Fundação Cultural de Imperatriz anuncia projeto já existente na cidade como se fosse iniciativa sua

Na imagem (Abril de 2016) reunião do movimento cultural com o então prefeito Sebastião Madeira para dialogar sobre a Lei dos Mestres. 

Pegou mal pra atual gestão da FCI (Fundação Cultural de Imperatriz) anunciar um projeto para homenagear artistas locais. A questão é que todos já sabem que o projeto já existe e mais, como projeto de lei aprovada na Câmara.

A Casa das Artes, organização não governamental, é uma das pioneiras na articulação deste projeto ainda na gestão do Prefeito Sebastião Madeira. O projeto de lei foi encaminhado pelo então Vereador Adonilson Lima e teve o acompanhamento do Conselho Municipal de Cultura, na época presidida pelo historiador Adalberto Franklin.

Pois bem, de forma estranha e completamente alheia a todo o processo foi anunciado hoje pelo então Presidente da FCI, Chiquinho França, "a intenção de elaborar um projeto de lei para homenagear os mestres da cultura popular de Imperatriz" (site Imirante) 

A tentativa de plágio/ser pai da criança gerou bastante polêmica nas redes sociais tanto de membros do movimento cultural, quando por populares.

Veja o que disse o jornalista Jefferson Sousa, no facebook:

"Umas das ações do II Festival da Cultura Popular de Imperatriz, promovido em maio de 2016 pela Casa das Artes, era apresentar o projeto intitulado "Tesouros Humanos Vivos" que tem como objetivo homenagear, através de título e de uma bolsa-auxílio, os mestres e mestras da cultura popular de Imperatriz. A apresentação do projeto na Câmara Municipal contou com a participação da classe cultural da cidade, além de representantes do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura do Estado.
Em janeiro deste ano, a Casa das Artes procurou a Fundação Cultural de Imperatriz para tentar reacender a chama do projeto que ficou parado no administrativo da antiga gestão. Mas ao que parece, pela matéria, a Fundação Cultural de Imperatriz quer fazer o mesmo projeto, do mesmo jeito, mas sem os devidos créditos à Casa das Artes.
Em tempos de golpe, parece que não é só o Temer que gosta de projetos alheios.
Coisa feia, ein!"

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