13 de junho de 2013

DIREÇÃO DO SIMPROESSEMA E O DESAFIO COM O NOVO ESTATUTO DO EDUCADOR

Nos últimos dias uma manifestação de descontentamento geral por conta de diversos aspectos no que diz respeito ao Estatuto do Educador tem surgido. 

É que a categoria dos professores em sua maioria não gostou do reajuste de 4% e muito menos a retirada dos direitos fundamentais tais como a redução de carga horaria após os 50 anos. 

Na berlinda a direção do Simproeesema nas pessoas de seus dirigentes principais como Júlio Pinheiro, Carlos Hermes, André Santos, este último presidente da seção de Imperatriz. Foi visto com bastante desconfiança o fato da direção sindical defender abertamente o fim da greve mesmo com os termos do acordo sendo rejeitados pela maioria dos trabalhadores. 

Não creio que estes camaradas tenham se vendido como afirmam algumas pessoas. Até porque o projeto deles em 2014 é com Flávio Dino. O que me preocupa é a despolitização da classe sobre assunto a partir de um viés meramente maniqueísta. Fala-se muito, age-se pouco.

Luta que segue!
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2 comentários:

Wilson Leite disse...

Os ataques à categoria patrocinada pela própria direção do SIMPROESSEMA, que é vinculado ao PCdoB é só um exemplo do que pode esperar os trabalhadores se essa corja chegue ao poder no estado. A lei do cão foi derrubada pela mobilização da base e dessa vez o principal inimigo da categoria são aqueles que “escolheram” – alias com um processo eleitoral cheio de manobras – para lhes defender perante os ataques dos governos, mais o que ocorreu foi uma aproximação para que o ataque não fosse feito durante o governo que eles imaginam que terão.

Ana Edleusa disse...

Por motivos de falta de saúde, essa foi a única greve que não pude comparecer num período de 27 anos de Funcionária pública.O resultado do movimento não me surpreendeu, essa é a postura do Sindicato, abandonar a categoria à própria sorte, cruzar os braços e não brigar para a manutenção de direitos. A luta por uma educação de qualidade tem sido árdua, primeiro porque temos um sindicato omisso e inoperante, que na maioria das vezes legisla em causa própria, prestando um desserviço à categoria; segundo, porque a base por eles representada, se acovarda diante da primeira dificuldade, é medrosa, desconhece a força que tem. Prova disso vimos agora com o descumprimento do acordo por parte do governo, Sindicato se faz de morto e base silencia total. Era hora de nós professores paralizarmos as atividades até que o impasse fosse resolvido, afinal, não é a primeira vez que governo tripudia, avacalha com a classe dos professores e, se depender desse sindicato, está longe de ser a última. Acorda meu povo.l