Governo e movimentos sociais discutem novas estratégias para Agricultura Familiar


Governar para todos e tornar visíveis os invisíveis, sempre foi um dos objetivos do governo Flávio Dino. Nesta semana, o Sistema SAF (composto pela secretaria de Estado da Agricultura Familiar – SAF, Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural – AGERP e Instituto de Colonização e Terras do Maranhão – Iterma), reuniu com os movimentos sociais para dialogar e discutir as ações e perspectivas do sistema da agricultura familiar no estado para o ano de 2017.

Durante o encontro foram dialogadas novas estratégias de fortalecimento da agricultura familiar nos aspectos da segurança alimentar e nutricional, renda e cidadania. O diálogo ocorreu com o intuito de buscar alternativas que estimulem ainda mais a participação de prefeituras municipais nos projetos que envolvem ações nessa área e que possam aumentar o número de beneficiários, especialmente os agricultores familiares e comunidades locais. 

“A presença da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do Maranhão (Fetaema), Movimento dos Sem Terra (MST), Associação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas do Estado do Maranhão (Aconeruq), Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf-MA) no diálogo, demonstra a força das ações realizadas pelo Sistema SAF na valorização do agricultor familiar de nosso Estado”, frisou o secretário Adelmo Soares. 

Para o presidente do MST, Elias Araújo, quando o governo abre as portas para ouvir os movimentos sociais é um grande avanço e uma conquista de anos de luta. “O diálogo é importante porque nós dos movimentos sociais, também temos responsabilidades a partir do momento que participamos, damos ideia e lutamos pela qualidade de vida do homem do campo. Temos ainda muitas coisas para mudar, mas me sinto feliz por ver o Governo abrir esse espaço para ouvir nossas demandas”, enfatizou.

“Esse é o lema do governador Flávio Dino, em ser um governo participativo, capaz de reunir-se com os movimentos sociais para ouvir críticas, sugestões, e, juntos, traçar plano estratégico do setor para o ano todo”, concluiu presidente da Agerp, Júlio César Mendonça. 

A presidente do Iterma, Margareth Mendes falou dos avanços na regularização fundiária. Segundo a presidente, o Instituto está unindo esforços para avançar na estruturação da malha fundiária no Estado para que o agricultor familiar tenha terra para produzir. 

A União Nacional das Cooperativas de Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes\MA) também participou do encontro.

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