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21 de agosto de 2020

Roberto Rocha diz que prevaleceu o bom senso ao apoiar veto a aumento para servidores

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Roberto Rocha foi o único senador do Maranhão a votar a favor do veto de Bolsonaro que mantém o congelamento de salários de servidores do funcionalismo público.

“Parabéns à Câmara dos Deputados que agora pouco manteve o veto 17, derrubado ontem no Senado Federal contra meu voto. Todos temos que ter responsabilidade fiscal”, justificou o senador.

Segundo ele, conceder aumento para os servidores tem como objetivo prejudicar o governo Bolsonaro.

“Prevaleceu o bom senso, a racionalidade”, enfatizou.

Será que os servidores pensam o mesmo?

Fonte Marrapá

6 de maio de 2020

Dino enquadra Wellington e RR: “querem aproveitar tragédias para tentar obter votos”



Ao desmentir notícia falsa que vem sendo divulgada na internet, o governador Flávio Dino (PCdoB) acabou mandando uma indireta ao senador Roberto Rocha (PSDB) e ao deputado estadual Wellington do Curso (PSDB), Os tucanos vêm alegando que o governador supostamente teria recebido mais de R$ 260 milhões em recursos federais para combater o novo coronavírus, e que Flávio Dino não teria prestado contas desses repasses. 

Em vídeo divulgado nesta quarta-feira (6) Dino desmontou a farsa e esclareceu a verdade. 

De acordo com o governador, o governo do Maranhão recebeu até o momento, R$ 59,5 milhões do Ministério da Saúde. 

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Dino explica ainda, que o Ministério repassou valores tanto para o Estado quanto para os municípios. WC e RR teriam somado os recursos e colocado o montante na conta do governador. 

“É muito importante entender que isso se dá separadamente. Pessoas de má fé tem somado valores aleatoriamente, visando criar teses falsas, criminosas acerca deste tema. Os municípios também receberam repasses do Ministério da Saúde, mas nesse caso a gestão não é do governador”, detalhou o governador. 

“Há pessoas que de modo indecente querem aproveitar mortes, tragédias, para tentar obter votos em eleições futuras. Isso não é uma coisa séria, isso não é uma coisa humana”, completou Dino. 

Segundo o governador, os recursos já disponibilizados têm ajudado na expansão da rede de saúde, mas lembrou que mesmo antes da pandemia, o sistema estadual de saúde já tinha despesas orçadas na casa dos R$ 150 milhões. Wellington do Curso é o pré-candidato tucano à Prefeitura de São Luís em 2020 com o apoio de Roberto Rocha. 

Ele vem sendo criticado por usar a tragédia do novo coronavírus para conquistar eleitores e atacar adversários políticos em suas redes sociais.

Por Leandro Miranda


6 de dezembro de 2019

Roberto Rocha , o Exterminador do Futuro



O Senador Roberto Rocha deixou muito gente perplexa em um evento da  nova superintendência da Caixa Econômica Federal em Imperatriz. Ele  afirmou que o ideal nas relações de trabalho é que substitua - se o homem por máquinas e robôs, "porque não gastaria nem com papel higiênico" (sic). 

Muitos presentes acharam estranha a afirmação polêmica do senador.

Pense num político! O povo deu emprego pra ele, e ele quer tirar o pouco de emprego que ainda resta a esse povo sofrido!ĺ

O senador deve estar assistindo muitos filmes de ficção científica. Só esqueceu que no final as máquinas acabam dominando e massacrando os humanos.

Como nesse último filme do "Exterminador do Futuro" , onde a única esperança da humanidade é transformar uma moça terceiro-mundista classe-trabalhadora imigrante-ilegal em líder da resistência. 

A gente tem de se render ao poder da ciência, da tecnologia, da técnica na exata medida que internalizamos este poder, que para nossos próprios e humanos objetivos


30 de outubro de 2017

Só Freud explica Roberto Rocha


Alguns blogs da capital maranhense destacaram durante o dia de hoje um assunto pra lá de curioso: a obsessão do senador Roberto Rocha por Flávio Dino. Segundo dizem, Roberto Rocha estaria entrando em "parafuso" , culpando o governador por todos os males do mundo. 

Eventos já explicados como a depredação do prédio da Rádio Capital ou a prisão do ex prefeito Paulo Marinho são a todo momento lembrados por "Asa de Avião" (carinhoso apelido dado a Roberto Rocha) como sendo de responsabilidade de Flávio Dino.

Alguns teóricos freudianos afirmam que tal obsessão tem explicações no tal "estado de preocupação permanente". É que Roberto Rocha estaria vendo um horizonte nada fácil politicamente. Sem ter ninguém que lhe carregue nas costas e com a certeza da derrota em 2018, resta ao senador a pecha de traidor e um final melancólico em 2022.

