8 de janeiro de 2020
19 de dezembro de 2014
SOBRE O REATAR DE RELAÇÕES ENTRE EUA E CUBA
26 de fevereiro de 2013
RÁPIDAS E RASTEIRAS
25 de outubro de 2012
TRANSPORTE PÚBLICO DESUMANO EM IMPERATRIZ E NOTINHAS RAPINHAS DA QUINTA FEIRA
È flagrante o descaso com o serviço de transporte público em Imperatriz. Ninguem mais aguenta. Falta de veículos adequados, atraso e desregulação nos horários, superlotação, falta de paradas e abrigos, tarifa carissíma. Andar de ônibus em Imperatriz é desumano, acreditem.
ELEIÇÕES NOS EUA
27 de outubro de 2011
VÍDEO EMOCIONANTE DESMASCARA "CAGADA" IMPERIALISTA DOS EUA
X Factor Australia - Emmanuel Kelly (LEGENDADO PT)
9 de maio de 2011
2 de maio de 2011
Osama Bin Laden e as grandes mentiras da História

Em se tratando de interesses da nação mais "midiática" do mundo, não acredito em muita coisa dos ditos meios de comunicação oficiais. Não acredito que o homem tenha ido à lua, assim como não acredito na afirmação deles (CIA) ao negar que participaram das ditaduras militares na América Latina. Segue abaixo outras boas mentiras contadas ao logo da História
1. Osama Bin Laden não foi o primeiro a atacar os EUA em seu próprio território. O "mérito" corresponde ao mexicano Pancho Villa, que em 1916 cruzou Rio Grande e atacou a cidade de Columbis, Texas, onde matou sete pessoas. A invasão durou menos de dez horas.
2. Napoleão não era tão baixinho. De fato, media 1,68 cm., uma estatura aceitável para sua época, e inclusive superava por 4 cm o duque de Wellington, seu arqui-inimigo inglês.
3. Em Casablanca, Bogart nunca pronunciou a frase: "Toque outra vez, Sam". Em realidade, a frase exata é: "Toque Sam, toque 'As time goes by'". Para acabar de arruinar o mito, o ator que fazia o papel de Sam (Dooley Wilson) só cantava, já que não sabia tocar o piano. O acompanhamento foi incorporado em estúdio.
4. Os vikings não usavam capacetes com chifres. Foi uma invenção do pintor sueco Gustav Malstrom nas ilustrações que realizou em 1820 para o poema épico Frithiof`s Saga. O propósito destes chifres irreais era retratar os ferozes guerreiros do Norte como seres quase demoníacos.
5. A guerra dos cem anos, realmente durou 116, de 1337 a 1453, ano em que os reis de Inglaterra e França (os países em conflito) puseram fim às hostilidades.
6. George Washington não foi o primeiro presidente dos EUA. Ao iniciar a revolução americana em 1714, uma comissão de notáveis elegeu Peyton Randolph, de maneira improvisada, para esse cargo. Depois de sua demissão, oito pessoas atuaram como presidentes até 1789, ano em que por fim foi aprovada a constituição americana e que foram celebradas as primeiras eleições para o cargo, nas quais Washington foi finalmente eleito.
7. Walt Disney não sabia desenhar e nunca desenhou nenhum de seus famosos personagens. Durante muitos anos foi dito que Mickey Mouse tinha sido criado por ele, mas atualmente sabemos que foi obra exclusiva do desenhista Ub Wickers que deixou Disney compartilhar a autoria para lhe devolver um favor.
8. Os Harlem Globetrotters não eram do Harlem senão de Chicago. Cidade na qual foi criada a equipe no ano 1926 com o nome de New Cork Globetrotters. Finalmente, em 1932 adotaram Harlem como denominação de origem.
9. Escalpelar não era costume natural dos peles vermelhas. Eles copiaram o costume dos franceses, que exigiam de seus mercenários apresentar o couro cabeludo da cada índio morto para poder cobrar a recompensa.
10. Os reis magos não eram três. O Evangelho segundo São Mateus só menciona a visita de alguns magos do Oriente, mas não especifica seu número, e nem sequer diz que eram reis.
13 de fevereiro de 2011
Vídeo: Um beatle enfrenta o poder do Império

4 de fevereiro de 2011
Fora Mubarak: Irã diz que protestos no Egito são sinal de renascença islâmica

