Mostrando postagens com marcador Zeca Baleiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Zeca Baleiro. Mostrar todas as postagens

15 de dezembro de 2014

ZECA BALEIRO NO LANÇAMENTO DO BOX DE NENÉM BRAGANÇA NESTA TERÇA EM IMPERATRIZ?



Noticias que circulam pelo Facebook do jornalista Joãozinho Cezar.

"Gente, o lançamento do Álbum do cantor e compositor imperatrizense Neném Bragança, será amanhã no Brasileirinho antiga Romanos Pizzaria. Nada ainda de concreto, mas acabo de ser informado por uma fonte, que é bem provável que o cantor e compositor amigo de Neném Zeca Baleiro, estará também participando da festa de lançamento do Álbum do velho Braga. Imperdível!!!"

30 de novembro de 2012

E O MELHOR COMPOSITOR/CANTOR E ARTISTA MARANHENSE EM ATIVIDADE É...


Fiz este texto em julho de 2011 e aproveitando o momento interessante onde os artistas maranhenses aparecem na mídia nacional de forma boa ou ruim, resolvi republicar o post. Para quem não viu, na ultima semana a maranhense Alcione Nazaré, a notória "Marron", provou sua total despolitização e ignorância, já Baleiro desfilou bom humor, consciência e talento.

José Ribamar Coelho Santos, vulgo Zeca Baleiro, é na humilde opinião deste que vós escreve, sem tons pejorativos, “O CARA”. Poucos se comparam a seu nível e “método” no atual cenário musical. Talvez alguém pense aí em Alceu Valença ou Caetano Veloso, mas estes estão profundamente arraigados com a tônica que convenientemente foi apelidada pela mídia de MPB. Zeca ultrapassa essas barreiras. Zeca é samba, é brega (dúvida? Então você precisa ver o atual show dele com presença de ninguém menos que Odair José), é rock, é punk, é pop, att afinitum. 

O que mais tem por aí? Arnaldo Antunes escreve muito bem canções no estilo “Arnaldo Antunes”, mas é só. Zeca é pau de dá em doido e sai flertando com deus e o diabo e quando pensa que não, já tem nego com a camisa do Deicide (notória banda death metal) dançando o “Vó embolá”, que ao vivo ganha paredes ultra-sonoras de guitarra. 

E as matracas ? É arrepiante. Como o próprio Baleiro afirmou na sua ultima entrevista, o show “Baile do Baleiro”, “ tem um caráter informativo, sem ser didático”. O show com mais de duas horas traz a golpe de sonoridades a lembrança de diversos “itens” da música e rompem de vez a linha que separa "MPB Chique", música pra gente fina e intelectual, e, os bregões, reagues, funcks e sambas de outros tempos. E aquela maranhensidade? Está toda lá. Provando que não tem Rio 40 graus melhor (nem pior) do que a Bateria alá São Maçal e os sotaques do boi acompanhando os hits do “Baile do Baleiro”. Os gringos se mexem tal qual lagartixa em cima do teto de zinco quente. O povão acompanha com as matracas. “Nega tu dá no côro ou nega tu não dá”?. 

Comento com um amigo do lado sobre estas peculiaridades e este me lembra que no Titãs também tem essas coisas de misturar ritmos e de que Caetano fez recentemente um disco “indie rock”. Sobre o Titãs prefiro não comentar pois nunca entendi bem qual é a deles na atualidade, mas o Caetano, ele pode até reinventar todas as cancões do Pixies e ter músicos com metade da sua idade, mas nunca convencerá como rock. 

Foram duas horas e quarenta minutos de show na Lagoa da Jasen (0800 leia-se) em que Zeca Baleiro é acompanhado por Tuco Marcondes (guitarra), Fernando Nunes (baixo), Adriano Magoo (teclados e acordeon) Kuki Stolarski (bateria e percussão), Hugo Hori (sax e flauta), Jorge Ceruto (trompete), Tiquinho (trombone), Flávia Menezes (vocal) e Rosy Aragão (vocal). O palco teve presenças de Odair José e a maranhense Flávia Bittencourt (linda por sinal). 

