Imperatriz-MA

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Beira-Rio, o cartão postal de nossa cidade

30 de junho de 2011

Aquele Zé em sua cadeiras de rodas no buteco





Noite “infernal” de terça feira na Imperosa. Com o clima “peitando” os trinta e cinco graus, vou aos poucos me lembrando que estava marcada um bingo beneficente para compra de uma cadeira de rodas pra o Zé Luiz, local: Buteco do Frei, ao som de Projeto B e Indio Rock.

Deixando pra falar do Zé Luis por ultimo, afirmo que o Buteco tem sido a principal referência cultural em termos de espaço artístico na cidade. É uma boa opção para (como diz o slogan do lugar) “sair do obvio”. Espero que o período cavalino de zoológico humano da expoimp não influa neste direcionamento tão interessante.

As bandas: O Índio Rock tocou primeiro e no repertório coisinhas legais tipo Strokes e Vanguart. Bem ensaiados, os “Índios do Rock” cumprem de forma competente sua função de entreter e divertir mentes ociosas. A surpresa pra mim é ver o batera Marcelo Cortez, ex-Noiserverm, ex metal core, num momento tão singelo, doce e harmonioso. ( os brutos também amam) Nota dez pra o Cover de “Puteiro em João Lisboa” do Raimundos (isso mesmo, João Lisboa).

Depois foi a vez do Projeto B (o “B” pode ser de “bicha” ou de “bêbado”, já que são dois vocalistas: um rebola o tempo todo desvairadamente soltando a franga e outro é um pé-enxado de raiz, bebedor de vodca pura).

Ah! O bom e velho rock in roll, de responsa estava ali. Senti-me extasiado ao ouvir Joy Division, Pixies, Replicantes (ptz, muito bom) e uma versão muito legal de “Rolava Betânia” (paródia de “Roll over Beethoven” feita por Sergei).

E o Zé Luis? Pra quem conhece a figura sabe das credibilidades discursivas do rapaz. Estudante de Jornalismo da UFMA, integrante do MST, membro fundador do PSOL de Açailândia. Um exemplo de vida, que não se entrega sem lutar. O apelido “dengosinho” lhe cai bem, visto que sempre pede favores a moçoilas incautas pela Universidade Federal do Maranhão.

Parabéns ao Buteco, as bandas e principalmente ao Zé pela festa de Terça-feira.


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6 comentários:

Anônimo disse...

O Zé Luis merece...

Guto

Anônimo disse...

IH MERMÃO!!! AGORA QUE ELE GANHOU ESSA ONDA AÍ VAI PARAR DE ENXER NOSSO SACO PRA CARREGGAR ELE NA PANELADA DA TIA
KKKKKK

CIÇO "FEI"

Anônimo disse...

Mano zé Luis, da pŕóxima vez tem que fazer uma festa lá no bico de agulha (squait).
Lá nos tamo em casa.

TICO

Marcelo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcelo disse...

Em resposta ao coméntário deste blogueiro em relação a banda Índio Rock, gostaria de informar que a banda "vanguard" na verdade é vanguart. O termo utilizado "coisinhas legais" soou perjorativo, como que querendo depreciar as musicas tocadas que tem um certo grau de dificuldade e concerteza não está no rol de músicas clichês. Agradeço o "cumprem de forma competente", pois os músicos da banda são de boa qualidade, no entanto o "entreter e divertir mentes ociosas" novamente soou de forma depreciativa, como que querendo indicar que as músicas são feitas para pessoas leigas e/ou burras. Na verdade a variação de bandas tocadas pelo Índio Rock é tão grande que o blogueiro só lembrou de citar duas. Faltou, por exemplo, citar Block Party, onde seu líder e vocalista tem sangue africano e, a música Helicopter (uma das que o Índio Rock toca), critíca severamente o modo de vida americano e a invasão do Iraque, bem como, em contrapartida, a melancolia de um jovem pensando em suicídio (algo notável em nossa sociedade) em suicidal dreams do Silverchair. Por fim, falo agora como o baterista do Índio Rock que causou "surpresa" ao blogueiro por por tocar em uma banda de indie/rock; a proposta de banda é excelente, fugimos totalmente do conceito "banda de baile" como algumas bandas da cidade, pois nosso repertório foge completamente dos clichês "love metals", bem como os integrantes da banda não vivem de música e não possuem essa pretensão, já que todos trabalham, por isso tocamos o que queremos e dessa forma estamos sendo bem aceitos pelo público. Então, este baterista não deveria causar surpresa já que nunca foi preconceituoso com música de boa qualidade.

Marcelo Cortez, baterista de indie, rock, HC, metalcore, death, trash e qualquer outro estilo que me instigue ao desafio.

4 de julho de 2011 00:32

Carlos Leen Santiago disse...

Ok Marcelo:

Grato pela correção. E eu não quis ser pejorativo com a banda, só queria te zoar mesmo....

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk