16 de dezembro de 2012
17 de julho de 2012
PROF. ED WILSON NO DOUTORADO
17 de maio de 2012
LIVRO SOBRE RÁDIOS COMUNITÁRIAS SERÁ LANÇADO EM IMPERATRIZ
O professor do Curso de Comunicação da UFMA, Ed Wilson Ferreira Araújo, realiza terça-feira 22/05, em Imperatriz, o lançamento do livro “Rádios Comunitárias no Maranhão: história, avanços e contradições na luta pela democratização da comunicação”. O evento será às 17h, no campus II (Centro de Ciências Sociais, Saúde e Tecnológicas - CCSST). A obra é fruto da dissertação de Ed Wilson Araujo no mestrado em Educação (UFMA), concluído em 2004, e contemplada no plano editorial do Centro de Ciências Sociais (CCSo), juntamente com produções acadêmicas de professores em diversas áreas. O livro reúne relatos da organização do movimento de rádios comunitárias, desde 1996, quando iniciaram as primeiras articulações que posteriormente levaram à criação da Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (Abraço) no Maranhão.
Com informações de Ed Wilson
4 de fevereiro de 2011
Boletim ê-maranhão 27 e a luta pelos Direitos Humanos no Maranhão
3 de dezembro de 2010
Prof Ed Wilson debate jornalismo e política: Encontro de blogueiros da região será em Abril

Na noite desta quinta-feira no IV Simpósio de Jornalismo da UFMA, Campus II de Imperatriz, o Prof. Ed. Wilson, militante das mídias sociais e políticas do Estado explanou brevemente sobre a condição dos meios de comunicação e a esfera política. Na ocasião foi tratada também sobre a atual política midiatizada e o papel dos profissionais da comunicação. Para Ed Wilson os atores políticos causam o surgimento dos políticos atores e dentro do sistema capitalista até os eleitores se transformam em mercadoria junto com os candidatos, que em muitos casos apropriam-se dos meios de comunicação para fins de interesse próprio.
Nesta perspectiva o atual modo de produção sofistica-se cada vez mais e transforma em foco de acumulação tantos os Meios de Comunicação quanto a Informática, com isso teremos os monopólios midiáticos cada vez maiores e segregadores. Mas há uma luz no fim do túnel para Ed Wilson.
Segundo o jornalista “a era da pedra do lago acabou”. Ele se refere a diversos episódios da História Política onde os meios de comunicação foram “tapeados” pelo povo, que não quis “comprar” os interesses da mídia oficial, a exemplo da eleição de Lula em 2002. Estaria assim ameaçada a famosa hegemonia do quarto poder?
Em "off" conversei brevemente com Ed Wilson que junto com o Prof. Marcos Fabio (Ufma) demonstraram grande interesses em construir um encontro regional de blogueiros progressistas em Imperatriz: “ A blogosfera é um enfrentamento e tanto para ajudar a estabelecer os marcos regulatórios dos meios de comunicação e democratizarmos cada vez mais o segmento”, disse.
A data do encontro está previamente marcada para abril. Então até lá Ed, o debate continua.
30 de novembro de 2010
DEM maranhense articula ida para o PT
Um burburinho tomou conta do PT neste final de semana, dando conta de um suposto pedido de filiação do futuro chefe da Casa Civil do Governo do Estado, Luis Fernando Silva, atualmente no DEM.
Silva negou as especulações, mas isso não é sinal de desinteresse do grupo Sarney pelo controle total do PT.
Os Sarney(s) já consideram paga a fatura do apoio de uma banda petista à candidatura de Roseana (PMDB) ao governo. Ofereceram a Secretaria de Educação, mas o vice-governador eleito Washington Oliveira não consegue sequer indicar um nome para a pasta.
A governadora Roseana Sarney (PMDB) passou uns dias em Brasília, em tratativas com Dilma e Lula sobre assuntos de interesse do Maranhão. Deve ter reservado um tempo para conversar com José Dirceu sobre o petismo maranhense.
A idéia de entregar todo o PT a Sarney tem acolhida na tendência Construindo um Novo Brasil (ex-Articulação), onde Dirceu é comandante-em-chefe.
Com a falência do DEM, o partido de Lula pode ser uma opção para o ingresso de vários políticos da base roseanista. O PT substituiria o demismo na lógica da federação partidária que sempre deu sustentação ao grupo hegemônico no Maranhão.
Atualmente controlando grandes legendas como o PMDB, PTB, DEM e PV, a família Sarney pode anexar também o PT, além dos partidos nanicos capturados no laço às vésperas das convenções eleitorais.
A porteira petista já foi aberta com a filiação de gente como Mauro Jorge e Francisca Primo, deputada estadual eleita, cujas trajetórias políticas em nada lembram as teses do campo democrático-popular.
Roseana quer livrar-se dos petistas oliveiristas e ficar com a sigla, colocando novos "PTs" no comando, sem intermediários para negociar nem plenárias longas para tomar decisões.
Mas o domínio integral do PT pelo grupo Sarney deve ser mau negócio até para o pragmatismo do vice Oliveira. Perdendo o controle cartorial do partido, ele e seus companheiros ficam sem mercadoria para barganhar espaços no governo.
Neste cenário, Washington pode até esboçar alguma reação à entrada de outros caciques na aldeia dele. Oliveira entregou o tempo de propaganda do PT a Roseana, mas dar o cartório inteiro é outra história.
Sem a estrutura do partido, o vice fica ainda mais vulnerável e fácil de ser descartado.
Enquanto Oliveira maquina, os grupos e tendências não alinhadas ao sarneísmo convocam uma plenária para dezembro, inspirados na clássica pergunta de Lênin: que fazer?



