editorial: É hora de lutar !


Trabalhadores uni-vos com unidade na diversidade contra a crise do capital e pela democracia

A hora agora é de lutar com o povo nas ruas reivindicando seus direitos dentro da linguagem da democracia e protestando contra os retrocessos profundos que o Brasil vem experimentando. A única coisa que os políticos tem medo é do povo. Temos que pressiona-los. 

Que tal a PEC 55 que restringe investimentos em saúde e educação pelos próximos vinte anos? É mole ou quer mais?
Ou uma reforma da previdência que estabelece uma cruel lógica para aqueles que não possuem expectativas de vida altas. Justamente os mais pobres. Tudo em nome de uma gravíssima crise econômica que leia-se só onera o "Trabalho" e livra o "Capital".

As elites econômicas desse país odeiam o povão. O todo poderoso “Mercado” é composto por cerca de cinco mil pessoas (ou 120 famílias que controlam o Brasil do ponto de vista econômico e midiático). Esse pessoal vive viajando pra Miami ou esquiando em Aspen na Suiça, falando mal da cultura brasileira e se lambuzando com ela.

E por que a matilha de golpistas no Palácio do Planalto tem tanto interesse nestas temerosas reformas? Gostaria de compartilhar algumas pistas:

1) Os últimos governos (sem exceção) cumpriram todos os acordos com o grande Capital em detrimento do Trabalho. 
2) Há uma crise civilizacional em andamento. O capitalismo não possui mais nada de progressista para a humanidade e;
3)Todas as reformas do passado são agora transformadas em contrarreformas em um cruel retrocesso de direitos;
4) O poço sem fundo chamado “divida pública” no Brasil, que serve de desculpa para todas as perversidades em nome do suposto pagamento da mesma.  Ai daquele que questionar, pois aí vem a Miriam Leitão na GloboNews e diz que “o mercado está nervoso” (lembram daquelas cinco mil pessoas?) .

A historia não um processo repetitivo, mas ela nos traz lições. Uma delas é o protagonismo dos trabalhadores. Somente com sua organização poderemos lutar contra o que aí está. As maiores expressões desta organização estão nos sindicatos e/ou  partidos políticos. Dia 28 temos um chamado destas organizações, partidos, centrais sindicais e outras. É greve geral! 

É importante resgatarmos estas atividades políticas. Somente com elas poderemos ter uma resistência exitosa contra a ofensiva do capital em seu momento de crise. Temos que construir essa unidade. Unidade construída com a diversidade. Participe com sua organização que mais lhe agrade e vamos a luta companheir@!                

                                                                                           

27 de outubro de 2015

BANCOS ENCERRAM GREVE

Encerrou nesta terça feira, 27, a paralisação dos funcionários das agencias bancárias.  A categoria por meio de assembleia decidiu pelo fim da greve e aceitou a proposta de 10% de reajuste proposta pela Federação do Nacional dos Bancos (FENABAN). A categoria pedia 17% de reajuste.

Porém Banco do Nordeste e Banco da Amazônia ainda não decidiram pela fim da greve. Uma nova assembleia será marcada para definir acerca da situação destes bancos.    

27 de novembro de 2014

CAOS TOTAL: PROFESSORES DA UEMA REALIZAM PROTESTO POR FALTA DE PAGAMENTO


Pelo Facebook recebo as imagens e o depoimento do Professor Emilio, um dos cerca de 50 seletivados da Universidade Estadual do Maranhão aqui em Imperatriz e que estão sem receber. Triste descaso com a Educação no Maranhão. 

A Uema não é de hoje fica relegada a segundo plano para o Governo. Falta de autonomia e sucateamento foram constantes nos últimos anos. Além disso o uso da maquina acadêmica para trampolim político fizeram da autarquia universitária um filão que em alguns setores de São Luis se recusam a largar. 

Agora temos que lutar para retirar do papel a proposta de criação da Universidade Estadual do Sul do Maranhão, ou da Região Tocantina, proposta amplamente defendida pelo novo governo de Flávio Dino, que assumem em 1 de Janeiro. Pior que tá não fica. 

Leia abaixo depoimento do biólogo Emilio Junior.
Hoje a UEMA - Imperatriz foi interditada. Pois os professores contratados estão trabalhando desde Agosto SEM RECEBER seus salários. Além, da falta de professores em alguns cursos. Esse governo que ai termina (Roseana Sarney) nunca me representou, é uma VERGONHA o que se faz com os profissionais da educação.

24 de julho de 2014

MADEIRA E A DESOBEDIÊNCIA CIVIL DOS PROFESSORES


Os professores de Imperatriz decidiram radicalizar o movimento paredista. Depois da restituição dos salários cortados pela prefeitura via ação judiação, o contorno da greve ganha mais um capitulo dramático.

Ontem por volta das 14:00 os professores ocuparam a sede do governo local. Historicamente a única arma dos povos pela transformação social é a desobediência civil, tem sido assim desde os tempos do Código de Hamurabi babilónico, primeiro conjunto de leis escritas na Historia. E se não fosse a rebeldia e a desobediência civil ainda estaríamos no dito código babilónico.  

O prefeito Sebastião Madeira precisa repensar seu ónus politico nisso tudo e parar de dar ouvidos aos seus quadros técnicos de acessória. 

Não é concebível e nem interessante para ninguém essa "queda de braço". Como disse o magistrado Joaquim Junior ontem em entrevista toda a sociedade está perdendo. Não há vencedores e nem vencidos.

Todo apoio a luta dos professores por valorização salarial. sabemos muito bem o quanto este profissional é importante e que no Brasil a profissão é depreciada por uma conjuntura histórica de exclusão cultural de seu povo.

Ps: Depois de um período conturbado volto a escrever no blogue. Lamento a ausência. Estamos de volta. 

5 de junho de 2014

GREVE DOS PROFESSORES E ELEIÇÃO DA CAMÂRA DE VEREADORES


Volta e meia volto a falar sobre a importância de valorizar-mos nossa sensível idéia de democracia. Nos últimos anos graças a uma cultura de política que se gestou país afora, notadamente ligada a um pensamento de esquerda, e, com o aprofundamento das mídias digitais, temos pelo menos oportunidade de discutir e pautar grandes bandeiras históricas como saúde, educação e demais politicas públicas. 

Com a eleição na casa legislativa para escolher seu próximo presidente, os vereadores de Imperatriz colocam a disposição da sociedade dois nomes: José Carlos Soares e Carlos Hermes.

O primeiro é mais velho, e, não por isso, mais conservador. Fruto de uma geração que perdeu a capacidade de reivindicar direitos via regime militar. Que representa ainda a velha concepção fisiológica da antiga forma de fazer política. 

O outro, mais jovem, é fruto dessa geração perdida, teve oportunidade de aprender que sem luta não há direitos. Forjado mesmo na própria organização dos trabalhadores.  

Vai ser um belo debate. Mesmo que já se saiba o resultado. Nosso tempo histórico avança e nele não há lugar para quem não respeite as novas possibilidades de cultura democrática. Com mais atenção popular e participação social nos rumos decisórios da política. Como diria Belchior "O novo sempre vêm".

Luta dos Professores

Os professores do município deverão ocupar parte dos lugares no plenário da câmara de vereadores. Em greve há cerca de 45 dias, a categoria reivindica reajuste salarial. Vai ser uma chuva de vaias para cima do representante governista José Carlos Soares, que deve obter maior número de votos. 

A oposição ao prefeito Madeira faz-se muito bem representada pelo Vereador Carlos Hermes, que, também professor, conhece afundo o quanto esta classe vêm sendo judiada.

Em tempo: ontem os professores e estudantes da UEMA e UFMA, fizeram uma grande movimentação pela principais ruas da cidade e fecharam por alguns minutos um trecho do Viaduto.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Wilas de Morais confirmou em entrevista que é cada vez maior o número de adesões ao movimento paredista.

Com o inicio da Copa e férias escolares vamos ver como ficam as coisas. 

13 de março de 2014

PROFESSORES FARÃO PARALIZAÇÃO DIA 17/03


Assembleia geral extraordinária do SINPROESEMMA em Imperatriz, na tarde desta quarta-feira definiu que na próxima segunda-feira, dia 17, os trabalhadores da educação das escolas da Rede Estadual de Ensino na Região Tocantina paralisarão suas atividades para participarem da greve nacional em defesa da educação pública e pela valorização do profissional da educação. Em atividade conjunto com o STEEI, haverá palestra às 8h, no auditório do Palácio do Comércio; e às 16h, ato público na Praça de Fátima.

Do facebook de André Santos, coordenador do Sinproessema.

15 de setembro de 2013

PROFESSORES DO ESTADO FAZEM PARALISAÇÃO NESTA SEGUNDA-FEIRA

Em assembleia geral extraordinária realizada dia 14, sábado, pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), os professores da Rede Estadual de Ensino de Imperatriz decidiram suspender as aulas desta segunda-feira, dia 16, para protestar contra o descumprimento do acordo da greve de 2013 pelo Governo do Estado. 

Os pontos descumpridos pelo Governo são: pagamento do retroativo de 4% de aumento salarial de janeiro a julho, titulações e promoções. Esses itens do acordo estavam previstos para o mês de agosto. Sobre a recomposição salarial, o Estado decidiu efetuar o pagamento em quatro parcelas mensais, sendo a primeira efetuada dia 10 deste mês (setembro). 

Em relação às titulações, ainda não fizeram nenhuma. E as promoções (mudança de nível), apenas 25 professores foram contemplados. A classe educadora decidiu fazer paralisações no dia 16 de cada mês, portanto não haverá nessa segunda-feira, 16 de setembro. 

Enquanto o Governo do Estado descumprir o acordo assinado para o encerramento da greve, os professores da rede estadual farão suas reivindicações em forma de protesto. Nesta segunda-feira, os professores se reunião às 08:00h na Praça de Fátima para um ato público.

Fonte: Simproessema

28 de maio de 2013

GREVE DOS PROFESSORES DO ESTADO CONTINUA JÁ QUE AINDA NÃO HOUVE ASSINATURA DO ACORDO

A greve dos educadores da rede pública estadual de ensino continua. Não foi assinado o acordo que contempla o resultado das negociações entre o governo do Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), como estava previsto. 

A assinatura estava marcada para acontecer na tarde desta segunda-feira (27), na Secretaria de Estado de Gestão e Previdência (Segep), mas depois de algumas horas de espera, a diretoria do sindicato foi informada, pelo secretário Fábio Gondim, que o acordo não poderia ser assinado ainda porque faltava finalizar alguns termos do documento. O secretário deu uma nova previsão de assinatura para esta terça-feira (28), mas não definiu a hora. 

Orientação 

Embora a maioria das assembleias regionais de educadores tenha aprovado a suspensão da greve, enquanto não acontece a assinatura do acordo, a orientação da direção do Sinproesemma é de continuidade do movimento. 

O retorno à sala de aula somente deve acontecer após a assinatura do documento, que é a garantia de que o governo irá cumprir o que foi acertado nas negociações com o sindicato, como o pagamento das progressões, a partir de janeiro de 2014, e das titulações e promoções, em agosto deste ano, além de outros avanços discutidos e aprovados, verbalmente, entre as partes. No acordo também consta o abono para as faltas dos trabalhadores, no período de greve. 

Além da assinatura o acordo, o governo deve definir a data de envio da proposta do novo estatuto, assim como dos projetos de lei que garantem direitos aos funcionários de escolas.

Fonte: Simproesemma

24 de maio de 2013

FIM DA GREVE DOS PROFESSORES DA REDE ESTADUAL DE ENSINO


Acabo de chegar da assembleia realizada na sede do sindicato do professores. A maioria da categoria votou pelo fim da greve entendendo que as propostas do Estatuto do Educador não estão estão 100% de acordo com o que queriam.

No documento o governo por meio de um acordo assinado em juízo, não abriu mão da redução de carga horária após os 50 anos e nem ficou claro como se daria as eleições para gestores escolares [direção].  O reajuste ficou em 4,7%. Mais detalhes em breve. As aulas do Estado retornarão segunda feira normalmente. 

PROFESSORES DO ESTADO DECIDEM HOJE RUMO DA GREVE EM IMPERATRIZ

Indo agora para a sede do sindicato dos professores participar da assembleia que decidirá a continuidade ou não da greve aqui em Itz

De acordo com balanço parcial feito pela direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão (Sinproesemma), no final da manhã desta quarta-feira (22), de um total de 19 regionais, 11 já decidiram suspender a greve geral de educadores da rede pública estadual de ensino, que completa um mês, nesta quinta-feira, 23.

Embora a assembleia regional de Balsas, Sul Maranhense, tenha decidido pela suspensão da greve, os trabalhadores não concordaram com propostas resultantes da negociação com o governo do Estado. Já as assembleias de Caxias, Chapadinha e Timon votaram a favor da continuidade do movimento paredista.

São Luis decidiu continuar a greve. Em breve mais noticias.

15 de maio de 2013

"A LUTA CONTINUA", AFIRMA DIRIGENTE SINDICAL DOS PROFESSORES


O que parecia estar chegando ao seu termo acabou sendo adiado e a "luta continua". Foi o que o  diretor regional do sindicato dos professores em Imperatriz, simproeseemma, André Santos, afirmou agora pouco de viva voz a este blogueiro. 

No site do sindicato temos a confirmação do impasse graças a [má] intenção do governo de fazer o reajuste de 7,97% nos salários das primeiras classes da tabela (1ª e 2ª) e deixar a classe 4 (a 3ª na nova estrutura) sem reajuste, que estaria sendo substituído pela URV.  

A direção do sindicato considerou a intenção do governo um “absurdo inaceitável”.

