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1 de outubro de 2013

DESDOBRAMENTOS DA CULTURA EM IMPERATRIZ E UM POUCO DE POLÍTICA

Nesta tarde de terça [01] estive em uma conversa formal, porém bastante prazerosa com pessoas que têm muito a oferecer no pensar de soluções para a nossa cidade e para a valorização da cultura e do Patrimônio como manifestação do nosso povo: Prof Jessé e Profa. Daniele, Marlisson Barroso [UEMA] e Prof. Rógerio [UFMA]

Do poder público presentes Lucena Filho da FCI e o vereador Esmeradson de Pinho com quem contaremos, junto com o também vereador Carlos Hermes para debater e encaminhar as questões burocráticas legais na Câmara. 

Criação do Conselho de Cultura, do Conselho de Patrimônio e da lei que institui o fundo municipal de Cultura em breve na pauta. Estas pessoas que estão contribuindo muito - a exemplo de outros - para reorganizar o debate sobre patrimônio e memória junto a sociedade civil em movimento e com o poder público nesses novos tempos, entrarão para a história com certeza. 

Lembrando que há um indicativo de parte do movimento cultural para promover uma ocupação no antigo prédio do Bairro da Caema. 

Venha conosco também contribuir pois é gratificante e sempre muito pedagógico. Em breve informes das agendas e reuniões.

16 de fevereiro de 2013

SOBRE O NOVO PARTIDO DE MARINA

Hoje, em Brasília, gente que gosto muito, inclusive que fundaram o PSOL comigo e tantos outros, decidiram-se por fundar um novo partido junto com Marina Silva. 

O novo partido - que ainda deverá ser confirmado com o apoio de 500 mil assinaturas, se chama REDE. 

Terão a minha solidariedade, mas lamento muito não termos conseguido, nos últimos dois anos, alcançar um consenso ou acordo entre o PSOL e o grupo da Marina sobre pontos fundamentais da luta política no Brasil. 

Exatamente por não termos alcançado este acordo é que entendemos que o PSOL é hoje um partido indispensável na organização de uma parcela da sociedade que não abre mão de dizer e enfrentar exatamente quem são os inimigos do povo: os corruptos e sua república privada; o latifúndio, com seus latifundiários e seu agronegócio predatório, que impedem a reforma agrária e outra política para o campo e acabam por incidir destrutivamente sobre as cidades; a agiotagem criminosa praticada pelos banqueiros contra o orçamento público, desidratando os recursos que deveriam ir para as áreas sociais e para o desenvolvimento do país. 

Se não for para atacar estes problemas, melhor atuar em ongs. #ConstruindoNossoPSOL
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