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26 de julho de 2018

SOBRE O EPISÓDIO ENVOLVENDO O JORNALISTA FABRÍCIO

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"Quem nunca pecou que atire a primeira pedra" 
Foram com essas palavras que Jesus neutralizou a horda de falsos moralistas que se insurgiram contra a figura da mulher adúltera, prestes a ser apedrejada. 

A metáfora é clara. A fina flor da hipocrisia sempre aparece para "condenar" e se possível destruir biografias inteiras, seja por erros cometidos ou por falsas acusações. 

Um princípio que vem do iluminismo, da Revolução Francesa, nunca esteve tão atual e necessário. Trata-se daquele que dá contorno ao direito de defesa, do contraditório, da presunção da inocência. 

Impressiona como oposicionistas que se dizem cultivadores de valores éticos elevados, encontram-se com os piores canalhas quando optam pela calúnia, pela condenação prévia e a dilapidação pública de biografias adversárias. Atentam contra um mínimo estado de direito. No caso do blogueiro e jornalista Fabrício , estes "falsos moralistas" partiram para o linchamento virtual pura e simplesmente. 

O show de horrores não parou por aí. Por não terem nada a dizer, os opositores ao Governo Estadual tentam "partidarizar" um caso individual ocorrido há quinze anos. Um problema jurídico que nada tem haver com a grande política. 

Que a Justiça seja feita e os fatos apurados dentro da lei. Até que se prove o contrário, Fabrício é um pai de família e um destacado comunicador nas redes sociais.

7 de novembro de 2013

VÁ AO TEATRO VER TV OKAZAJO, MAS NÃO ME CONVIDE


Por esses dias tem rolando uma polêmica sobre “supostos” comentários do Professor Gilberto Freire, acerca do trabalho do grupo de teatro imperatrizense “Okazajo”. 

Segundo um dos integrantes do grupo, Gilberto estaria “denegrindo” e “vulgarizando” em sala de aula o trabalho da Cia. 

Não sei bem até que ponto isso é verdade. A questão tem levantado debates interessantes sobre o teatro e a cultura local em geral. 

Não é a primeira vez que polêmicas em torno do trabalho da Cia Okazajo geram acalouradas discussões. Certa feita Nênem Bragança em uma entrevista ao extinto site Praça da Cultura destilou suas opiniosas contatações e a coisa gerou depois até “nota de repúdio” contra Nênem. Chamaram o cara de machista, homofóbico, etc. 

Eu de minha parte já dei minha opinião sobre o Cia Okazajo (para reler clicke aqui). 

Penso que os integrantes da companhia deveriam não se preocuparem tanto com quem não lhes prestigia. A vida é dura, vivemos em uma sociedade democrática onde todos tem direito a livre divergência. 

Conheci de perto o Professor Gilberto. Sua gestão a frente da Fundação Cultural promoveu bons momentos para a promoção da arte em nossa em cidade. Se ele resmungou alguma coisa, tem o direito de fazê-lo. 

Aliás resmungar é direito constitucional de todos, mas como dizia Millôr Fernandes, é a única coisa que temos certeza que não resolve. 

Não digo que você não deva ter opinião. Mas debater quem faz o melhor teatro, defender posição sobre qual estética artística é mais adequada é jogar preciosos neurônios e minutos fora. Afinal ser “contra” é a única posição possível sobre quem fala besteira, em maior ou menor grau. 

Dito isso creio que é bom ressaltar: o Okazajo não precisa do público intelectual para sobreviver. Sua arte e seu teatro é a mesma patifaria do populacho que estamos acostumados ver no dia a dia. E para o público de Imperatriz está ótimo assim.

28 de julho de 2010

Arnaldo Jabor compara o Maranhão ao Afeganistão

O comentarista do Jornal da Globo, Arnaldo Jabor, na noite desta terça, 27/07, comparou o Maranhão ao país dos talebãs, o Afeganistão. Segundo Jabor no Afeganistão, os talebãs acreditam em Alah para defender seus interesses, enquanto que os políticos corruptos no Maranhão não acreditam nem em deus para defender suas riquezas, em ambos os casos, os dois defendem o fundamentalismo medieval. Jabor também falou sobre o Tribunal Regional no Maranhão, que em tese quer ser mais poderoso que o TSE nacional. Comentou também sobre os fichas sujas daqui e adjacências, deixando bem claro que no Maranhão a corrupção é o mote. Jabour não é lá pau que se dé sombra, mas sendo uma opinião de fora, serve pelo menos pra demonstra como o resto do país observa o estado com os IDH's mais baixos do país, por conta da suas estrutura oligarquica, baseada na política dos coroneis.

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