27 de outubro de 2010
ONU pede que EUA encerre embargo contra Cuba
É a décima nona vez que a ONU se posiciona contrária ao embargo. O governo norte-americano não admite a cultura cubana.
A Assembléia Geral da ONU aprovou hoje (26) por grande maioria uma resolução que volta a pedir o levantamento do embargo econômico e comercial que os Estados Unidos decretaram contra Cuba há 50 anos.
O documento teve apoio quase unânime dos 192 países que integram a ONU, já que 187 membros votaram a favor, dois contra (EUA e Israel), além de três abstenções (Ilhas Marshall, Palau e Micronésia).
Esta é a 19ª ocasião consecutiva em que a Assembléia Geral das Nações Unidas se pronuncia a favor da resolução apresentada, nesta ocasião, pelo chanceler cubano, Bruno Rodríguez, para pedir o fim das sanções contra a ilha.
Pouco antes da votação, o ministro cubano de Relações Exteriores criticou em seu discurso o presidente dos EUA, Barack Obama, por manter intacto o embargo apesar da promessa de "um novo começo" na política em direção a Havana.
"Os fatos confirmam que nada mudou, nem utilizou suas amplas prerrogativas para flexibilizar o bloqueio. As sanções contra Cuba permanecem intactas e aplicadas com todo rigor", disse.
Rodríguez citou vários casos de remédios e produtos farmacêuticos que estão fora do alcance da saúde cubana por essas sanções.
Também minimizou a importância da ampliação dos intercâmbios culturais nos dois últimos anos, já que considerou que continuam sujeitos a "a severas restrições".
"É evidente que os Estados Unidos não têm intenção alguma de eliminar o bloqueio", ressaltou o chanceler cubano, para quem a Casa Branca ignora o desejo da maioria dos americanos de que se levante o embargo aos "interesses especiais" de uma minoria partidária de manter as sanções.
"A política dos Estados Unidos contra Cuba não tem sustento ético ou legal algum, credibilidade, nem apoio. Isso ficou demonstrado nos mais de 180 votos nesta Assembleia Geral das Nações Unidas que nos últimos anos reivindicou o fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro", indicou.
Rodríguez mencionou em seu discurso as reformas econômicas do Governo cubano nos últimos meses, que "respondem ao desejo dos cubanos e a decisões soberanas de nosso povo".
Por sua parte, o representante americano, Ronald Goddard, ressaltou que o embargo é um "assunto bilateral" que se inscreve no direito soberano de seu país de estabelecer a política comercial que ache adequada.
Além disso, lamentou que o chanceler cubano tenha voltado a equiparar as sanções com um "ato de genocídio" e lembrou que os Estados Unidos são, atualmente, o quinto parceiro comercial de Havana.
Goddard assinalou que a troca comercial entre EUA e Cuba foi de US$ 533 milhões em 2009 e ressaltou que Washington não põe limites à ajuda humanitária enviada à ilha.
Também assegurou que o Governo de Obama iniciou nos últimos 21 meses mudanças na política em direção a Cuba, citando a eliminação das restrições às visitas dos cubano-americanos à ilha e ao envio de ajuda a seus parentes.
De todas as formas, advertiu que os países não poderão abrir totalmente uma nova etapa até que os cubanos "desfrutem" dos direitos que contempla a Carta das Nações Unidas.
Como em exercícios anteriores, o projeto de resolução de condenação apresentado pela delegação cubana contou com o apoio da maioria dos grandes grupos regionais que formam a Assembleia Geral.
Os países da União Europeia (UE) voltaram a manifestar rejeição aos efeitos das sanções dos EUA, que entre outras coisas afetam empresas europeias com presença em Cuba.
Ao mesmo tempo, o embaixador belga na ONU, Jan Grauls, expressou em nome dos 27 membros satisfação pelas recentes libertações de presos políticos na ilha, mas insistiu que o regime cubano deve libertar todos os presos de consciência e garantir que os cubanos possam desfrutar das liberdades básicas.
O embargo americano sobre Cuba começou de maneira oficial no dia 7 de fevereiro de 1962, no Governo de John F. Kennedy, mas os Estados Unidos já haviam imposto certas sanções desde 1959.
Segundo o Governo cubano, o embargo supôs danos econômicos diretos ao povo de US$ 100,154 bilhões a preços correntes, que equivalem a US$ 239,533 bilhões tomando como base a inflação de preços no varejo dos EUA ou de US$ 751,363 bilhões se medido pela cotação do ouro no mercado internacional. EFE
Com informações do yahoo notícias !
1 de agosto de 2010
Irã adverte EUA sobre eventual ataque militar

A comunidade internacional, liderada por Washington, intensificou recentemente as pressões sobre o Irã, acusado de tentar obter a arma nuclear, alegando ter um programa nuclear civil. Teerã desmente essas acusações.As declarações de Khavani precederam uma afirmação do chefe do Estado-Maior Conjunto americano, Michael Mullen, que assegurou neste domingo que um plano de ataque dos Estados Unidos contra o Irã está previsto para impedir Teerã se produzir a arma nuclear.O almirante Mullen acrescentou que está "extremamente preocupado" com as consequências que uma ação militar pode acarretar.



