A Radio Capital foi depredada por um grupo de desabrigados (uma síndrome dos nossos tempos), que revoltados com a expulsão da área, resolveram depredar as antenas da decadente rádio. Já Pulo Marinho foi preso sob responsabilidade jurídica de Brasilia. Um Juiz Federal constatou que ele não estava cumprindo suas obrigações como pai, com um divida que ultrapassa hum milhão de reais.

Muita calma nessa hora. 

11 de setembro de 2017

Já vai tarde: Por unanimidade PSB vota em expulsão de Roberto Rocha do PSB


O atual senador Roberto Rocha terá que ir pedir votos bem longe das cercanias do PSB. É que o socialistas por unanimidade votaram a favor da sua expulsão, ontem (10)  em um congresso do partido.

Rocha sonha em ser governador do Maranhão há muito tempo. Na sua avaliação Flávio Dino teria "lhe passado a frente" e nada mais justo que ele, como filho de governador, sentasse à poltrona principal do Palácio dos Leões.

Pesa sobre este a pecha de "traidor". Eleito graças ao grupo de Dino que não mediu esforços para sagrá-lo senador, Rocha na primeira oportunidade desfilou Maranhão afora com velhas figuras do carcomido sarneismo.

A julgar pelo seu fraco carisma sua intenção de ser governador ainda  está longe. Poderia pelo menos não ser tão pedante e tão pouco habilidoso nos movimentos políticos.     

6 de março de 2017

“Não vejo nenhuma razão” para o PSDB apoiar Roberto Rocha ou Roseana em 2018, diz Brandão


“Não tem briga. Têm divergências naturais, nas quais estamos buscando o melhor caminho para as eleições de 2018”. Quem afirma calmaria política no PSDB maranhense é seu presidente regional, Carlos Brandão, vice‐governador da chapa que elegeu Flávio Dino em 2014. Disse ele a O Imparcial, que o PSDB costuma decidir questões importantes em cima da hora, como aconteceu no fechamento da coligação com o PCdoB de Dino, o que até então parecia uma união impossível. Portanto, é cedo para definição futura. 

Brandão disse que tem conversado bastante com as correntes políticas que gravitam em torno do governo Flávio Dino, tanto dentro quanto fora do ninho tucano. Como as eleições estão muito distantes, ele acha que os movimentos atuais são legítimos e fazem parte do jogo democrático. “Mas nada irreconciliável”, admite. 

Madeira e seus queixumes 

Segundo o presidente do PSDB, escaramuças tipo a do ex‐prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, que saiu do cargo e das eleições de 2016 reclamando de Flávio Dino, são normais. “Acho até que está faltando uma conversa do governador com Madeira para passar a limpo as possíveis divergências”, contemporizou. Quanto às demais correntes do PSDB, Brandão garante que mais de 90% apoiam o governo do PCdoB. Ele preferiu dizer que não é opinião sua, mas das lideranças com as quais tem conversado sobre as eleições de 2018. “Como este ano é mais de conversa do que de acertos, acredito que o partido está focado muito mais nas eleições proporcionais do que na majoritária, onde quase tudo é definido no afogadilho”, avaliou. O tucano acha muito difícil parte do PSDB se posicionar em favor da provável candidatura do senador Roberto Rocha, do PSB, ao governo do Maranhão. Também em relação à ex‐governador Roseana Sarney, ele faz a mesma avaliação. Ele questiona quais seriam os motivos que poderiam atrair tucanos para o lado de Roberto Rocha ou de Roseana. “Não vejo nenhuma razão plausível para isso”. 

Retorno de Roberto Rocha 

Brandão disse que, orientado pelo senador Aécio Neves, tem conversado com todas as correntes peessedebistas e anotado o posicionamento de todos. Flávio Dino tem o apoio da maioria esmagadora. “Quanto a Roberto Rocha, todos sabem que ele não consegue agregar e tem uma base política restrita. Quanto ao grupo Sarney, a situação não é muito diferente. São poucos os prefeitos, a estrutura que tinham não tem mais e não tem resposta para os problemas do Maranhão”, analisou Brandão. Quanto a possibilidade de Rocha retornar ao PSDB, conforme vem sendo especulado nos meios políticos, Brandão disse que nada o impede de fazer isso. Como quem diz que, querendo, será bem‐vindo, mas sem esperar que o partido vá atrás do senador. No PSB, Roberto Rocha trava uma briga intestina com outras lideranças, que o deixa.

Fonte: O Imparcial
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