Tem muita música boa por aí, e muita letra inesquecível. Mas não sei de banda ou músico que seja tão claramente rock'n'roll, MPB, Ragga e tão assumidamente brasileiro - e mais, maranhense - quanto Zeca Baleiro; nem conheço roqueiro, artista brasileiro que tenha feito tantas músicas boas com tantas letras ótimas então pouco tempo – catorze anos. Com cerca de cinco discos e a participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiros em composições: Chico César, Rita Ribeiro, Lobão, O Teatro Mágico, Arnaldo Antunes, Zé Geraldo, Paulinho Moska, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho e Zé Ramalho, derivando sua música de muitos ritmos tradicionais brasileiros: samba, pagode, baião com elementos do rock, pop, música eletrônica e com um modo muito particular de tocar violão. 

Este é Zeca Baleiro, atualmente o melhor.

3 de julho de 2011

E o melhor músico/letrista brasileiro na atualidade é...




José Ribamar Coelho Santos, vulgo Zeca Baleiro, é na humilde opinião deste que vós escreve, sem tons pejorativos, “O CARA”. Poucos se comparam a seu nível e “método” no atual cenário musical. Talvez alguém pense aí em Alceu Valença ou Caetano Veloso, mas estes estão profundamente arraigados com a tônica que convenientemente foi apelidada pela mídia de MPB. Zeca ultrapassa essas barreiras. Zeca é samba, é brega (dúvida? Então você precisa ver o atual show dele com presença de ninguém menos que Odair José), é rock, é punk, é pop, att afinitum.


O que mais tem por aí? Arnaldo Antunes escreve muito bem canções no estilo “Arnaldo Antunes”, mas é só. Zeca é pau de dá em doido e sai flertando com deus e o diabo e quando pensa que não, já tem nego com a camisa do Deicide (notória banda death metal) dançando o “Vó embolá”, que ao vivo ganha paredes ultra-sonoras de guitarra.


E as matracas ? É arrepiante. Como o próprio Baleiro afirmou na sua ultima entrevista, o show “Baile do Baleiro”, “ tem um caráter informativo, sem ser didático”.  O show com mais de duas horas traz a golpe de sonoridades a lembrança de diversos “itens” da música e rompem de vez a linha que separa "MPB Chique", música pra gente fina e intelectual, e, os bregões, reagues, funcks e sambas de outros tempos.

E aquela maranhensidade? Está toda lá. Provando que não tem Rio 40 graus melhor (nem pior) do que a Bateria alá São Maçal e os sotaques do boi acompanhando os hits do “Baile do Baleiro”. Os gringos se mexem tal qual lagartixa em cima do teto de zinco quente. O povão acompanha com as matracas. “Nega tu dá no côro ou nega tu não dá”?.


Comento com um amigo do lado sobre estas peculiaridades e este me lembra que no Titãs também tem essas coisas de misturar ritmos e de que Caetano fez recentemente um disco “indie rock”. Sobre o Titãs prefiro não comentar pois nunca entendi bem qual é a deles na atualidade, mas o Caetano, ele pode até reinventar todas as cancões do Pixies e ter músicos com metade da sua idade, mas nunca  convencerá como rock.


Foram duas horas e quarenta minutos de show na Lagoa da Jasen (0800 leia-se) em que Zeca Baleiro é acompanhado por Tuco Marcondes (guitarra), Fernando Nunes (baixo), Adriano Magoo (teclados e acordeon) Kuki Stolarski (bateria e percussão), Hugo Hori (sax e flauta), Jorge Ceruto (trompete), Tiquinho (trombone), Flávia Menezes (vocal) e Rosy Aragão (vocal). O palco teve presenças de Odair José e a maranhense Flávia Bittencourt (linda por sinal).


Tem muita música boa por aí, e muita letra inesquecível. Mas não sei de banda ou músico que seja tão claramente rock'n'roll, MPB, Ragga e tão assumidamente brasileiro - e mais, maranhense - quanto Zeca Baleiro; nem conheço roqueiro, artista brasileiro que tenha feito tantas músicas boas com tantas letras ótimas então pouco tempo – catorze anos. Com cerca de cinco discos e a participação de outros cantores do Brasil, muitos dos quais são seus parceiros em composições: Chico César, Rita Ribeiro, Lobão, O Teatro Mágico, Arnaldo Antunes, Zé Geraldo, Paulinho Moska, Lenine, Fagner, Zeca Pagodinho e Zé Ramalho, derivando sua música de muitos ritmos tradicionais brasileiros: samba, pagode, baião com elementos do rock, pop, música eletrônica e com um modo muito particular de tocar violão. Este é Zeca Baleiro, o melhor.
Postagens mais antigas Página inicial