Avanços
Quanto à proposta de pagamento das progressões, promoções e titulações, foi elaborado um acordo que será incluso nos autos do processo que cobra esses direitos dos educadores, que são negados pelo Estado há quase 20 anos, quando foi aprovado o primeiro estatuto da categoria.
O governo concordou em assinar o acordo que define, inclusive, datas para o pagamento da dívida, sendo o mês de agosto de 2013 a data marcada para pagamento das promoções e titulações e o escalonamento das progressões para os anos de 2014, 2015 e 2016, favorecendo, inicialmente, os professores que estão aptos à aposentadoria.

Assembleias regionais

A orientação da diretoria do Sinproesemma é que todas as assembleias regionais, marcadas para esta semana, se transformem em reuniões de avaliação da greve e de informes à categoria sobre o andamento das negociações, a exemplo do que houve com a assembleia da regional de São Luís. “Só poderemos tomar decisões após o encerramento da negociação. Por enquanto, a greve continua”, conclui o presidente do sindicato, Júlio Pinheiro.

INFORMES DA GREVE DOS PROFESSORES - MORTE DE PROFESSORA QUE ESPERAVA PROGRESSÃO PARA SE APOSENTAR

Após avaliar a proposta de Estatuto do Educador, encaminhada ao Sinproesemma pelo governo do Estado, na semana passada, a assessoria jurídica do sindicato concluiu que há necessidade de ajustes no documento para garantir que os avanços conquistados na negociação da proposta sejam cumpridos, efetivamente, pelo Executivo. 

Para isso, será realizada nesta terça-feira (14), mais uma reunião da entidade com representantes do governo. 

No que diz respeito às progressões, por exemplo, cujo pagamento foi negociado o escalonamento em até três anos, a partir de 2014, a assessoria jurídica orienta que essa definição deve ser amarrada em acordo judicial, como garantia de cumprimento do que foi negociado. Esse acordo deverá ser feito nesta reunião. 

É a intenção do Sinproesemma e o compromisso do governo. 

O governo defendia esse parcelamento em quatro anos, alegando inviabilidade orçamentária para saldar a dívida em tempo menor, mas o sindicato contrapôs com a defesa da redução do escalonamento, diante dos longos anos de espera da categoria pelo pagamento desses direitos, que estão, inclusive, previstos no estatuto em vigor, desde 1994, mas nunca foram cumpridos. 

Sem cumprir o estatuto em vigor, durante todos esses anos, a dívida do Estado com os professores chegou em 28 mil progressões (crescimento vertical na carreira, com o tempo de serviço – mudança de referência); chegou em 1.500 promoções (mudança de classe) e em 1.500 titulações (adicional de salário, mediante pós-graduação). 

“Tudo isso representa cerca de R$ 400 milhões. É uma dívida histórica do governo com a categoria, que precisa ser paga. E garantir a forma desse pagamento, de maneira segura, judicialmente, será uma grande vitória da nossa greve e do esforço que estamos fazendo, nas ruas e na mesa de negociação”, ressalta o presidente do Sinproesemma, Júlio Pinheiro, que viajou, na tarde desta segunda-feira (13), em caráter de urgência, para Viana (Baixada Maranhense), onde faleceu uma professora, durante atividade da greve no município. 

De acordo com informações preliminares, a professora, que teria 70 anos, ainda trabalhava em sala de aula, aguardando a tão esperada progressão, para poder pedir sua aposentadoria, sem perder o benefício do tempo de serviço. Matéria completa sobre o caso será publicada no site do Sinproesemma e no jornal D’Classe. 

Outros avanços 

Embora não seja possível ainda publicar a versão do Estatuto, da última negociação, por causa dos ajustes que ainda deverão ser feitos na proposta, é importante destacar outros avanços da negociação como o compromisso de pagar as titulações e promoções ainda este ano de 2013; realizar eleições diretas para diretor de escola, uma antiga e importante bandeira de luta da categoria, que sofre com a falta de democracia nas gestões escolares; a manutenção da Gratificação por Atividade de Magistério (Gam) para todos, direito que o governo queria retirar para os futuros aposentados, para quem entrou na rede a partir de 2004; a definição da data-base da categoria, definida para todos os meses de janeiro (dia 1º); as gratificações para os professores que enfrentam as dificuldades de acesso às escolas e as gratificações de risco no trabalho, que não estavam amarradas na proposta anterior. Reajuste Salarial – outro item que acompanha a proposta do Estatuto é o reajuste de 2013 para a tabela salarial. O governo pretende corrigir os salários em percentuais que variam de 4% a 7,97%, com pagamento retroativo a 1º de janeiro desse ano.

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